A resposta
A histeroscopia dói em graus muito diferentes, e a maioria das mulheres descreve uma cólica forte que dura poucos minutos. A variação não é sorte: ela depende da técnica de entrada, da espessura do aparelho, de haver ou não uma lesão para retirar no mesmo dia e do que foi combinado com você antes de começar.
Essa é a pergunta que trava o agendamento. Muita mulher adia o exame por meses depois de ouvir o relato ruim de alguém, e esse receio tem fundamento: durante muito tempo a dor de procedimento feito em consultório foi tratada como incômodo passageiro. Isso mudou. Hoje a orientação é que as opções para aliviar a dor sejam discutidas com você antes, e que ninguém subestime a dor que você relata.
Não dá para garantir que você não vá sentir nada. O que segue é o que dói, o que reduz a dor e o que você pode pedir antes de subir na mesa. E basta dizer a qualquer momento que a dor ficou grande demais: a equipe interrompe na hora.
Onde exatamente dói
A dor tem três origens, e cada uma responde a uma conduta diferente.
A primeira é a passagem pelo colo, a entrada estreita do útero, no fundo da vagina. Um aparelho fino passa por ali com incômodo de cólica. Um colo mais fechado, de quem nunca teve parto normal ou já entrou na menopausa, pode exigir dilatação, e a dilatação é a parte que a maioria descreve como pior.
A segunda é a abertura da cavidade. Para enxergar por dentro, o útero precisa ser aberto por um líquido, hoje soro. Quanto maior a pressão, maior a dor, e por isso usamos a menor pressão que ainda permite enxergar bem.
A terceira é o manuseio do colo com o espéculo, aquele aparelho de metal do exame ginecológico, e com uma pinça. Essa parte pode ser eliminada, e é aí que mora a diferença entre um exame tolerável e um exame ruim.
Quando o exame é indicado
Sangramento fora do comum, sangramento depois da menopausa, suspeita de pólipo ou de mioma crescendo para dentro do útero, camada interna do útero espessada no ultrassom, investigação de dificuldade para engravidar ou de perdas repetidas, aderências dentro do útero, e colocação ou retirada de DIU em situações difíceis.
O que reduz a dor de verdade
A técnica que mais muda a experiência chama-se vaginoscopia, e ela dispensa o espéculo e a pinça: o aparelho entra pela vagina aberta pelo próprio soro e encontra o colo sob visão direta. Comparada à entrada tradicional, ela dói menos, encurta o exame e causa menos efeitos indesejados, com a mesma chance de dar certo.
| O que se discute | Ajuda | Como fazemos |
|---|---|---|
| Anti-inflamatório por boca antes | Depende | Orientado uma hora antes; sozinho, não reduziu a dor nos estudos recentes |
| Entrada sem espéculo e sem pinça | Sim, é o que mais reduz a dor | Técnica padrão no consultório |
| Anestesia local no colo | Depende | Não usamos de rotina quando a entrada é sem espéculo; entra quando há dilatação prevista ou aparelho mais grosso |
| Aparelho mais fino | Sim | Usamos o menor calibre disponível |
| Sedação leve | Pouco | Não usamos de rotina, porque alivia pouco e traz mais efeitos indesejados |
| Distração, vídeo explicativo antes, estímulo elétrico na pele | Sim | Combinado caso a caso |
| Anestesia geral ou raquianestesia | Sim | Opção legítima, e você deve ser informada de que ela existe |
Alguns remédios estudados ajudaram e outros não. Entre os que reduziram a dor estão um analgésico mais forte que o comum, uma medicação usada por via vaginal para amolecer o colo e um anestésico aplicado em lavagem no colo. Um anti-inflamatório sozinho e a mesma medicação do colo tomada por boca não fizeram diferença. A escolha é combinada com você, porque o que funciona para uma mulher não funciona para outra.
Só neste ano já foram 182 histeroscopias cirúrgicas. O que fazer pela dor é combinado antes do procedimento, não na hora.
Quanto tempo até você voltar ao normal
Depois do exame que só olha, o esperado é cólica leve por algumas horas e sangramento em pequena quantidade por alguns dias. A maioria retoma a rotina no mesmo dia. Depois do exame que também trata, o repouso costuma ser de um a dois dias.
Complicações existem e são pouco frequentes. Em um levantamento com mais de treze mil procedimentos, algo saiu do previsto em cerca de 1 em cada 1.000 exames feitos só para olhar e em cerca de 1 em cada 100 quando houve tratamento na mesma entrada. A complicação mais comum foi a perfuração do útero, e cerca de metade delas aconteceu no momento da entrada. Por isso se entra sob visão direta e se evita dilatar o colo à toa.
Perguntas frequentes
Histeroscopia é pior que um exame de toque?
