A resposta
Dá para colocar DIU sem ter tido filho: nunca ter engravidado não contraindica o dispositivo, nem o de cobre nem o hormonal.
Essa frase contrária chega pronta de muitos lugares, às vezes do próprio consultório, e ouvi-la depois de já ter decidido pelo método é frustrante. Por isso ela merece ser respondida com o que foi de fato medido, e não com opinião.
Uma revisão que reuniu os estudos disponíveis testou exatamente as três preocupações que alimentam o mito. Não encontrou diferença de infecção entre mulheres que já tiveram parto e mulheres que não tiveram. Não encontrou diferença na chance de o dispositivo ser expulso. E registrou que a fertilidade depois da retirada não se mostrou diferente da população geral. A conclusão é textual: o DIU é apropriado para todas as mulheres clinicamente elegíveis, incluindo as que nunca tiveram filho.
O que a mesma revisão encontrou de diferente foi outra coisa, e é honesto dizer: mais dificuldade de colocação, mais tentativas que não avançam e mais dor durante o procedimento. São obstáculos técnicos, e não contraindicações, e cada um tem conduta própria.
De onde vem esse medo
O receio se organiza em torno de três medos, e vale separá-los, porque cada um tem resposta diferente.
O medo da infecção pélvica é o mais antigo, e assusta porque a cabeça o conecta à ideia de infertilidade. Não há diferença de infecção entre quem já teve parto e quem não teve. Num acompanhamento longo de mais de 1.700 usuárias, a maioria sem filhos, a infecção pélvica apareceu em cerca de 1 em cada 100.
O medo da expulsão vem da intuição de que um útero que nunca gestou seria pequeno demais para acomodar o dispositivo. Não há diferença de expulsão entre os dois grupos, e no mesmo acompanhamento longo a expulsão ocorreu em cerca de 4 em cada 100 usuárias, num grupo em que a maioria não tinha filhos.
O medo da infertilidade futura é o que costuma decidir a desistência. A fertilidade depois da retirada não se mostrou diferente da população geral. O DIU age enquanto está dentro do útero, e o efeito termina quando ele sai.
O que sobrou de verdadeiro no mito é a dificuldade técnica da colocação. Ela é real, foi medida, e é por isso que virou pauta de recomendação internacional nos últimos anos, em vez de continuar tratada como algo que você deveria simplesmente suportar.
O que muda na avaliação
O DIU é indicado para quem quer contracepção de longa duração sem depender de lembrar todo dia, e, no caso do hormonal, para quem busca reduzir o fluxo menstrual. Nunca ter tido filho não entra nessa conta como fator de exclusão. A elegibilidade se decide por critérios que analisam condições de saúde, e não histórico de gestações.
O que muda é o planejamento do procedimento.
| O que se perguntou | O que se encontrou em quem nunca teve filho |
|---|---|
| Infecção pélvica | Sem diferença em relação a quem já teve parto |
| Expulsão do dispositivo | Sem diferença em relação a quem já teve parto |
| Fertilidade depois da retirada | Sem diferença em relação à população geral |
| Dor durante a colocação | Maior |
| Dificuldade de colocação | Maior |
| Tentativa que não avança | Mais frequente, ainda que a colocação dê certo na maior parte das vezes |
| Exames exigidos antes | Nenhum exame a mais por não ter tido filho |
| Remédio para amolecer o colo | Não mudou a falha de colocação em nenhum dos seis estudos que testaram |
Como é a colocação nesse caso
A técnica é a mesma. O que muda é o preparo da conversa e a escolha dos recursos de conforto. O canal do colo de quem nunca teve parto normal costuma ser mais estreito e mais sensível, o que torna a passagem do aplicador a parte mais desconfortável do procedimento.
Os recursos que aparecem melhor nos estudos se aplicam bem aqui. O gel anestésico no colo ficou em primeiro lugar quando dezenas de estudos foram comparados entre si, com evidência que os próprios autores classificam como fraca. O anestésico aplicado dentro da cavidade do útero reduziu a dor durante a colocação, em estudos feitos sobretudo com mulheres que nunca tinham tido filho. E a decisão sobre qual usar é conversada com você antes, como parte do procedimento.
Quando a tentativa em consultório não avança, o passo seguinte é programar a colocação em ambiente cirúrgico, com sedação e sob visão direta. Isso não significa que o DIU não serve para você. Significa que o seu colo pede outro cenário.
Já colocamos mais de 300 DIUs desde 2024. Quando o canal é mais estreito, existe a opção de fazer com a câmera, e ela é usada justamente nesses casos.
Os primeiros meses
Cólica que cede em minutos a poucas horas, e cólica leve com sangramento em borra por alguns dias. O padrão menstrual leva de três a seis meses para estabilizar, e o que esperar depende do tipo de dispositivo escolhido.
