A resposta
Sangramento depois da histeroscopia é esperado, e o que define se está dentro do previsto não é o dia em que você está: é o sentido da curva. A quantidade tem que ir diminuindo.
Este texto costuma ser procurado de madrugada, com o absorvente na mão e a dúvida de estar exagerando ou de estar demorando demais para pedir ajuda. Você não está exagerando. A lista de sinais que pedem contato está logo abaixo, para você não decidir isso sozinha.
Depois do exame que só olhou, o padrão que orientamos é sangramento leve, tipo borra ou fluxo bem menor que o de uma menstruação, por poucos dias. Depois do exame que tratou alguma coisa, o sangramento pode se estender por cerca de duas semanas, sempre em quantidade decrescente, e costuma vir com cólica nos primeiros dias.
Não existe orientação que fixe um número exato de dias. O que vale é o comportamento do sangramento.
Por que o útero sangra depois do exame
No exame que só olha, a fonte é o contato do aparelho com o colo e com a camada interna do útero, somada à biópsia, quando foi feita. É superfície pequena, e o sangramento é escasso.
No exame que trata, existe uma área em cicatrização. Retirar um pólipo, raspar um mioma que cresceu para dentro ou soltar aderências deixa uma superfície viva dentro da cavidade, que se refaz ao longo de dias. O sangramento é a expressão desse processo, e diminui à medida que a camada interna se reconstitui.
Parte do soro usado para abrir a cavidade sai depois, misturado com sangue: é o corrimento rosado dos primeiros dias.
Quando procurar ajuda
| Esperado | Procurar ajuda |
|---|---|
| Borra ou sangramento leve, diminuindo dia a dia | Encharcar um absorvente por hora, por duas horas seguidas |
| Cólica nos primeiros dias, que cede com analgésico comum | Dor forte que não melhora com o analgésico prescrito, ou que aumenta |
| Corrimento rosado ou amarronzado | Corrimento com odor forte ou com aspecto de pus |
| Temperatura normal | Febre a partir de 38 graus, ou calafrio |
| Cansaço leve no primeiro dia | Tontura, desmaio, palidez ou coração acelerado |
| Sangramento que reduz e some | Sangramento que para e volta mais intenso depois |
| Nenhum sintoma ao urinar | Ardência para urinar, ou dor em baixo ventre com febre |
Infecção depois do exame feito em consultório é pouco frequente: apareceu em cerca de 1 em cada 100 mulheres, e todos os casos se resolveram com antibiótico. É pouco, e não é zero: por isso a lista acima existe.
Sangramento abundante de verdade é raro e costuma se relacionar a uma perfuração do útero. Ele apareceu em menos de 2 de cada 1.000 procedimentos no maior levantamento disponível.
O que acontece depois do exame
A orientação de alta sai por escrito, com telefone de contato. Você precisa saber a quem ligar, e em que situação, antes de ir embora.
O resultado da biópsia costuma levar alguns dias, e ele é a razão pela qual boa parte das histeroscopias é feita. Sangramento depois da menopausa que motivou o exame merece fechamento do diagnóstico, e não só alívio do sintoma. Ficamos com você até esse resultado sair.
Uma situação tem padrão diferente: a ablação, procedimento que destrói a camada interna do útero para reduzir sangramento intenso. Depois dela, o corrimento aguado pode durar semanas. Cerca de 4 em cada 100 mulheres acabam retirando o útero dentro de um ano, e cerca de 12 em cada 100 dentro de cinco anos. Esse número entra na conversa antes.
Esses prazos vêm do acompanhamento de mais de 350 histeroscopias cirúrgicas que fizemos desde 2024.
O dia a dia da recuperação
Nas primeiras vinte e quatro horas, repouso relativo, analgésico conforme a prescrição e absorvente externo. Absorvente interno e coletor ficam suspensos enquanto houver sangramento, porque mantêm sangue na vagina e facilitam infecção. Piscina, mar, banheira e sauna também ficam de fora nesse período.
Depois do exame que só olhou, a maioria retoma a rotina no mesmo dia. Depois do que tratou, o repouso costuma ser de um a dois dias. A relação sexual é liberada pelo médico, e o prazo depende do que foi feito: um exame que só olhou e a retirada de um mioma não têm a mesma cicatrização.
A menstruação seguinte pode vir adiantada, atrasada ou mais intensa que o habitual, e costuma se normalizar no ciclo seguinte.
