A resposta
Colocar DIU dói, em graus muito diferentes de uma mulher para outra, e essa dor dura o tempo do procedimento, que é de poucos minutos.
A pergunta costuma chegar depois de ler relatos duros na internet, e muita mulher desiste antes mesmo de marcar a consulta. Não dá para garantir ausência de dor. O que segue é o que dói, o que reduz essa dor, o que não reduz, e o que você pode pedir antes de subir na mesa.
Até pouco tempo atrás, a dor da colocação era tratada como incômodo passageiro pelas próprias recomendações internacionais. Isso virou nos últimos anos. Hoje está escrito que a dor relatada pela mulher não deve ser subestimada, que faltam opções bem estudadas de alívio, e que a maneira como essa dor é compreendida e tratada sofre influência de preconceito. A conversa sobre alívio passou a fazer parte do procedimento, e não a ser um favor concedido a quem tem coragem de pedir.
O que exatamente dói
A colocação não é um momento só. São três, com origens de dor diferentes, o que explica por que duas mulheres descrevem a mesma consulta de formas opostas.
O primeiro é a pinça no colo do útero. Para alinhar o canal, o colo precisa ser segurado, e essa pega dá uma fisgada curta e bem localizada. O segundo é a passagem pelo canal do colo, que tem sensibilidade própria e é mais estreito em quem nunca teve parto normal: aqui a sensação é de cólica que aperta. O terceiro é a chegada ao fundo do útero e a soltura do dispositivo, que provoca contração do útero. É a cólica mais forte do procedimento, e também a mais curta.
Há fatores que nada têm de subjetivos. Em mulheres que nunca tiveram filho, há mais dificuldade de colocação, mais tentativas que não avançam e mais dor durante o procedimento, sem diferença de infecção nem de expulsão. Adolescentes e mulheres com história de dor pélvica de longa data, de violência sexual ou de outras condições dolorosas podem responder de maneira diferente aos analgésicos.
O que você pode pedir antes
A conversa sobre alívio da dor vem antes do procedimento, sempre. Na prática, isso significa perguntar o que você já sentiu em exames anteriores, se houve desmaio ou dor intensa alguma vez, se existe história de dor pélvica de longa data, e combinar de antemão o sinal de interromper. Você pode dizer a qualquer momento que a dor está grande demais, e o procedimento para ali.
Não há exigência de hemograma, preventivo nem exames de sangue para colocar um DIU, e colocar no mesmo dia da consulta virou padrão.
O que reduz a dor de verdade
| Recurso | O que se sabe hoje |
|---|---|
| Gel anestésico aplicado no colo | Ficou em primeiro lugar quando 71 estudos com mais de 10 mil mulheres foram comparados entre si, tanto para a dor da colocação quanto para a da pinça. A própria análise classifica essa evidência como fraca |
| Anestésico líquido aplicado no colo | Segundo colocado na mesma comparação |
| Anestésico dentro da cavidade do útero | Reduziu a dor durante a colocação, em estudos feitos sobretudo com mulheres que nunca tiveram filho |
| Remédio para amolecer o colo antes | Não mudou a falha de colocação em nenhum dos seis estudos que testaram, nem a dor na maioria deles. Saiu da rotina |
| Combinar antes o sinal de parar | Recomendação formal. Você interrompe quando quiser |
Quando a avaliação mostra colo muito fechado, cirurgia prévia no colo ou uma tentativa anterior que não deu certo, a colocação pode ser programada em ambiente cirúrgico, com sedação e sob visão direta.
Só neste ano já foram 180 DIUs colocados, e o que fazer pela dor é combinado antes da colocação.
As primeiras horas e os primeiros meses
A cólica mais forte cede em minutos a poucas horas, e é comum sentir cólica leve e sangramento em borra por alguns dias. Sangramento irregular nos três a seis meses seguintes faz parte da adaptação nos dois tipos de dispositivo.
Procure atendimento, sem esperar o retorno, se houver febre, dor pélvica que piora em vez de melhorar, corrimento com odor, sangramento muito volumoso ou dor na relação que não existia antes. Perfuração do útero e infecção pélvica são incomuns, e são justamente os problemas que pedem avaliação rápida.
Há um aviso que merece frase própria. O DIU falha muito pouco. Quando falha, existe uma chance importante de a gravidez se instalar fora do útero, dentro da trompa, e isso é urgência. O sinal é dor pélvica forte que começa de repente, em geral de um lado, com ou sem atraso menstrual, às vezes com tontura, desmaio ou sangramento diferente do seu padrão. Nesse caso, procure um pronto-socorro no mesmo dia e avise que você usa DIU.
Perguntas frequentes
Dói mais do que um exame de toque?
Costuma doer mais, sim, e por um tempo curto. O toque não passa pelo canal do colo, e a colocação passa. A comparação mais próxima é com uma cólica menstrual forte que dura o tempo do procedimento.