Para muitas mulheres a sensação é de cólica menstrual forte por poucos minutos, diferente do toque. Quem tem o colo mais fechado, nunca teve parto normal ou já está na menopausa tende a sentir mais, e é nesse grupo que a técnica e o alívio da dor pesam mais.
Histeroscopia precisa de anestesia?
Não de rotina, quando o exame é só para olhar e a entrada é feita sem espéculo. Anestesia geral ou raquianestesia continua sendo opção, e você deve ser informada de que existe.
Dá para fazer sem anestesia nenhuma?
A maior parte dos exames diagnósticos é feita assim, com anti-inflamatório uma hora antes. Isso não significa que precise ser assim no seu caso, nem que você deva seguir se a dor for grande.
Quanto tempo dura a dor depois?
A cólica costuma ceder em horas e responde a analgésico comum. Dor que aumenta em vez de diminuir, ou que vem com febre, não faz parte do esperado e merece contato.
Existe risco de perfurar o útero?
Existe, e é baixo. Foi a complicação mais comum no maior levantamento disponível, e metade dos casos aconteceu na entrada, motivo pelo qual se entra enxergando o caminho.
Se eu sentir muita dor, o exame para?
Para. Você deve ser avisada disso antes, e a equipe interrompe assim que você sinalizar.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que essa é a pergunta que trava o agendamento, e que muita mulher adia o exame meses depois de ouvir o relato ruim de alguém. A resposta honesta é que dói em graus muito diferentes, e que a variação não é sorte: ela depende da técnica de entrada, do calibre do aparelho, de haver ou não uma lesão a retirar no mesmo tempo e do que foi combinado com você antes de começar.
O que mudou é institucional. Até pouco tempo atrás, a dor de procedimento feito em consultório era tratada como incômodo passageiro. Em 2024, as U.S. Selected Practice Recommendations dos CDC (Curtis et al., MMWR) firmaram que opções de analgesia precisam ser discutidas em procedimentos uterinos de consultório. Em 2025, o ACOG publicou o Clinical Consensus nº 9, que cita a histeroscopia pelo nome, afirma que profissionais de saúde não devem subestimar a dor relatada e reconhece o viés e o racismo estrutural na forma de avaliá-la. A RCOG Green-top 59, revista em 2024 (De Silva et al., BJOG), escreve que você deve ser avisada antes de que basta dizer a qualquer momento que a dor está grande demais: a equipe interrompe o exame na hora.
Não dá para garantir que você não vá sentir nada. O que se sabe é o que dói, o que reduz a dor com evidência e o que você pode pedir antes de subir na mesa. Protocolo brasileiro sobre o tema não existe: nem a FEBRASGO nem o Ministério da Saúde publicaram um. Estudo existe, na RBGO, revista da própria FEBRASGO.
Por que a histeroscopia dói, e onde exatamente
A dor tem três origens, e cada uma responde a uma conduta diferente.
A primeira é a passagem pelo colo do útero. O canal é estreito e tem inervação própria. Um aparelho fino passa por ele com incômodo de cólica; um colo fechado, de quem nunca teve parto vaginal ou já entrou na menopausa, exige dilatação, e a dilatação é a parte que a maioria descreve como pior.
A segunda é a distensão da cavidade. Para enxergar por dentro, o útero precisa ser aberto por um líquido, hoje soro fisiológico. Pressão alta dói mais, e a Green-top 59 recomenda instilar o soro na menor pressão que ainda dê visão satisfatória, com grau A. A revisão sistemática de De Silva e colaboradores em 2021, no Journal of Minimally Invasive Gynecology, foi montada para medir o efeito do tipo, da pressão e da temperatura desse líquido sobre a dor.
A terceira é o próprio manuseio do colo com espéculo e pinça. Essa parte pode ser eliminada, e é aqui que mora a diferença prática entre um exame tolerável e um exame ruim.
Quando a histeroscopia é indicada
Sangramento uterino anormal fora ou depois da menopausa, suspeita de pólipo ou de mioma que cresce para dentro da cavidade, espessamento do endométrio no ultrassom, investigação de dificuldade para engravidar ou de perdas repetidas, aderências dentro do útero, e colocação ou retirada de DIU em situações difíceis. A Green-top 59 recomenda que todo serviço de ginecologia mantenha um ambulatório de histeroscopia dedicado, com grau A.
Nem toda indicação exige o mesmo exame: a diferença entre olhar e operar está em histeroscopia diagnóstica e cirúrgica, e o motivo de a biópsia hoje ser dirigida pela visão está em curetagem ainda se faz.