Procure atendimento, sem esperar o retorno, se houver febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso.
Perguntas frequentes
Meu útero é pequeno demais para o DIU?
Essa é a forma coloquial do medo de expulsão, e não há diferença na chance de expulsão entre quem já teve parto e quem não teve. O ultrassom transvaginal mostra o formato da sua cavidade e responde isso de maneira individual.
O DIU pode me deixar infértil?
A fertilidade depois da retirada não se mostrou diferente da população geral. O efeito contraceptivo depende da presença do dispositivo e termina com a retirada dele.
Dói muito mais em quem nunca teve filho?
Dói mais, e isso está medido. A resposta prática é escolher o recurso de conforto antes e combinar o sinal de interrupção. Nenhuma recomendação atual sustenta pedir que você suporte.
Preciso tomar remédio antes para o colo abrir?
Os seis estudos que testaram não mostraram diferença na falha de colocação, e a maioria também não mostrou diferença na dor. Deixou de ser conduta de rotina.
Como eu sei se o DIU saiu do lugar?
Pedem avaliação: cólica persistente diferente da habitual, sangramento fora do padrão que você vinha tendo, dor na relação que não existia antes, e a percepção de que os fios mudaram de comprimento ou desapareceram. O ultrassom confirma a posição.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que essa frase chega pronta de muitos lugares, às vezes do próprio consultório, e que ouvi-la depois de ter decidido pelo método é frustrante. A resposta é que não existe impedimento: nunca ter tido filho não contraindica o DIU, nem o de cobre nem o hormonal.
A revisão sistemática de Foran e colaboradores, publicada em 2018 no European Journal of Contraception and Reproductive Health Care, testou exatamente as três preocupações que alimentam o mito. Não encontrou diferença nas taxas de infecção entre mulheres que já tiveram parto e mulheres que não tiveram. Não encontrou diferença nas taxas de expulsão. E registrou que a fertilidade após a retirada não se mostrou diferente da população geral. A conclusão dos autores é textual: a contracepção intrauterina é apropriada para todas as mulheres clinicamente elegíveis, incluindo as que nunca tiveram filho, e deve constar entre as opções discutidas na consulta.
O que a mesma revisão encontrou de diferente foi outra coisa, e é honesto dizer: mais dificuldade de inserção, mais falha de inserção e mais dor durante a colocação. São obstáculos técnicos do procedimento, não contraindicações, e cada um tem conduta própria.
Por que o mito existe e por que ele sobreviveu
O receio se organiza em torno de três medos, e cada um tem uma resposta diferente na literatura.
O medo da infecção pélvica é o mais antigo e o que mais assusta, porque se conecta mentalmente à ideia de infertilidade. A revisão de 2018 não encontrou diferença de infecção entre quem já teve parto e quem não teve. No seguimento de oito anos do sistema de 52 mg, com 1.751 participantes, das quais 986 nunca tinham tido filho, a infecção pélvica foi diagnosticada em 0,9% ao longo de todo o período de uso (Creinin et al., 2022).
O medo da expulsão vem da intuição de que um útero que nunca gestou seria pequeno demais para acomodar o dispositivo. A revisão não encontrou diferença de expulsão entre os dois grupos, e no estudo de oito anos a expulsão ocorreu em 4,1% das participantes, uma coorte onde a maioria não tinha filhos.
O medo da infertilidade futura é o que costuma decidir a desistência. Segundo a mesma revisão, as taxas de fertilidade após a retirada não se mostraram diferentes da população geral. O DIU age enquanto está dentro do útero, e o efeito termina quando ele sai.
O que sobrou de verdadeiro no mito é a dificuldade técnica da colocação. Ela é real, foi medida, e é justamente por isso que virou pauta de diretriz em 2024 e 2025, em vez de continuar tratada como algo que a paciente deveria simplesmente suportar.
Há dado brasileiro sobre o que acontece depois da colocação. Num estudo transversal conduzido em Recife, que comparou 84 mulheres que nunca haviam engravidado com 73 que já tinham tido parto, todas com dispositivo intrauterino (Scavuzzi et al., Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2016), não houve diferença entre os dois grupos em adesão, grau de satisfação, motivos de descontinuação, efeitos adversos nem continuidade de uso.
Quando é indicado, e o que muda na avaliação
O DIU é indicado para quem quer contracepção de longa duração sem depender de lembrar todo dia, e para quem busca redução do fluxo menstrual, no caso do hormonal. Nunca ter tido filho não entra nessa conta como fator de exclusão. A elegibilidade se decide pelos critérios médicos da Organização Mundial da Saúde, na 6ª edição publicada em 2025, que analisam condições de saúde, não histórico obstétrico.