Existe DIU com sedação?
Existe a colocação em ambiente cirúrgico com sedação, indicada por critério clínico: colo muito fechado, cirurgia prévia no colo ou tentativa anterior sem sucesso. Em consultório, os recursos que aparecem melhor nos estudos são os anestésicos locais.
Dá para colocar DIU sem dor nenhuma?
Não é o que os estudos sustentam. Reduzir a dor é realista, aboli-la não é a promessa que fazemos.
Dói mais em quem nunca teve filho?
Dói. Há mais dor, mais dificuldade e mais tentativas que não avançam, sem diferença em infecção ou expulsão.
Tirar o DIU dói igual a colocar?
Em geral incomoda bem menos, porque a retirada não passa aplicador pelo canal: os fios são puxados e o dispositivo dobra ao sair.
Posso tomar algum remédio antes de ir?
Analgésico comum pode ser combinado com quem vai fazer o procedimento. O remédio que amoleceria o colo saiu da rotina, porque não mudou a falha de colocação nos estudos.
E se eu engravidar usando DIU?
É raro. Quando acontece, existe uma chance importante de a gravidez estar fora do útero, na trompa, e isso é urgência. Dor pélvica forte de início repentino pede pronto-socorro no mesmo dia, mesmo sem atraso menstrual.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que essa pergunta chega depois de ler relatos duros na internet, e que muita mulher desiste do DIU antes mesmo de marcar a consulta. A resposta honesta é que dói, em graus muito diferentes de uma mulher para outra, e que até pouco tempo atrás essa dor era tratada como incômodo passageiro pelas próprias diretrizes.
Isso virou, e dá para dizer quando e por quem. Em agosto de 2024, os CDC publicaram a revisão das U.S. Selected Practice Recommendations (Curtis et al., MMWR Recomm Rep), e a primeira das atualizações que o próprio documento destaca é a recomendação sobre medicação para a colocação do DIU. Em maio de 2025, o American College of Obstetricians and Gynecologists publicou o Clinical Consensus nº 9, que escreve com todas as letras que profissionais de saúde não devem subestimar a dor relatada pela paciente, que há necessidade urgente de conhecer melhor as opções de controle de dor, e que viés e racismo estrutural afetam como a dor é compreendida e tratada.
Não dá para garantir ausência de dor. O que segue é o que dói, o que tem evidência de reduzir, o que não tem, e o que você pode pedir antes de subir na mesa.
Por que a colocação do DIU dói, e onde exatamente
A colocação não é um momento só. São três, e cada um tem uma origem de dor diferente.
O primeiro é o pinçamento do colo do útero. Para alinhar o canal, o colo precisa ser segurado por uma pinça, e essa pega dá uma fisgada curta e bem localizada. O segundo é a passagem pelo canal cervical, que tem inervação própria e é mais estreito em quem nunca teve parto vaginal: aqui a sensação é de cólica que aperta. O terceiro é a chegada ao fundo do útero e a liberação do dispositivo, que provoca contração uterina, a cólica mais forte de todo o procedimento, e também a mais curta.
Somam-se a isso fatores que nada têm de subjetivos. A revisão sistemática de Foran e colaboradores (2018) encontrou, em mulheres que nunca tiveram filho, mais dificuldade de inserção, mais falha de inserção e mais dor durante a colocação, sem diferença de infecção nem de expulsão. O ACOG, no consenso de 2025, acrescenta que adolescentes e mulheres com história de dor pélvica crônica, de violência sexual ou de outras condições dolorosas podem ter tolerância e resposta aos analgésicos diferentes.
Quando o controle da dor é indicado, e quem decide
A resposta das diretrizes de 2024 e 2025 é que a conversa sobre analgesia precede o procedimento, sempre, e não fica reservada a quem tem coragem de pedir. O ACOG coloca a decisão compartilhada no centro: o recurso que serve para uma mulher pode não servir para outra, e dados obtidos em um procedimento não podem ser transportados para outro sem cuidado.
Na prática, isso significa perguntar antes o que você já sentiu em exames anteriores, se houve desmaio ou dor intensa alguma vez, se existe história de dor pélvica crônica, e combinar de antemão o sinal de interromper. Você pode dizer a qualquer momento que a dor está grande demais, e o procedimento para ali.
Os exames prévios também foram podados. Não há exigência de hemograma, citologia oncótica nem sorologias para colocar um DIU, e a colocação no mesmo dia da consulta passou a ser o padrão quando a gravidez foi razoavelmente afastada (US SPR 2024; WHO SPR, 4ª edição, 2025).