Como é feita, e o que de fato reduz a dor
A técnica de entrada chamada vaginoscopia dispensa espéculo e pinça: o aparelho entra pela vagina distendida pelo próprio soro e encontra o colo sob visão direta. A Green-top 59 coloca a vaginoscopia como técnica padrão do ambulatório, com grau A. A meta-análise de Khoiwal e colaboradores, publicada no International Journal of Gynaecology and Obstetrics em 2024, reuniu sete ensaios randomizados e 2.723 pacientes: a vaginoscopia reduziu a dor durante o exame, encurtou o tempo de procedimento e produziu menos efeitos colaterais, com a mesma taxa de falha da técnica tradicional.
| O que se discute | O que a evidência mostra |
|---|---|
| Anti-inflamatório oral antes | A Green-top 59 orienta dose padrão uma hora antes; em Bracken et al. (2025), diclofenaco isolado não reduziu a dor |
| Vaginoscopia | Menos dor, menos tempo e menos efeitos colaterais que a entrada com espéculo (Khoiwal et al., 2024) |
| Anestesia local no colo | A Green-top 59 não recomenda de rotina quando a entrada é por vaginoscopia; considera quando há espéculo, dilatação prevista ou aparelho com 5 mm ou mais |
| Calibre do aparelho | Usar o menor diâmetro disponível, com grau B na Green-top 59 |
| Sedação consciente | Não deve ser usada de rotina, com grau B. A meta-análise de De Silva et al. (2021) mostrou redução mínima de dor frente à anestesia local e mais efeitos adversos |
| Medidas não farmacológicas | Distração verbal, estimulação elétrica transcutânea e vídeo informativo antes reduziram a dor em ensaios randomizados (Bracken et al., 2025) |
| Anestesia geral ou raquianestesia | Opção legítima, e a Green-top 59 manda que você seja informada de que ela existe |
A revisão de Bracken e colaboradores, de 2025, reuniu dezesseis ensaios randomizados recentes: tramadol, misoprostol por via vaginal e lidocaína em lavagem cervical reduziram a dor, enquanto diclofenaco isolado e misoprostol por via oral não mostraram diferença. Isso não vira receita única. O consenso do ACOG de 2025 insiste em decisão compartilhada, porque o que funciona para uma paciente não funciona para outra.
Foram 182 histeroscopias cirúrgicas nos primeiros nove meses de 2026, com ressectoscópio e sob visão direta, e o esquema de analgesia é definido antes de cada procedimento.
Em Coimbra et al. (2023), com 1.418 histeroscopias de consultório, a tolerância foi ruim ou péssima em 14,9%, pior na menopausa e em quem nunca teve parto vaginal.
Recuperação
Depois da diagnóstica, cólica leve por algumas horas e sangramento em pequena quantidade por alguns dias são o esperado, e a maioria retoma a rotina no mesmo dia. Depois da cirúrgica, o repouso costuma ser de vinte e quatro a quarenta e oito horas. Os sinais que pedem contato imediato estão em sangramento depois da histeroscopia.
Complicações existem e são pouco frequentes. No estudo prospectivo multicêntrico de Jansen e colaboradores, em Obstetrics and Gynecology, com 13.600 procedimentos, a taxa global de complicação foi de 0,28%, sendo 0,13% nos exames diagnósticos e 0,95% nos cirúrgicos. A perfuração do útero foi a complicação cirúrgica mais frequente, e cerca de metade delas aconteceu na entrada, o que sustenta a orientação atual de entrar sob visão direta e evitar dilatação desnecessária.
O resultado esperado depende da indicação, do tipo de lesão e do que for encontrado lá dentro. Definimos isso na consulta.
Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.
Cobertura pelo plano de saúde
A histeroscopia diagnóstica e a cirúrgica constam no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costumam ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e o pedido segue com relatório clínico e os códigos do procedimento.
O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A endoscopia ginecológica do Instituto de Ginecologia Avançada é conduzida por Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844), com Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944) na cirurgia minimamente invasiva. Cada caso é discutido entre os médicos antes de qualquer decisão.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal recente, com o laudo completo e não só a conclusão
- Resultado de biópsia ou de histeroscopia anterior, se já fez
- Anotação do padrão de sangramento nos últimos três meses
- Medicamentos em uso, inclusive anticoagulante e hormônio
- Se já teve parto vaginal, cesárea ou cirurgia no colo do útero
- Relato de experiência dolorosa em exame anterior, com o que ajudou e o que piorou
O preparo completo está em como se preparar para a histeroscopia.
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu cirurgião
- Você usa vaginoscopia, sem espéculo e sem pinça no colo?
- Qual o diâmetro do aparelho que você vai usar em mim?
- Quais opções de analgesia estão disponíveis, e qual você indica no meu caso?
- Se eu pedir para parar no meio, o exame para?
- Há chance de já tratar no mesmo tempo, ou é só para olhar?
- Se a dor inviabilizar o exame no consultório, qual é o plano seguinte?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Histeroscopia é pior que um exame de toque?