O que muda na avaliação é o planejamento do procedimento. A tabela separa o que a evidência mostra de diferente e o que não mostra.
| Aspecto | Em quem nunca teve filho | Fonte |
|---|---|---|
| Infecção pélvica | Sem diferença em relação a quem já teve parto | Foran et al., 2018 |
| Expulsão do dispositivo | Sem diferença em relação a quem já teve parto | Foran et al., 2018 |
| Fertilidade depois da retirada | Sem diferença em relação à população geral | Foran et al., 2018 |
| Dor durante a colocação | Maior | Foran et al., 2018 |
| Dificuldade de inserção | Maior | Foran et al., 2018 |
| Falha de inserção | Maior, ainda que a inserção seja bem-sucedida na maior parte das vezes | Foran et al., 2018; Matthews et al., 2016 |
| Exames exigidos antes | Nenhum exame de triagem adicional por não ter tido filho | US SPR 2024 |
| Misoprostol para facilitar | Sem diferença na falha de inserção em 6 de 6 ensaios randomizados | Matthews et al., 2016 |
Como é feita a colocação nesse caso
A técnica é a mesma, e o que muda é o preparo da conversa e a escolha dos recursos de conforto. O canal cervical de quem nunca teve parto vaginal costuma ser mais estreito e mais sensível, o que torna a passagem do aplicador a parte mais desconfortável do procedimento.
Os recursos com melhor desempenho nas revisões recentes se aplicam bem aqui. O gel de lidocaína 4% foi o primeiro colocado no ranqueamento de 71 ensaios randomizados com 10.870 mulheres, com evidência que os próprios autores classificam como de baixa qualidade (Ashour et al., 2025). A anestesia dentro da cavidade uterina reduziu a dor durante a colocação em seis ensaios com 651 mulheres, das quais 68% nunca tinham tido filho (De Azevedo et al., 2026). O ACOG, no Clinical Consensus nº 9 de 2025, coloca a decisão compartilhada sobre essas opções como parte do procedimento, e não como favor. O detalhamento está em colocar DIU dói.
Quando a tentativa em consultório não avança, o passo seguinte é programar a colocação em ambiente cirúrgico, com sedação e sob visão direta. Isso não significa que o DIU não serve para você: significa que o seu colo pede outro cenário. Esse caminho está em DIU pelo plano de saúde.
Entre as mais de 300 colocações desde 2024, a via histeroscópica é o recurso para o canal do colo estreito, mais frequente em quem nunca teve parto vaginal.
Recuperação e os primeiros meses
Cólica que cede em minutos a poucas horas, cólica leve e sangramento em borra por alguns dias. O padrão menstrual leva de três a seis meses para estabilizar, e o que esperar de cada tipo está comparado em DIU hormonal ou de cobre. No caso do hormonal, a redução do fluxo até a ausência de menstruação é esperada, e o mecanismo está explicado em DIU faz parar de menstruar.
Procure atendimento, sem esperar o retorno, se houver febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso.
Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.
Cobertura pelo plano de saúde
A inserção do DIU consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato. Nunca ter tido filho não altera a análise do pedido.
O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A avaliação, a colocação e a retirada de DIU ficam com Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593), Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844) e Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944). Os casos que exigem ambiente cirúrgico são discutidos entre os médicos antes do agendamento.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal recente, se já tiver
- Data da última menstruação e o contraceptivo em uso agora
- Relato de exames ginecológicos anteriores que doeram muito
- Histórico de cirurgia no colo do útero
- Seus planos de gestação, se existirem, e em que horizonte
- Medicamentos em uso e alergias
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu médico
- Existe alguma condição na minha saúde que restrinja o DIU, fora o fato de eu não ter filhos?
- Quais recursos de controle de dor você oferece na colocação?
- O que acontece se a colocação não for possível no consultório?
- Quando eu quiser engravidar, qual é o passo?
- Em quanto tempo é o primeiro retorno?
- Como eu confiro em casa que o dispositivo continua no lugar?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Meu útero é pequeno demais para o DIU?
Essa é a forma coloquial do medo de expulsão, e a revisão de Foran e colaboradores (2018) não encontrou diferença nas taxas de expulsão entre quem já teve parto e quem não teve. O ultrassom transvaginal mostra o formato da sua cavidade e responde isso de maneira individual.
O DIU pode me deixar infértil?
A revisão de 2018 registra que a fertilidade após a retirada não se mostrou diferente da população geral. O efeito contraceptivo depende da presença do dispositivo e termina com a retirada dele.
Adolescente pode colocar DIU?
A elegibilidade se define pelos critérios médicos da OMS, que analisam condições de saúde, e não pela idade isolada. O ACOG, em 2025, chama atenção para o fato de que adolescentes podem ter tolerância diferente à dor, o que reforça combinar o controle de dor antes.
