A resposta
A colocação do DIU pelo plano de saúde consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura. A autorização depende de cada contrato.
Esse assunto costuma ser respondido por quem vende plano, e não por quem coloca o dispositivo, e a resposta que circula quase nunca explica o que de fato decide o pedido. Vamos pela parte clínica, que é a nossa, e que é justamente a que você pode influenciar.
O dispositivo e o procedimento seguem análises que podem correr separadas, e o que sustenta as duas é o mesmo documento: o relatório médico. Existe ainda uma segunda situação, menos conhecida, que muda todo o trâmite: quando a colocação ou a retirada precisa ser feita sob visão direta, com uma câmera fina dentro do útero. Aí já não se trata de um procedimento de consultório.
Por que o relatório decide o pedido
O relatório é o texto em que o médico registra por escrito a razão clínica do que está sendo pedido. Ele não é formalidade: é a peça que a análise lê. Um relatório que diz apenas "solicito DIU" abre espaço para pergunta de volta, e pergunta de volta é tempo.
O que costuma sustentar bem um pedido é a descrição do seu quadro, com a queixa e há quanto tempo ela existe, o que já foi tentado antes e por que não serviu, os achados do exame e do ultrassom, a indicação do tipo de dispositivo com a justificativa dessa escolha, e o nome do procedimento com o código correspondente.
Quando a indicação é sangramento menstrual aumentado, e não contracepção, isso precisa estar escrito com essas palavras, porque muda a natureza do pedido: passa a ser tratamento.
Consultório ou centro cirúrgico
A maior parte das colocações acontece em consultório, em poucos minutos, e não exige autorização de internação. O caminho administrativo muda junto com o cenário clínico.
| Situação | Onde é feito | O que entra no pedido |
|---|---|---|
| Colocação de rotina, colo acessível | Consultório | O procedimento e o dispositivo |
| Dor prévia importante ou colo difícil previsto | Consultório com anestésico local, ou centro cirúrgico | Procedimento, dispositivo e a justificativa do ambiente |
| Tentativa anterior sem sucesso | Centro cirúrgico, sob visão direta | Procedimento com câmera, dispositivo e o relato da tentativa |
| Fios não encontrados no exame | Centro cirúrgico ou ambulatório de histeroscopia | Procedimento com câmera e o exame de imagem que motivou |
| Cavidade alterada por mioma, pólipo ou septo | Centro cirúrgico | Tratamento da lesão e, no mesmo tempo ou depois, a colocação |
| Retirada de dispositivo aderido ou fora de posição | Centro cirúrgico, sob visão direta | Procedimento com câmera e a imagem que documentou a posição |
O que não entra em nenhum desses pedidos é exame de triagem desnecessário. Não há exigência de hemograma, preventivo nem exames de sangue para infecções para colocar um DIU, e colocar no mesmo dia da consulta virou padrão quando a gravidez foi razoavelmente afastada. Pedir exame que a recomendação não pede atrasa o seu agendamento sem acrescentar segurança.
Como é a colocação com a câmera
A histeroscopia é o exame que olha por dentro do útero com uma óptica fina que entra pelo colo, com soro abrindo a cavidade. A recomendação internacional é que todo serviço de ginecologia ofereça esse exame em ambiente ambulatorial, e ela lista, entre as finalidades dessa oferta, justamente a colocação e a retirada de dispositivos intrauterinos.
Sob visão direta, o canal do colo é percorrido com o próprio aparelho, sem manobra às cegas, e a cavidade é inspecionada antes de o dispositivo ser posicionado. Isso resolve as situações em que a colocação de consultório não avançou, e resolve também a retirada de um dispositivo cujos fios não são encontrados.
Quem tende a precisar desse caminho é quem tem colo estreito, cirurgia prévia no colo, útero em posição muito angulada ou tentativa anterior frustrada. Nunca ter tido filho aumenta a dificuldade de colocação, o que não contraindica o método. O remédio que amoleceria o colo não resolve esse impasse: os seis estudos que testaram não mostraram diferença na falha de colocação.
Das mais de 300 colocações que fizemos desde 2024, parte foi no consultório e parte no centro cirúrgico, com histeroscopia. O pedido ao plano não é o mesmo nos dois casos.
Depois do procedimento
Depois da colocação de consultório, cólica que cede em minutos a poucas horas e sangramento em borra por alguns dias. Depois de um procedimento com câmera e sedação, o retorno às atividades costuma ser rápido, com sangramento leve nos primeiros dias.
Procure atendimento, sem esperar o retorno, se houver febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso. Perfuração do útero e infecção pélvica são incomuns, e são justamente os problemas que pedem avaliação rápida.
Perguntas frequentes
O plano cobre a colocação do DIU?
