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DIU hormonal ou de cobre: como escolher entre os dois

Entre DIU hormonal e de cobre, quem costuma decidir é a sua menstruação: o hormonal reduz o fluxo, o de cobre aumenta. Veja o que mais pesa nessa escolha.

Retrato do Dr. Kevin F. A. Oliveira, médico ginecologista do Instituto de Ginecologia Avançada Dr. Kevin F. A. Oliveira MÉDICO: CRM-SP 196.633 · Ginecologista: RQE 110.796 Publicado em 26 de junho de 2026
Revisado em 18 de setembro de 2026 · 13 min de leitura

A resposta

Entre DIU hormonal e DIU de cobre, o que costuma decidir é o que você quer que aconteça com a sua menstruação: o hormonal tende a reduzir bastante o fluxo, e o de cobre tende a aumentar o volume e a duração dele.

Essa escolha costuma travar em informação solta de internet, e a pergunta real por trás dela quase nunca é sobre evitar gravidez. Os dois estão na faixa mais eficaz de contracepção que existe, então a eficácia raramente decide. Decidem outras três coisas: o seu fluxo, se alguma condição de saúde restringe hormônio no seu caso, e por quanto tempo você quer ficar sem pensar no assunto.

Detalhes técnicos para profissionais da saúdeO mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes

Por que os dois funcionam de jeitos tão diferentes

O DIU de cobre age pelo próprio metal. O cobre liberado dentro do útero torna o ambiente hostil aos espermatozoides, sem mexer no seu ciclo hormonal. Você continua ovulando e menstruando, porque nada muda no seu eixo hormonal. O efeito indesejado vem do mesmo mecanismo: a reação local aumenta o sangramento. Medido com precisão, o fluxo aumentou cerca de metade ao longo de um ano, e a menstruação passou de perto de cinco para perto de seis dias.

O DIU hormonal libera uma quantidade pequena de hormônio diretamente dentro do útero, e o efeito é quase todo local. O endométrio, que é a camada interna que descama todo mês, fica fino e pouco reativo, e o muco do colo engrossa. É esse endométrio fino que explica os dois efeitos mais comentados: a redução do fluxo e a ausência de menstruação em parte das usuárias.

Qual dos dois serve para você

DIU hormonal DIU de cobre
Hormônio Sim, liberado dentro do útero, com ação quase toda local Nenhum
O que faz com o fluxo Reduz bastante, e em parte das usuárias a menstruação some Aumenta o volume e a duração
Serve para tratar fluxo intenso Sim Não, tende a piorar
Cólica menstrual Costuma diminuir junto com o fluxo Costuma aumentar, sobretudo nos primeiros meses
Quem costuma preferir Quem tem fluxo intenso, cólica forte ou quer menstruar pouco Quem não quer ou não pode usar hormônio
O que pede avaliação específica História pessoal de câncer de mama Fluxo já intenso ou ferro baixo antes de colocar

Duas situações merecem nome próprio. A primeira é o sangramento menstrual aumentado, aquele que encharca o absorvente: o dispositivo hormonal é uma das opções de tratamento estudadas para essa queixa, e a resposta costuma ser rápida. Entre mulheres com fluxo intenso antes de colocar, cerca de 3 em cada 4 já não o descreviam assim ao fim do primeiro ciclo.

A segunda é a história pessoal de câncer de mama, em que a decisão sobre o dispositivo hormonal pede avaliação específica. Leve esse ponto para a consulta.

Sobre anemia, vale a versão honesta, porque essa pergunta costuma ser respondida rápido demais. O DIU de cobre aumenta o fluxo em cerca de metade, e a maioria das mulheres tolera isso bem, sem perder as reservas de ferro. Só que o estudo que sustenta essa tranquilidade foi feito num país onde a alimentação garante ferro de sobra, e a própria conclusão avisa que ela não se estende a lugares onde se come menos ferro. Então, se você já tem fluxo intenso, já teve anemia ou tem ferro baixo, o caminho é dosar o ferro antes de colocar, repetir a dosagem alguns meses depois, e considerar o hormonal.