Para muitas mulheres a sensação é de cólica menstrual forte por poucos minutos, diferente do toque. Quem tem colo fechado, nunca teve parto vaginal ou já está na menopausa tende a sentir mais, e é nesse grupo que a escolha da técnica e da analgesia pesa mais.
Histeroscopia diagnóstica precisa de anestesia?
Não de rotina. A Green-top 59 de 2024 não recomenda anestesia local de rotina quando a entrada é por vaginoscopia, e desaconselha sedação consciente de rotina. Anestesia geral ou raquianestesia continua sendo opção, e você deve ser informada de que existe.
Dá para fazer histeroscopia sem anestesia nenhuma?
A maior parte dos exames diagnósticos é feita assim, com anti-inflamatório oral uma hora antes. Isso não significa que precise ser assim no seu caso, nem que você deva aceitar seguir se a dor for grande.
Tomar remédio antes ajuda mesmo?
A Green-top 59 orienta anti-inflamatório não esteroidal uma hora antes. Em Bracken e colaboradores (2025), tramadol, misoprostol vaginal e lidocaína em lavagem cervical reduziram a dor; diclofenaco isolado e misoprostol oral não mudaram os escores.
Quanto tempo dura a dor depois?
A cólica costuma ceder em horas e responde a analgésico comum. Dor que aumenta em vez de diminuir, ou que vem com febre, não é parte do esperado e merece contato.
Existe risco de perfurar o útero?
Existe, e é baixo. No levantamento holandês com 13.600 procedimentos, a perfuração foi a complicação cirúrgica mais frequente, dentro de uma taxa global de 0,28%, e metade dos casos ocorreu na entrada, motivo pelo qual se entra sob visão direta.
Se eu sentir muita dor, o exame para?
Para. A Green-top 59 é explícita: você deve ser avisada disso antes, e a equipe interrompe assim que você sinalizar, ou assim que perceber que a dor não deixa você falar.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de endoscopia ginecológica. A consulta define se a histeroscopia é o exame indicado para você, qual técnica se aplica e qual analgesia faz sentido no seu caso.
Referências
- De Silva PM, Smith PP, Cooper NAM, Clark TJ; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists. Outpatient Hysteroscopy (Green-top Guideline no. 59). BJOG. 2024;131(13):e86-e110. DOI 10.1111/1471-0528.17907
- American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Clinical Consensus-Gynecology. Pain Management for In-Office Uterine and Cervical Procedures: ACOG Clinical Consensus No. 9. Obstet Gynecol. 2025;146(1):161-177. DOI 10.1097/AOG.0000000000005911
- Curtis KM, Nguyen AT, Tepper NK, et al. U.S. Selected Practice Recommendations for Contraceptive Use, 2024. MMWR Recomm Rep. 2024;73(3):1-77. DOI 10.15585/mmwr.rr7303a1 · PMID 39106301
- Khoiwal K, Zaman R, Bahurupi Y, Gaurav A, Chaturvedi J. Comparison of vaginoscopic hysteroscopy and traditional hysteroscopy: A systematic review and meta-analysis. Int J Gynaecol Obstet. 2024;164(1):47-55. DOI 10.1002/ijgo.14902
- De Silva PM, Carnegy A, Graham C, Smith PP, Clark TJ. Conscious sedation for office hysteroscopy: A systematic review and meta-analysis. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2021;266:89-98. DOI 10.1016/j.ejogrb.2021.09.001
- De Silva PM, Stevenson H, Smith PP, Clark TJ. A Systematic Review of the Effect of Type, Pressure, and Temperature of the Distension Medium on Pain During Office Hysteroscopy. J Minim Invasive Gynecol. 2021;28(6):1148-1159.e2. DOI 10.1016/j.jmig.2021.01.003
- Bracken O, Woodsmith A, Newell M. Pharmacological and non-pharmacological interventions for pain control in outpatient hysteroscopy: A systematic review. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2025;306:35-46. DOI 10.1016/j.ejogrb.2025.01.004
- Jansen FW, Vredevoogd CB, van Ulzen K, Hermans J, Trimbos JB, Trimbos-Kemper TC. Complications of hysteroscopy: a prospective, multicenter study. Obstet Gynecol. 2000;96(2):266-270. DOI 10.1016/s0029-7844(00)00865-6 · PMID 10908775
- Coimbra AC, Falcão V, Pinto P, Cavaco-Gomes J, et al. Predictive Factors of Tolerance in Office Hysteroscopy: a 3-Year Analysis from a Tertiary Center. Rev Bras Ginecol Obstet. 2023;45(1):38-42. DOI 10.1055/s-0043-1764361
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Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. Carlos Guilherme Del Roy, MÉDICO: CRM-SP 216.943 · Ginecologista: RQE 128.844, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