A inserção consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura. A autorização depende de cada contrato, e quem informa carência, rede e prazos é a sua operadora.
Preciso de autorização prévia?
Na maior parte dos casos sim, e é para isso que serve o relatório médico. Procedimento feito em centro cirúrgico costuma ter análise mais detalhada do que o de consultório.
Preciso fazer exames antes de pedir?
Não há exigência de hemograma, preventivo nem exames de sangue para infecções. O ultrassom transvaginal é útil pela informação clínica que dá sobre a cavidade, e não como requisito burocrático.
Por que o meu caso foi encaminhado para histeroscopia?
As razões mais comuns são tentativa anterior sem sucesso, colo estreito ou operado, fios não encontrados, dispositivo fora de posição e alteração da cavidade, como mioma que cresce para dentro ou pólipo.
Dá para colocar o DIU com sedação?
Existe a colocação em ambiente cirúrgico com sedação, indicada por critério clínico. A discussão sobre as opções de alívio da dor faz parte do procedimento, e é conversada com você antes.
A troca do DIU segue o mesmo caminho?
Segue a mesma lógica: relatório com a indicação, o procedimento e o dispositivo. Quando a retirada do antigo exige visão direta, o pedido passa a ser o do procedimento com câmera.
Qual tipo de DIU eu devo pedir?
Isso se define na consulta, pelo seu padrão de fluxo e pela sua história clínica. Quando a indicação é reduzir sangramento, o tipo indicado é o hormonal, e isso precisa estar escrito no relatório.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que esse assunto costuma ser respondido por quem vende plano, e não por quem coloca o dispositivo, e que a resposta que você encontra quase nunca explica o que decide o pedido. Vamos pela parte clínica, que é a nossa.
A inserção do DIU consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato. O dispositivo em si e o procedimento seguem análises que podem correr separadas, e o que sustenta as duas é o mesmo documento: o relatório médico.
Existe ainda uma segunda situação, menos conhecida e que muda todo o trâmite: quando a colocação ou a retirada precisa ser feita sob visão direta, por histeroscopia. Aí não se trata mais de um procedimento de consultório, e o pedido tem outra estrutura. A última parte deste texto explica quando isso acontece e por quê.
Por que o relatório médico decide o pedido
O relatório é o texto em que o médico registra por escrito a razão clínica do que está sendo pedido. Ele não é formalidade: é a peça que a análise lê. Um relatório que diz apenas "solicito DIU" abre espaço para pergunta de volta, e pergunta de volta é tempo.
O que costuma sustentar bem um pedido é a descrição do quadro, com a queixa e há quanto tempo ela existe, o que já foi tentado antes e por que não serviu, os achados do exame e do ultrassom, a indicação do tipo de dispositivo, com a justificativa clínica dessa escolha, e o nome do procedimento com o código correspondente na tabela de referência. Quando a indicação é sangramento menstrual aumentado, e não contracepção, isso precisa estar escrito com essas palavras, porque muda a natureza do pedido: passa a ser tratamento. A revisão Cochrane de Bofill Rodriguez e colaboradores (2020) reuniu a evidência dos sistemas intrauterinos liberadores de progestágeno para essa indicação, e é esse o corpo de literatura que o relatório invoca.
Quando o pedido é de consultório e quando é de centro cirúrgico
A maior parte das colocações acontece em consultório, em poucos minutos, e não exige autorização de internação. A tabela separa os dois cenários, porque o caminho administrativo muda junto com o cenário clínico.
| Situação | Onde é feito | O que entra no pedido |
|---|---|---|
| Colocação de rotina, colo acessível | Consultório | Procedimento de inserção e o dispositivo |
| Colocação com dor prévia importante ou colo difícil previsto | Consultório com anestésico local, ou centro cirúrgico | Procedimento, dispositivo e, se for o caso, a justificativa do ambiente cirúrgico |
| Tentativa anterior de colocação sem sucesso | Centro cirúrgico, sob visão direta | Procedimento histeroscópico, dispositivo e relatório descrevendo a tentativa anterior |
| Fios não visualizados, dispositivo não localizado ao exame | Centro cirúrgico ou ambulatório de histeroscopia | Procedimento histeroscópico e o exame de imagem que motivou |
| Cavidade alterada por mioma submucoso, pólipo ou septo | Centro cirúrgico | Tratamento da lesão e, no mesmo tempo ou depois, a colocação |
| Retirada de dispositivo aderido ou fora de posição | Centro cirúrgico, sob visão direta | Procedimento histeroscópico e a imagem que documentou a posição |
O que não entra em nenhum desses pedidos é exame de triagem desnecessário. Não há exigência de hemograma, citologia oncótica nem sorologias para colocar um DIU, e a colocação no mesmo dia da consulta passou a ser o padrão quando a gravidez foi razoavelmente afastada (US SPR, 2024; WHO SPR, 4ª edição, 2025). Pedir exame que a diretriz não pede atrasa o seu agendamento sem acrescentar segurança.