Como a escolha é feita e como é a colocação

A conversa começa pelo seu padrão menstrual atual, em dias e em intensidade, e pelo que você quer que mude. Segue com o ultrassom transvaginal, que mostra o formato da cavidade e a presença de mioma ou pólipo. Mioma que deforma a cavidade muda a escolha.

A colocação é igual nos dois: em consultório, de poucos minutos, com o colo alinhado por uma pinça e o dispositivo solto no fundo do útero por um aplicador fino.

Colocamos os dois tipos, e em número: mais de 300 desde 2024.

O que esperar nos primeiros meses

Conhecer o calendário de adaptação evita retirar o dispositivo por algo que ia passar. Com o hormonal, escapes e sangramento irregular são comuns até o terceiro mês, o padrão começa a se organizar entre o terceiro e o sexto, e a partir daí o fluxo fica reduzido, com escapes raros. Com o de cobre, o fluxo vem mais volumoso e mais longo nos primeiros meses e depois se acomoda num novo padrão. Nos dois, ao retirar, o ciclo que você tinha volta.

Complicações são infrequentes nos dois: perfuração do útero em cerca de 1 em cada 1.000 usuárias, infecção pélvica em cerca de 1 em cada 100 e expulsão em cerca de 4 em cada 100. Febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso pedem avaliação sem esperar o retorno.

Perguntas frequentes

Qual dos dois dura mais?

Os dois são de longa duração, com anos de uso documentados. O prazo que vale para você é o da bula do dispositivo colocado.

O DIU de cobre vai me deixar anêmica?

O fluxo aumenta cerca de metade, e a maioria das mulheres não perde reservas de ferro por causa disso. O ponto de atenção é quem já tem fluxo intenso, anemia ou ferro baixo antes de colocar: nesse caso dosamos o ferro antes e depois, e o de cobre costuma não ser a escolha.

DIU hormonal engorda ou dá espinha?

A liberação do hormônio é quase toda local, e a quantidade que circula no sangue é pequena. Queixas de pele e de peso aparecem em parte das usuárias e merecem ser avaliadas uma a uma, sem serem atribuídas ao dispositivo por automatismo nem descartadas de saída.

Tenho mioma, posso usar DIU?

Depende de onde ele está. Mioma que não deforma a cavidade em geral não impede. Mioma que cresce para dentro do útero pede avaliação da cavidade antes, e o ultrassom responde isso.

Posso trocar de um para o outro se não me adaptar?

Pode. A troca é feita em consultório, em geral no mesmo atendimento, e o que não funcionou orienta a escolha seguinte.

A partir daqui, a versão completa

O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.

A resposta direta

Sabemos que essa escolha costuma travar em informação solta de internet, e que a pergunta real por trás dela quase nunca é sobre contracepção: é sobre o que vai acontecer com a sua menstruação. Os dois dispositivos estão na faixa mais eficaz de contracepção reconhecida pelos critérios de elegibilidade da Organização Mundial da Saúde, e é por isso que a decisão raramente se decide por eficácia. Ela se decide por três coisas: o que você quer que aconteça com o seu fluxo, se existe alguma condição que restrinja hormônio no seu caso, e por quanto tempo você quer ficar sem pensar nisso.

Em uma frase: o DIU hormonal tende a reduzir bastante o sangramento e é uma das opções quando o fluxo intenso é parte do problema, ao lado do ácido tranexâmico e da ablação; o DIU de cobre não tem hormônio nenhum e tende a aumentar o volume e a duração do fluxo. O resto deste texto é o detalhe de cada um.

Por que os dois funcionam de maneiras tão diferentes

O DIU de cobre atua pelo próprio metal. Os íons de cobre liberados na cavidade tornam o ambiente uterino hostil à sobrevivência e à movimentação dos espermatozoides, sem interferir no seu ciclo hormonal. Você continua ovulando, continua menstruando e continua sentindo as variações do ciclo, porque nada muda no seu eixo hormonal. O efeito colateral vem do mesmo mecanismo: a reação local no endométrio aumenta o sangramento. No estudo de Milsom e colaboradores (1995), que mediu a perda sanguínea pelo método da hematina alcalina, a duração média da menstruação subiu de 4,8 para 6,1 dias e a perda menstrual aumentou por volta de 55% ao longo de doze meses, sem alteração dos estoques de ferro nesse grupo pequeno. Outras séries descrevem queda de ferritina, e o ponto continua em discussão.