Dói muito mais em quem nunca teve filho?
Dói mais, e isso está medido. A resposta prática é escolher o recurso de conforto antes, e combinar o sinal de interrupção. Nenhuma diretriz atual sustenta pedir que você suporte.
Preciso tomar misoprostol antes para o colo abrir?
Seis de seis ensaios randomizados não mostraram diferença na falha de inserção com misoprostol, e sete de nove não mostraram diferença na dor (Matthews et al., 2016). Deixou de ser conduta de rotina.
Como eu sei se o DIU saiu do lugar?
Os sinais que pedem avaliação são cólica persistente diferente da habitual, sangramento fora do padrão que você já vinha tendo, dor durante a relação que não existia antes, e a percepção de que os fios mudaram de comprimento ou desapareceram. O ultrassom confirma a posição.
Preciso fazer algum exame antes de colocar?
Não há exigência de hemograma, citologia oncótica nem sorologias para colocar um DIU (US SPR, 2024). A avaliação clínica e o ultrassom orientam o resto.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de ginecologia cirúrgica. A consulta define se o DIU serve para você pelos critérios que realmente pesam, qual tipo faz sentido e como a colocação vai ser conduzida no seu caso.
Referências
- Foran T, Butcher BE, Kovacs G, Bateson D, O'Connor V. Safety of insertion of the copper IUD and LNG-IUS in nulliparous women: a systematic review. Eur J Contracept Reprod Health Care. 2018;23(5):379-386. DOI 10.1080/13625187.2018.1526898 · PMID 30382754
- World Health Organization. Medical eligibility criteria for contraceptive use. 6th ed. Geneva: World Health Organization; 2025. PMID 41325508
- Curtis KM, Nguyen AT, Tepper NK, et al. U.S. Selected Practice Recommendations for Contraceptive Use, 2024. MMWR Recomm Rep. 2024;73(3):1-77. DOI 10.15585/mmwr.rr7303a1 · PMID 39106301
- Creinin MD, Schreiber CA, Turok DK, Cwiak C, Chen BA, Olariu AI. Levonorgestrel 52 mg intrauterine system efficacy and safety through 8 years of use. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):871.e1-871.e7. DOI 10.1016/j.ajog.2022.05.022 · PMID 35569516
- Matthews LR, O'Dwyer L, O'Neill E. Intrauterine Device Insertion Failure After Misoprostol Administration: A Systematic Review. Obstet Gynecol. 2016;128(5):1084-1091. DOI 10.1097/AOG.0000000000001696 · PMID 27741184
- Ashour A, H Saad A, Elzahaby I. Network Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials Comparing Safety and Efficacy of Pharmacological Treatments in Reducing Pain During Intrauterine Device Insertion. Sultan Qaboos Univ Med J. 2025;25(1):813-838. DOI 10.18295/2075-0528.2900 · PMID 41127231
- De Azevedo RF, Silva IA, Dominguez ACM, Molisani JT, Rodrigues ES, da Silva PHCM. Effectiveness of intrauterine anesthesia on pain management during IUD insertion: A meta-analysis of randomized controlled trials. Contraception. 2026;161:111463. DOI 10.1016/j.contraception.2026.111463 · PMID 42019756
- American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Clinical Consensus-Gynecology. Pain Management for In-Office Uterine and Cervical Procedures: ACOG Clinical Consensus No. 9. Obstet Gynecol. 2025;146(1):161-177. DOI 10.1097/AOG.0000000000005911 · PMID 40373312
- Scavuzzi A, Amorim MMR, Souza ASR. Continued Compliance and Degree of Satisfaction in Nulligravida and Parous Women with Intrauterine Contraceptive Devices. Rev Bras Ginecol Obstet. 2016;38(3):132-139. DOI 10.1055/s-0036-1580709 · PMID 27022785
Outros textos sobre diu
Colocar DIU dói? O que mudou nas diretrizes de 2024 e 2025
13 minDIU faz parar de menstruar? Por que isso é esperado e o que acontece no útero
13 minDIU hormonal ou de cobre: como escolher entre os dois
13 minDIU pelo plano de saúde: cobertura, relatório médico e quando precisa de histeroscopia
13 min- Uroginecologia
- Endometriose
- Mioma
- Histeroscopia
- Pólipo endometrial
- Histerectomia
- Cirurgia minimamente invasiva
- DIU
- Cisto e tumor de ovário
- Sangramento uterino
- Dor pélvica
- Antes e depois da cirurgia
Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dra. Vanessa M. Sargaço, MÉDICA: CRM-SP 199.937 · Ginecologista: RQE 116.516, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