Perguntas frequentes
Sangramento depois da histeroscopia é normal?
É esperado. Depois do exame que só olha, costuma ser leve e durar poucos dias. Depois do que trata, pode chegar a cerca de duas semanas, sempre reduzindo. O sinal de alerta é aumentar em vez de diminuir.
Por quantos dias vou sangrar?
Não existe número fixo. O que orientamos é observar a curva: sangramento que diminui dia a dia está dentro do previsto; sangramento que cresce, encharca um absorvente por hora por duas horas ou volta mais forte depois de ter parado pede contato imediato.
Cólica depois da histeroscopia é normal?
Sim, nos primeiros dias, e costuma responder a analgésico comum. Dor que aumenta, não cede com a medicação prescrita ou vem com febre não faz parte do esperado.
Quando posso ter relação depois da histeroscopia?
A liberação é médica e depende do que foi feito. Enquanto houver sangramento, a orientação geral é aguardar, pelo mesmo motivo do absorvente interno.
Como sei que é infecção?
Febre a partir de 38 graus, calafrio, corrimento com odor forte, dor em baixo ventre que piora e mal-estar. Aconteceu em cerca de 1 em cada 100 mulheres operadas em consultório, e se resolveu com antibiótico.
Estou na menopausa e voltei a sangrar depois do exame. É o mesmo sangramento de antes?
Pode não ser. Sangramento pequeno nos primeiros dias tem relação com o procedimento. Sangramento que reaparece depois, fora desse período, precisa de avaliação, principalmente enquanto o resultado da biópsia não estiver fechado.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que esse texto costuma ser procurado de madrugada, com o absorvente na mão e a dúvida de estar exagerando ou de estar demorando a pedir ajuda. Sangrar depois da histeroscopia é esperado. O que define se está tudo dentro do previsto não é o dia em que você está, é o sentido da curva: a quantidade tem que ir diminuindo.
Depois da histeroscopia diagnóstica, o padrão que orientamos é sangramento leve, do tipo borra ou fluxo bem menor que o de uma menstruação, por poucos dias. Depois da cirúrgica, o sangramento pode se estender por cerca de duas semanas, sempre em quantidade decrescente, e costuma vir acompanhado de cólica nos primeiros dias.
Não existe diretriz que fixe um número exato de dias de sangramento depois da histeroscopia. O que vale é o comportamento do sangramento, e a lista de sinais de alerta abaixo, essa sim ancorada em dados.
Por que o útero sangra depois do exame
Na histeroscopia diagnóstica, a fonte é o contato do aparelho com o canal do colo e com o endométrio, somada à biópsia, quando ela foi feita. É uma superfície pequena, e por isso o sangramento é escasso.
Na histeroscopia cirúrgica, existe uma área em cicatrização. Retirar um pólipo, ressecar um mioma submucoso ou liberar aderências deixa uma superfície crua dentro da cavidade, que cicatriza ao longo de dias. O sangramento é a expressão desse processo, e reduz à medida que a mucosa se refaz.
Há ainda o líquido usado para abrir a cavidade. O soro fisiológico que entra sai em parte depois, misturado com sangue, e o corrimento rosado dos primeiros dias costuma ser isso.
Quando procurar ajuda
| Esperado | Procurar ajuda |
|---|---|
| Borra ou sangramento leve, diminuindo dia a dia | Encharcar um absorvente por hora, por duas horas seguidas |
| Cólica nos primeiros dias, que cede com analgésico comum | Dor forte que não melhora com o analgésico prescrito, ou que aumenta |
| Corrimento rosado ou amarronzado | Corrimento com odor forte ou com aspecto de pus |
| Temperatura normal | Febre a partir de 38 graus, ou calafrio |
| Cansaço leve no primeiro dia | Tontura, desmaio, palidez ou coração acelerado |
| Sangramento que reduz e some | Sangramento que para e volta mais intenso depois |
| Nenhum sintoma urinário | Ardência para urinar, dor em baixo ventre com febre |
Infecção depois de histeroscopia cirúrgica de consultório é pouco frequente. No ensaio randomizado multicêntrico de Nappi e colaboradores, com 1.046 mulheres, sintomas ligados a complicação infecciosa apareceram em 1,15% dos casos, sem diferença entre receber antibiótico e receber soro, e todos os quadros se resolveram com antibiótico prescrito na ocasião. É pouco, e não é zero: por isso a lista acima existe.