O DIU hormonal, o sistema intrauterino de levonorgestrel, libera uma quantidade pequena de progestágeno diretamente na cavidade. O efeito principal é local: o endométrio, a camada interna do útero que descama todo mês, fica fino e pouco reativo, e o muco do colo engrossa. É esse endométrio fino que explica os dois efeitos mais comentados, a redução do fluxo e a ausência de menstruação em parte das usuárias, assunto do artigo DIU faz parar de menstruar.

Quando cada um é indicado

DIU hormonal (levonorgestrel 52 mg) DIU de cobre
Hormônio Progestágeno liberado dentro do útero, com ação predominantemente local Nenhum
Efeito esperado no fluxo Redução importante do volume; amenorreia em parte das usuárias Aumento do volume e da duração do fluxo
Serve como tratamento de sangramento intenso Sim, é uma das opções estudadas para sangramento menstrual aumentado (Cochrane, 2020) Não. Tende a piorar esse quadro
Duração com dados publicados Eficácia e segurança documentadas por 8 anos de uso contínuo em dois estudos independentes (Creinin et al., 2022; Jensen et al., 2022) Revisão sistemática sem gestações relatadas no uso prolongado do TCu380A nos anos 8 a 11, 8 a 12 e 11 a 16 (Guilbert et al., 2025)
Cólica menstrual Costuma diminuir junto com o fluxo Costuma aumentar, principalmente nos primeiros meses
Quem costuma preferir Quem tem fluxo intenso, cólica forte ou quer menstruar pouco Quem não quer ou não pode usar hormônio, ou quer manter o ciclo natural
Situação que exige avaliação específica História pessoal de câncer de mama, com leitura pelos critérios da OMS (6ª edição, 2025) e pelo posicionamento FEBRASGO nº 2/2026 Anemia por deficiência de ferro já instalada, ou fluxo já intenso antes do DIU

Duas situações merecem nome próprio. A primeira é o sangramento menstrual aumentado: a revisão Cochrane de Bofill Rodriguez e colaboradores (2020) reuniu a evidência para essa queixa, e numa coorte de 1.513 mulheres com o sistema de 52 mg, 112 de 150 que tinham fluxo intenso antes já não o relatavam ao fim do primeiro ciclo (Chen et al., 2020).

Quando esse sangramento vem de mioma, a indicação virou política pública: a Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026, incorporou o dispositivo de levonorgestrel ao Sistema Único de Saúde para mulheres em idade reprodutiva com leiomioma e sangramento intenso, elegíveis à terapia hormonal. A FEBRASGO registrou a decisão na Femina (Soares et al., 2025).

A segunda é a história pessoal de câncer de mama, e a decisão passa pelos critérios médicos de elegibilidade da OMS, na 6ª edição de 2025, e pelo posicionamento que a FEBRASGO dedicou a esse tema específico em 2026 (Nadai et al., Femina). Leve esse ponto para a consulta se ele existir na sua história ou na da sua família.

Como é feita a escolha, e como é a colocação

A escolha começa por uma conversa sobre o seu padrão menstrual atual, em dias e em intensidade, e sobre o que você quer que mude. Segue com o ultrassom transvaginal, que mostra o tamanho e o formato da cavidade, a presença de mioma ou pólipo e a posição do útero. Mioma que deforma a cavidade muda a conversa, porque interfere tanto no encaixe do dispositivo quanto no risco de expulsão.

A colocação é igual para os dois: ambulatorial, de poucos minutos, com o colo alinhado por uma pinça e o dispositivo liberado no fundo do útero por um aplicador fino. O que dói, o que reduz a dor com evidência e o que mudou nas diretrizes de 2024 e 2025 estão no artigo colocar DIU dói.

Colocamos os dois tipos, e em volume: 54 em 2024, 105 em 2025 e 180 até setembro de 2026.

Recuperação e adaptação: o que esperar em cada um

A adaptação tem calendário diferente nos dois, e conhecer esse calendário evita a retirada precoce por algo que ia passar.