Como é feita a colocação por histeroscopia
A histeroscopia é o exame que olha por dentro do útero com uma óptica fina introduzida pelo colo, com soro distendendo a cavidade. A diretriz Green-top nº 59 do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, revista em 2024 por De Silva e colaboradores, recomenda com grau A que todo serviço de ginecologia ofereça histeroscopia ambulatorial, e lista explicitamente, entre as finalidades dessa oferta, a colocação e a retirada de dispositivos intrauterinos.
Sob visão direta, o canal cervical é percorrido com o próprio aparelho, sem manobra às cegas, e a cavidade é inspecionada antes de o dispositivo ser posicionado. Isso resolve as situações em que a colocação de consultório não avançou, e resolve também a retirada de um dispositivo cujos fios não são encontrados. O que se sente durante o exame, e o que reduz esse desconforto, está em histeroscopia dói. A diferença entre a histeroscopia que só olha e a que trata no mesmo tempo está em histeroscopia diagnóstica ou cirúrgica, e o preparo prático está em como se preparar para a histeroscopia.
Quem tende a precisar desse caminho é quem tem colo estreito, cirurgia prévia no colo, útero em posição muito angulada ou tentativa anterior frustrada. A revisão de Foran e colaboradores (2018) registrou mais dificuldade e mais falha de inserção em mulheres que nunca tiveram filho, o que não contraindica o método e está explicado em colocar DIU sem ter tido filho. Misoprostol antes da colocação não resolve esse impasse: seis de seis ensaios randomizados não mostraram diferença na falha de inserção (Matthews et al., 2016).
A diferença entre os dois pedidos aparece na prática: das mais de 300 colocações desde 2024, as feitas por histeroscopia exigiram justificativa de ambiente cirúrgico, e as de consultório não.
Recuperação e retorno
Depois da colocação de consultório, cólica que cede em minutos a poucas horas e sangramento em borra por alguns dias. Depois de um procedimento histeroscópico com sedação, o retorno às atividades costuma ser rápido, e o que esperar do sangramento nos dias seguintes está em sangramento depois da histeroscopia.
Procure atendimento, sem esperar o retorno, se houver febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso. No maior seguimento publicado do sistema de 52 mg, com 1.751 participantes, a perfuração uterina ocorreu em 0,1% e a infecção pélvica em 0,9% ao longo de todo o uso (Creinin et al., 2022).
Os prazos de afastamento por procedimento estão em Quantos dias de atestado.
Cobertura pelo plano de saúde
A inserção do DIU consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato. Quando a colocação exige histeroscopia, o procedimento pedido passa a ser o histeroscópico, e o pedido costuma incluir a justificativa do ambiente cirúrgico e o exame de imagem que a sustenta.
Fora da saúde suplementar houve mudança em 2026 que vale conhecer. Pelo Relatório de Recomendação nº 1.066 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, tornado público pela Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026, o dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel foi incorporado ao Sistema Único de Saúde para o tratamento de pessoas em idade reprodutiva com leiomioma de útero que apresentam sangramento uterino intenso e são elegíveis à terapia hormonal, conforme protocolo clínico do Ministério da Saúde. A mesma portaria dá às áreas técnicas prazo de até 180 dias para efetivar a oferta, o que significa que a disponibilidade na rede pública se constrói ao longo de 2026.
O passo a passo da autorização está em Cirurgia ginecológica pelo convênio, e o caminho médico diante de uma negativa em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A avaliação, a colocação e a retirada de DIU ficam com Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593), Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844) e Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944). Os procedimentos histeroscópicos são conduzidos pela endoscopia ginecológica, e cada caso é discutido entre os médicos antes do agendamento.
O que levar na primeira consulta
- Carteirinha do plano e documento com foto
- Ultrassom transvaginal recente, com o laudo completo
- Relatório de tentativa anterior de colocação, se houve
- Anotação do seu padrão menstrual, em dias e intensidade
- Exames de sangue recentes, se já tiver
- Lista de medicamentos em uso, anticoagulantes incluídos
A lista completa está em O que levar na primeira consulta.
Perguntas que você deveria fazer ao seu médico
- Meu caso é de colocação em consultório ou em centro cirúrgico?
- O que exatamente vai constar no relatório que sustenta o meu pedido?
- Qual procedimento está sendo solicitado, e com qual código?
- O dispositivo é pedido junto com o procedimento ou em separado?
- Se a autorização demorar, existe alguma conduta no intervalo?