Como é feito, e o que reduz a dor com evidência
O procedimento em si é ambulatorial e dura poucos minutos. O que muda a experiência é o que se faz antes e durante. A tabela resume o que as revisões recentes mostraram, com as ressalvas de qualidade que elas próprias declaram.
| Recurso | O que a evidência mostra | Fonte |
|---|---|---|
| Gel de lidocaína 4%, 5 mL | Primeiro colocado no ranqueamento de 71 ensaios randomizados com 10.870 mulheres. O ranqueamento vem de comparação em rede, e ensaios isolados de gel não acharam diferença. Os próprios autores classificam a evidência como de baixa qualidade | Ashour et al., 2025 |
| Lidocaína em solução 1%, 10 mL | Segundo colocado no mesmo ranqueamento | Ashour et al., 2025 |
| Anestesia dentro da cavidade uterina | Reduziu a dor durante a colocação em 6 ensaios com 651 mulheres, 68% delas sem filhos. O efeito da própria infusão de líquido não está esclarecido, porque a comparação foi com soro, não com nada | De Azevedo et al., 2026 |
| Misoprostol antes da colocação | 6 de 6 ensaios sem diferença na falha de inserção, 7 de 9 sem diferença na dor, e sem diferença na expulsão. Deixou de ser conduta de rotina | Matthews et al., 2016; US SPR 2024 |
| Conversa prévia e combinado de interrupção | Recomendação formal de decisão compartilhada sobre as opções de controle de dor | ACOG Clinical Consensus nº 9, 2025 |
Nenhuma dessas fontes é brasileira: não há documento nacional dedicado ao controle da dor na colocação do DIU, nem na Femina nem na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. O que a FEBRASGO mantém sobre o método são as diretrizes e recomendações sobre contracepção reversível de longa duração, assinadas por Machado e colaboradores em 2017, que atribuem ao ginecologista a tarefa de adaptar as técnicas de inserção e de facilitar as condições de acesso ao método. A tarefa, portanto, é de quem coloca.
Quando a avaliação mostra colo muito fechado, cirurgia prévia no colo ou tentativa anterior que não deu certo, a colocação pode ser programada em ambiente cirúrgico, com sedação e sob visão direta. Esse caminho está no artigo sobre DIU pelo plano de saúde.
Foram 180 colocações até setembro de 2026, e o alívio da dor entra combinado antes, não improvisado na hora.
Recuperação: as primeiras horas e os primeiros meses
A cólica mais forte costuma ceder em minutos a poucas horas, e é comum sentir cólica leve e sangramento em borra por alguns dias. Sangramento irregular nos três a seis meses seguintes faz parte da adaptação nos dois tipos, comparados em DIU hormonal ou de cobre. No hormonal, a redução do fluxo até a ausência de menstruação é esperada, e o mecanismo está em DIU faz parar de menstruar.
Procure atendimento, sem esperar o retorno, se houver febre, dor pélvica que piora em vez de melhorar, corrimento com odor, sangramento muito volumoso ou dor na relação que não existia antes. No maior seguimento publicado do sistema de 52 mg, com 1.751 participantes, a perfuração uterina ocorreu em 0,1% e a infecção pélvica em 0,9% ao longo de todo o uso (Creinin et al., 2022). São infrequentes, e são os que pedem avaliação rápida.
Os prazos de afastamento por procedimento estão em Quantos dias de atestado.
Cobertura pelo plano de saúde
A inserção do DIU consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato. O fluxo completo, com o relatório médico e os casos em que a colocação precisa de histeroscopia, está no artigo DIU pelo plano de saúde.
O passo a passo da autorização está em Cirurgia ginecológica pelo convênio, e o caminho médico diante de uma negativa em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A colocação e a retirada de DIU no Instituto de Ginecologia Avançada ficam com Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593), Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844) e Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944). Cada caso que exige ambiente cirúrgico é discutido entre os médicos antes do agendamento.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal recente, se já tiver
- Data da última menstruação e o contraceptivo em uso agora
- Relato de exames anteriores que doeram muito ou terminaram em desmaio
- Histórico de cirurgia no colo do útero, conização e cauterização incluídas
- Medicamentos em uso e alergias, principalmente a anestésicos locais
- Anotação do seu padrão menstrual habitual, em dias e intensidade
A lista completa está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de operar estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu médico
- Quais opções de controle de dor você oferece, e qual se aplica a mim?
- Como combinamos o sinal para eu pedir pausa ou interrupção?
- Meu colo e a posição do meu útero sugerem colocação mais difícil?
- Se a colocação não der certo no consultório, qual é o plano seguinte?
- Quem faz o meu retorno, e em quanto tempo?
- O que exatamente devo procurar como sinal de alerta em casa?
O que perguntar sobre formação e registro está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Colocar DIU dói mais do que um exame de toque?
Costuma doer mais, sim, e por um tempo curto. O toque não passa pelo canal cervical, e a colocação passa. A comparação mais próxima é com uma cólica menstrual forte que dura o tempo do procedimento.