Período DIU hormonal DIU de cobre
Primeiras horas Cólica que cede em minutos a poucas horas Igual
Primeiro ao terceiro mês Escapes e sangramento irregular são comuns Fluxo tende a vir mais volumoso e mais longo
Terceiro ao sexto mês O padrão começa a estabilizar, com fluxo menor O aumento do fluxo costuma se acomodar em um novo padrão
A partir do sexto mês Fluxo reduzido, escapes raros, amenorreia em parte das usuárias Ciclo mantido, em geral mais volumoso do que antes
Retirada Retorno do ciclo prévio, em geral rápido Retorno do ciclo prévio

Complicações existem nos dois e são infrequentes. No maior seguimento publicado do sistema de 52 mg, com 1.751 participantes, houve perfuração uterina em 0,1%, infecção pélvica em 0,9% e expulsão em 4,1% ao longo de todo o período (Creinin et al., 2022). A revisão de Guilbert e colaboradores (2025) registra que o risco de expulsão persiste também no uso prolongado do DIU de cobre. Febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso pedem avaliação sem esperar o retorno.

Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.

Cobertura pelo plano de saúde

A inserção do DIU consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e o dispositivo segue via de análise própria. O caminho do pedido está detalhado em DIU pelo plano de saúde.

O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.

Em quais hospitais operamos

Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.

Quem faz

A avaliação, a colocação e a retirada de DIU ficam com Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593), Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844) e Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944). Cada caso é discutido entre os médicos quando há mioma, pólipo ou cavidade alterada.

O que levar na primeira consulta

  • Ultrassom transvaginal recente
  • Anotação do seu ciclo: dias de fluxo, intensidade e cólica
  • Hemograma e ferritina, se já tiver, principalmente se o fluxo é intenso
  • Métodos contraceptivos que você já usou e por que parou
  • História pessoal e familiar de câncer de mama
  • Medicamentos em uso

A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.

Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.

Perguntas que você deveria fazer ao seu médico

  • Pelo meu padrão de fluxo, qual dos dois tende a me atender melhor?
  • Meu ultrassom mostra alguma coisa que atrapalhe o encaixe do dispositivo?
  • O que eu devo esperar do meu sangramento nos primeiros seis meses?
  • Existe alguma condição na minha história que restrinja o DIU hormonal?
  • Em quanto tempo é o primeiro retorno, e o que será avaliado nele?
  • Se eu não me adaptar, qual é o plano seguinte?

O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.

Perguntas frequentes

Qual dos dois dura mais?

Os dois são de longa duração. O sistema de levonorgestrel de 52 mg tem eficácia e segurança documentadas por 8 anos de uso contínuo em dois estudos independentes publicados em 2022, e o DIU de cobre TCu380A foi avaliado em uso prolongado sem gestações relatadas nos anos 8 a 11, 8 a 12 e 11 a 16 na revisão de Guilbert e colaboradores (2025). O prazo que vale para você é o da bula do dispositivo colocado, combinado na consulta.

O DIU de cobre vai me deixar anêmica?

O aumento do fluxo existe e está medido: por volta de 55% em doze meses, no estudo de Milsom e colaboradores (1995), que não viu alteração nos estoques de ferro. Outras séries descrevem queda de ferritina em usuárias de cobre, e as duas leituras convivem. O ponto de atenção é quem já tem fluxo intenso ou anemia antes de colocar, situação em que o de cobre costuma não ser a escolha.

DIU hormonal engorda ou dá espinha?

A liberação do progestágeno é predominantemente local, e a quantidade que circula é pequena. Queixas de pele e de variação de peso aparecem em parte das usuárias e merecem ser avaliadas individualmente, sem serem atribuídas ao dispositivo por automatismo nem descartadas.

Tenho mioma, posso usar DIU?

Depende de onde o mioma está. Mioma que não deforma a cavidade em geral não impede, e mioma submucoso, que ocupa o interior do útero, muda a conversa e pede avaliação da cavidade antes. O ultrassom responde isso.

Nunca tive filho. Algum dos dois é mais indicado para mim?