- Quem acompanha o meu retorno depois da colocação?
O que perguntar sobre formação e registro está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
O plano cobre a colocação do DIU?
A inserção do DIU consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e quem informa carência, rede e prazos é a sua operadora.
Preciso de autorização prévia?
Na maior parte dos casos sim, e é para isso que serve o relatório médico. Procedimento feito em centro cirúrgico costuma ter análise mais detalhada do que o de consultório.
Preciso fazer exames antes de pedir?
Não há exigência de hemograma, citologia oncótica nem sorologias para colocar um DIU (US SPR, 2024). O ultrassom transvaginal é útil pela informação clínica que dá sobre a cavidade, e não como requisito burocrático.
Por que o meu caso foi encaminhado para histeroscopia?
As razões mais comuns são tentativa anterior de colocação sem sucesso, colo estreito ou operado, fios não encontrados, dispositivo fora de posição e alteração da cavidade, como mioma submucoso ou pólipo. A Green-top nº 59 de 2024 lista a colocação e a retirada de dispositivos intrauterinos entre as finalidades do serviço de histeroscopia ambulatorial.
Dá para colocar o DIU com sedação?
Existe a colocação em ambiente cirúrgico com sedação, indicada por critério clínico. O ACOG, no consenso de 2025, coloca a discussão das opções de controle de dor como parte do procedimento, e o detalhe está em colocar DIU dói.
A troca do DIU segue o mesmo caminho do pedido?
Segue a mesma lógica: relatório com a indicação, o procedimento e o dispositivo. Quando a retirada do antigo exige visão direta, o pedido passa a ser histeroscópico.
Qual tipo de DIU eu devo pedir?
Isso se define na consulta, pelo seu padrão de fluxo e pela sua história clínica, e a comparação entre os dois está em DIU hormonal ou de cobre. Quando a indicação é reduzir sangramento, o efeito esperado está explicado em DIU faz parar de menstruar.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de ginecologia cirúrgica. A consulta define a indicação, o tipo de dispositivo, o ambiente em que a colocação deve ser feita e produz o relatório que sustenta o seu pedido.
Referências
- De Silva PM, Smith PP, Cooper NAM, Clark TJ; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists. Outpatient Hysteroscopy (Green-top Guideline no. 59). BJOG. 2024;131(13):e86-e110. DOI 10.1111/1471-0528.17907 · PMID 39160077
- Curtis KM, Nguyen AT, Tepper NK, et al. U.S. Selected Practice Recommendations for Contraceptive Use, 2024. MMWR Recomm Rep. 2024;73(3):1-77. DOI 10.15585/mmwr.rr7303a1 · PMID 39106301
- World Health Organization. Selected practice recommendations for contraceptive use. 4th ed. Geneva: World Health Organization; 2025. PMID 41325507
- Foran T, Butcher BE, Kovacs G, Bateson D, O'Connor V. Safety of insertion of the copper IUD and LNG-IUS in nulliparous women: a systematic review. Eur J Contracept Reprod Health Care. 2018;23(5):379-386. DOI 10.1080/13625187.2018.1526898 · PMID 30382754
- Matthews LR, O'Dwyer L, O'Neill E. Intrauterine Device Insertion Failure After Misoprostol Administration: A Systematic Review. Obstet Gynecol. 2016;128(5):1084-1091. DOI 10.1097/AOG.0000000000001696 · PMID 27741184
- Creinin MD, Schreiber CA, Turok DK, Cwiak C, Chen BA, Olariu AI. Levonorgestrel 52 mg intrauterine system efficacy and safety through 8 years of use. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):871.e1-871.e7. DOI 10.1016/j.ajog.2022.05.022 · PMID 35569516
- Bofill Rodriguez M, Lethaby A, Jordan V. Progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2020;6(6):CD002126. DOI 10.1002/14651858.CD002126.pub4 · PMID 32529637
- American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Clinical Consensus-Gynecology. Pain Management for In-Office Uterine and Cervical Procedures: ACOG Clinical Consensus No. 9. Obstet Gynecol. 2025;146(1):161-177. DOI 10.1097/AOG.0000000000005911 · PMID 40373312
- Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Relatório de Recomendação nº 1.066: ácido tranexâmico e dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel (DIU-LNG) para pacientes com leiomioma de útero com sangramento uterino intenso. Brasília: Ministério da Saúde; dezembro de 2025. gov.br/conitec
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026. Diário Oficial da União, nº 7, Seção 1, 12 jan. 2026, p. 66. Publicada como nº 101 e retificada para nº 7.
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Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. Kevin F. A. Oliveira, MÉDICO: CRM-SP 196.633 · Ginecologista: RQE 110.796, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