Sangramento abundante de verdade é raro e costuma se relacionar a perfuração uterina. No estudo prospectivo multicêntrico de Jansen e colaboradores, com 13.600 procedimentos, o sangramento causado por perfuração apareceu em 0,16% dos casos, dentro de uma taxa global de complicação de 0,28%.
Como é o acompanhamento depois
A orientação de alta sai por escrito, com telefone de contato. A Green-top 59, revista em 2024, coloca a informação escrita como boa prática já antes da consulta, e a mesma lógica vale para depois: você precisa saber a quem ligar, e em que situação.
O resultado da biópsia costuma levar alguns dias. Ele é a razão pela qual boa parte das histeroscopias é feita: a diretriz conjunta AAGL-ESGE-GCH de 2026 recomenda que, quando há indicação de avaliar o tecido, a coleta seja dirigida pela visão, e não feita às cegas, como está detalhado em curetagem ainda se faz. Sangramento após a menopausa que motivou o exame merece fechamento do diagnóstico, e não só alívio do sintoma. A fonte brasileira reforça o ponto: o Protocolo FEBRASGO de Hiperplasia Endometrial, publicado na Femina em 2025, afirma que, diante de suspeita de hiperplasia ou de câncer do endométrio, a biópsia é imperativa, e que a espera por um diagnóstico além de seis semanas tem impacto negativo no prognóstico. Espessamento do endométrio sem sangramento tem conduta própria, definida na diretriz SOGC nº 451, de 2024 (Wolfman et al.).
Uma situação tem padrão diferente e precisa ser dita: a ablação do endométrio. Depois dela, o corrimento aquoso pode durar semanas, e o objetivo do procedimento é reduzir o sangramento menstrual, o que muda o que se espera dos meses seguintes. Na meta-análise de Oderkerk e colaboradores, com 48.071 pacientes, 4,3% acabaram em histerectomia em um ano e 12,4% em cinco. Esse número entra na conversa antes, e não depois.
cortar do artigo, ou mover para dentro do parágrafo da ablação, onde há de fato um percentual em discussão.
Esses prazos saem do acompanhamento de mais de 350 histeroscopias cirúrgicas realizadas desde 2024.
Recuperação, dia a dia
Nas primeiras vinte e quatro horas, repouso relativo, analgésico conforme a prescrição e absorvente externo. Absorvente interno e coletor ficam suspensos enquanto houver sangramento, porque mantêm sangue na vagina e facilitam infecção. Piscina, mar, banheira e sauna também ficam de fora nesse período.
Depois da histeroscopia diagnóstica, a maioria retoma a rotina no mesmo dia. Depois da cirúrgica, o repouso costuma ser de um a dois dias, com ajuste conforme o tipo de trabalho e o que foi feito lá dentro. Relação sexual é liberada pelo médico, e o prazo depende do procedimento: um exame diagnóstico e uma ressecção de mioma não têm a mesma cicatrização.
A menstruação seguinte pode vir adiantada, atrasada ou mais intensa que o habitual, e isso costuma se normalizar no ciclo seguinte. O que se sentiu durante o exame e o que reduz a dor estão em histeroscopia dói, a diferença de recuperação entre as duas modalidades está em histeroscopia diagnóstica e cirúrgica e o preparo, para quem ainda vai fazer, está em como se preparar para a histeroscopia.
Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.
Cobertura pelo plano de saúde
A histeroscopia diagnóstica e a cirúrgica constam no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costumam ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato. Reavaliação por intercorrência no pós-operatório faz parte do acompanhamento da equipe que operou.
O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A endoscopia ginecológica do Instituto de Ginecologia Avançada é conduzida por Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844), com Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944) na cirurgia minimamente invasiva. Cada caso é discutido entre os médicos antes de qualquer decisão.
O que levar na primeira consulta
- Relatório do procedimento, se foi feito em outro serviço
- Resultado da biópsia, quando já liberado
- Anotação de quantos absorventes por dia, e de que tipo
- Registro de temperatura, se houve sensação de febre
- Medicamentos usados desde o procedimento, com dose e horário
- Ultrassom transvaginal prévio, para comparação
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu cirurgião
- Quanto sangramento é esperado no meu caso, considerando o que foi feito?
- A partir de que ponto eu devo ligar, e para qual telefone?
- Quando posso voltar a ter relação sexual?
- Quando volto a trabalhar, considerando o meu tipo de trabalho?