Nenhum dos dois é vetado por isso, e o mito de que DIU não serve para quem não teve filho está desmontado com fonte em colocar DIU sem ter tido filho.

Posso trocar de um para o outro se não me adaptar?

Pode. A troca é feita em consultório, em geral no mesmo atendimento, e a avaliação do que não funcionou orienta a escolha seguinte.

O DIU de cobre protege contra infecção sexualmente transmissível?

Nenhum dos dois protege. A proteção contra infecções continua sendo do preservativo, e os dois métodos convivem sem problema.

O DIU aumenta o risco de gravidez ectópica?

Em números absolutos, não. O DIU reduz a chance de qualquer gravidez, ectópica inclusive. A conta muda quando a gravidez acontece mesmo com o dispositivo: nessa situação, a proporção de gestações fora do útero é maior. Por isso tratamos todo atraso menstrual com DIU como pedido de teste e avaliação.

Próximo passo

Agende uma avaliação com nossa equipe de ginecologia cirúrgica. A consulta cruza o seu padrão menstrual, o seu ultrassom e a sua história clínica para definir qual dos dois dispositivos faz sentido no seu caso, e o que esperar dos primeiros meses.

Referências

  1. Creinin MD, Schreiber CA, Turok DK, Cwiak C, Chen BA, Olariu AI. Levonorgestrel 52 mg intrauterine system efficacy and safety through 8 years of use. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):871.e1-871.e7. DOI 10.1016/j.ajog.2022.05.022 · PMID 35569516
  2. Jensen JT, Lukkari-Lax E, Schulze A, Wahdan Y, Serrani M, Kroll R. Contraceptive efficacy and safety of the 52-mg levonorgestrel intrauterine system for up to 8 years: findings from the Mirena Extension Trial. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):873.e1-873.e12. DOI 10.1016/j.ajog.2022.09.007 · PMID 36096186
  3. Guilbert E, Arguin H, Bélanger M. Extended duration of use of long-acting reversible contraceptives: Systematic review. Can Fam Physician. 2025;71(2):e35-e52. DOI 10.46747/cfp.7102e35 · PMID 39965971
  4. Bofill Rodriguez M, Lethaby A, Jordan V. Progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2020;6(6):CD002126. DOI 10.1002/14651858.CD002126.pub4 · PMID 32529637
  5. Milsom I, Andersson K, Jonasson K, Lindstedt G, Rybo G. The influence of the Gyne-T 380S IUD on menstrual blood loss and iron status. Contraception. 1995;52(3):175-179. DOI 10.1016/0010-7824(95)00163-5 · PMID 7587189
  6. Chen BA, Eisenberg DL, Schreiber CA, Turok DK, Olariu AI, Creinin MD. Bleeding changes after levonorgestrel 52-mg intrauterine system insertion for contraception in women with self-reported heavy menstrual bleeding. Am J Obstet Gynecol. 2020;222(4S):S888.e1-S888.e6. DOI 10.1016/j.ajog.2019.11.1288 · PMID 31866516
  7. Nadai MN, Oliveira CS, Guazzelli CF, Brito M, Di Bella ZIKJ, Monteiro IMU. DIU-LNG e câncer de mama. Posicionamento FEBRASGO nº 2/2026. Femina. 2026;54(2):107-110. DOI 10.61622/0100-7254542202604
  8. World Health Organization. Medical eligibility criteria for contraceptive use. 6th ed. Geneva: World Health Organization; 2025. PMID 41325508
  9. Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Relatório de Recomendação nº 1.066: ácido tranexâmico e dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel (DIU-LNG) para pacientes com leiomioma de útero com sangramento uterino intenso. Brasília: Ministério da Saúde; dezembro de 2025. gov.br/conitec
  10. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026. Diário Oficial da União, nº 7, Seção 1, 12 jan. 2026, p. 66. Publicada como nº 101 e retificada para nº 7.
  11. Soares Júnior JM, Sartori MGF, Damásio LCVC, Wender MCO. Conitec aprova incorporação do ácido tranexâmico e do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel ao SUS para tratamento de leiomiomas uterinos. Femina. 2025;53(10):1165-1167. DOI 10.61622/0100-72545310202503

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