Existe DIU com sedação?
Existe a colocação em ambiente cirúrgico com sedação, indicada por critério clínico: colo muito fechado, cirurgia prévia no colo, útero difícil ou tentativa anterior sem sucesso. Em consultório usamos anestésicos locais. O gel lidera as revisões em rede, e o bloqueio paracervical aparece mais em ensaio isolado positivo.
Dá para colocar DIU sem dor nenhuma?
Não é o que a evidência sustenta. O gel de lidocaína 4% foi o recurso mais bem ranqueado em 71 ensaios randomizados, e os próprios autores classificam essa evidência como de baixa qualidade (Ashour et al., 2025). Reduzir a dor é realista, aboli-la não é a promessa que fazemos.
Dói mais em quem nunca teve filho?
A revisão de Foran e colaboradores (2018) encontrou mais dor, mais dificuldade e mais falha de inserção em mulheres sem parto prévio, sem diferença em infecção ou expulsão. O tema está detalhado em colocar DIU sem ter tido filho.
Tirar o DIU dói igual a colocar?
Em geral incomoda bem menos, porque a retirada não passa aplicador pelo canal: os fios são tracionados e o dispositivo dobra ao sair. Quando os fios não são encontrados, a retirada passa a precisar de visão direta.
Posso tomar algum remédio antes de ir?
Analgésico comum pode ser combinado com o seu médico, e o misoprostol saiu da rotina depois de seis ensaios randomizados não mostrarem diferença na falha de inserção nem na expulsão (Matthews et al., 2016). O esquema é decidido por quem vai fazer o procedimento.
Quanto tempo depois de colocar o DIU posso ter relação?
A orientação se individualiza conforme o momento do ciclo, o tipo de dispositivo e o seu conforto. Combine isso na própria consulta de colocação.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de ginecologia cirúrgica. A consulta define se o DIU serve para você, qual tipo faz sentido, quais recursos de controle de dor se aplicam ao seu caso e onde a colocação deve ser feita.
Referências
- Curtis KM, Nguyen AT, Tepper NK, et al. U.S. Selected Practice Recommendations for Contraceptive Use, 2024. MMWR Recomm Rep. 2024;73(3):1-77. DOI 10.15585/mmwr.rr7303a1 · PMID 39106301
- American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Clinical Consensus-Gynecology. Pain Management for In-Office Uterine and Cervical Procedures: ACOG Clinical Consensus No. 9. Obstet Gynecol. 2025;146(1):161-177. DOI 10.1097/AOG.0000000000005911 · PMID 40373312
- Ashour A, H Saad A, Elzahaby I. Network Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials Comparing Safety and Efficacy of Pharmacological Treatments in Reducing Pain During Intrauterine Device Insertion. Sultan Qaboos Univ Med J. 2025;25(1):813-838. DOI 10.18295/2075-0528.2900 · PMID 41127231
- De Azevedo RF, Silva IA, Dominguez ACM, Molisani JT, Rodrigues ES, da Silva PHCM. Effectiveness of intrauterine anesthesia on pain management during IUD insertion: A meta-analysis of randomized controlled trials. Contraception. 2026;161:111463. DOI 10.1016/j.contraception.2026.111463 · PMID 42019756
- Matthews LR, O'Dwyer L, O'Neill E. Intrauterine Device Insertion Failure After Misoprostol Administration: A Systematic Review. Obstet Gynecol. 2016;128(5):1084-1091. DOI 10.1097/AOG.0000000000001696 · PMID 27741184
- Foran T, Butcher BE, Kovacs G, Bateson D, O'Connor V. Safety of insertion of the copper IUD and LNG-IUS in nulliparous women: a systematic review. Eur J Contracept Reprod Health Care. 2018;23(5):379-386. DOI 10.1080/13625187.2018.1526898 · PMID 30382754
- World Health Organization. Selected practice recommendations for contraceptive use. 4th ed. Geneva: World Health Organization; 2025. PMID 41325507
- Creinin MD, Schreiber CA, Turok DK, Cwiak C, Chen BA, Olariu AI. Levonorgestrel 52 mg intrauterine system efficacy and safety through 8 years of use. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):871.e1-871.e7. DOI 10.1016/j.ajog.2022.05.022 · PMID 35569516
- Machado RB, Monteiro IMU, Magalhães J, Guazzelli CAF, Brito MB, Finotti MF, et al. Long-Acting Reversible Contraception. Diretrizes e Recomendações FEBRASGO. Rev Bras Ginecol Obstet. 2017;39(6):294-308. DOI 10.1055/s-0037-1603647 · PMID 28672413
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Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dra. Vanessa M. Sargaço, MÉDICA: CRM-SP 199.937 · Ginecologista: RQE 116.516, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