- Quando sai o resultado da biópsia, e quem me avisa?
- Preciso de retorno presencial, e em quanto tempo?
- Minha menstruação deve mudar depois disso?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Sangramento depois da histeroscopia é normal?
É esperado. Depois da diagnóstica, costuma ser leve e durar poucos dias. Depois da cirúrgica, pode se estender por cerca de duas semanas, sempre reduzindo. O sinal de que algo foge do previsto é o sangramento aumentar em vez de diminuir.
Por quantos dias vou sangrar?
Não existe número fixo em diretriz. O que orientamos é observar a curva: sangramento que diminui dia a dia está dentro do previsto; sangramento que cresce, encharca um absorvente por hora por duas horas ou volta mais forte depois de ter parado pede contato imediato.
Cólica depois da histeroscopia é normal?
Sim, nos primeiros dias, e costuma responder a analgésico comum. Dor que aumenta, não cede com a medicação prescrita ou vem com febre não faz parte do esperado.
Quando posso ter relação depois da histeroscopia?
A liberação é médica e depende do que foi feito. Enquanto houver sangramento, a orientação geral é aguardar, pelo mesmo motivo do absorvente interno.
Quando a menstruação volta ao normal?
O ciclo seguinte pode vir adiantado, atrasado ou mais intenso, e costuma se regularizar no ciclo posterior. Alteração que persiste por mais de dois ciclos merece reavaliação.
Como sei que é infecção?
Os sinais são febre a partir de 38 graus, calafrio, corrimento com odor forte, dor em baixo ventre que piora e mal-estar. No ensaio de Nappi e colaboradores, sintomas infecciosos apareceram em 1,15% das pacientes operadas em consultório, e se resolveram com antibiótico.
Posso usar absorvente interno?
Enquanto houver sangramento, não. Absorvente externo, trocado com frequência, é o indicado.
Estou na menopausa e voltei a sangrar depois do exame. É o mesmo sangramento de antes?
Pode não ser. Sangramento pequeno nos primeiros dias tem relação com o procedimento. Sangramento que reaparece depois, fora desse período, precisa de avaliação, principalmente enquanto o resultado da biópsia não estiver fechado.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de endoscopia ginecológica. Se você já fez o procedimento e está em dúvida sobre o que está sentindo, entre em contato sem esperar o retorno agendado.
Referências
- Jansen FW, Vredevoogd CB, van Ulzen K, Hermans J, Trimbos JB, Trimbos-Kemper TC. Complications of hysteroscopy: a prospective, multicenter study. Obstet Gynecol. 2000;96(2):266-270. DOI 10.1016/s0029-7844(00)00865-6 · PMID 10908775
- Nappi L, Di Spiezio Sardo A, Spinelli M, et al. A multicenter, double-blind, randomized, placebo-controlled study to assess whether antibiotic administration should be recommended during office operative hysteroscopy. Reprod Sci. 2013;20(7):755-761. DOI 10.1177/1933719112466308
- De Silva PM, Smith PP, Cooper NAM, Clark TJ; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists. Outpatient Hysteroscopy (Green-top Guideline no. 59). BJOG. 2024;131(13):e86-e110. DOI 10.1111/1471-0528.17907
- Joint Society Practice Guideline from AAGL-ESGE-GCH. Visually Directed Hysteroscopic Biopsy in the Evaluation of Abnormal Uterine Bleeding and Postmenopausal Bleeding. J Minim Invasive Gynecol. 2026;33(8):1027-1040. DOI 10.1016/j.jmig.2026.06.018
- Oderkerk TJ, Beelen P, Bukkems ALA, et al. Risk of Hysterectomy After Endometrial Ablation: A Systematic Review and Meta-analysis. Obstet Gynecol. 2023;142(1):51-60. DOI 10.1097/AOG.0000000000005223
- Wolfman W, Bougie O, Chen I, et al. Guideline No. 451: Asymptomatic Endometrial Thickening in Postmenopausal Women. J Obstet Gynaecol Can. 2024;46(7):102591. DOI 10.1016/j.jogc.2024.102591
- Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Hiperplasia endometrial. Protocolo Febrasgo de Ginecologia nº 31. Femina. 2025;53(6):841-847. DOI 10.61622/0100-7254536202509
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Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. Carlos Guilherme Del Roy, MÉDICO: CRM-SP 216.943 · Ginecologista: RQE 128.844, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
