A resposta
Entre DIU hormonal e DIU de cobre, o que costuma decidir é o que você quer que aconteça com a sua menstruação: o hormonal tende a reduzir bastante o fluxo, e o de cobre tende a aumentar o volume e a duração dele.
Essa escolha costuma travar em informação solta de internet, e a pergunta real por trás dela quase nunca é sobre evitar gravidez. Os dois estão na faixa mais eficaz de contracepção que existe, então a eficácia raramente decide. Decidem outras três coisas: o seu fluxo, se alguma condição de saúde restringe hormônio no seu caso, e por quanto tempo você quer ficar sem pensar no assunto.
Por que os dois funcionam de jeitos tão diferentes
O DIU de cobre age pelo próprio metal. O cobre liberado dentro do útero torna o ambiente hostil aos espermatozoides, sem mexer no seu ciclo hormonal. Você continua ovulando e menstruando, porque nada muda no seu eixo hormonal. O efeito indesejado vem do mesmo mecanismo: a reação local aumenta o sangramento. Medido com precisão, o fluxo aumentou cerca de metade ao longo de um ano, e a menstruação passou de perto de cinco para perto de seis dias.
O DIU hormonal libera uma quantidade pequena de hormônio diretamente dentro do útero, e o efeito é quase todo local. O endométrio, que é a camada interna que descama todo mês, fica fino e pouco reativo, e o muco do colo engrossa. É esse endométrio fino que explica os dois efeitos mais comentados: a redução do fluxo e a ausência de menstruação em parte das usuárias.
Qual dos dois serve para você
| DIU hormonal | DIU de cobre | |
|---|---|---|
| Hormônio | Sim, liberado dentro do útero, com ação quase toda local | Nenhum |
| O que faz com o fluxo | Reduz bastante, e em parte das usuárias a menstruação some | Aumenta o volume e a duração |
| Serve para tratar fluxo intenso | Sim | Não, tende a piorar |
| Cólica menstrual | Costuma diminuir junto com o fluxo | Costuma aumentar, sobretudo nos primeiros meses |
| Quem costuma preferir | Quem tem fluxo intenso, cólica forte ou quer menstruar pouco | Quem não quer ou não pode usar hormônio |
| O que pede avaliação específica | História pessoal de câncer de mama | Fluxo já intenso ou ferro baixo antes de colocar |
Duas situações merecem nome próprio. A primeira é o sangramento menstrual aumentado, aquele que encharca o absorvente: o dispositivo hormonal é uma das opções de tratamento estudadas para essa queixa, e a resposta costuma ser rápida. Entre mulheres com fluxo intenso antes de colocar, cerca de 3 em cada 4 já não o descreviam assim ao fim do primeiro ciclo.
A segunda é a história pessoal de câncer de mama, em que a decisão sobre o dispositivo hormonal pede avaliação específica. Leve esse ponto para a consulta.
Sobre anemia, vale a versão honesta, porque essa pergunta costuma ser respondida rápido demais. O DIU de cobre aumenta o fluxo em cerca de metade, e a maioria das mulheres tolera isso bem, sem perder as reservas de ferro. Só que o estudo que sustenta essa tranquilidade foi feito num país onde a alimentação garante ferro de sobra, e a própria conclusão avisa que ela não se estende a lugares onde se come menos ferro. Então, se você já tem fluxo intenso, já teve anemia ou tem ferro baixo, o caminho é dosar o ferro antes de colocar, repetir a dosagem alguns meses depois, e considerar o hormonal.
Como a escolha é feita e como é a colocação
A conversa começa pelo seu padrão menstrual atual, em dias e em intensidade, e pelo que você quer que mude. Segue com o ultrassom transvaginal, que mostra o formato da cavidade e a presença de mioma ou pólipo. Mioma que deforma a cavidade muda a escolha.
A colocação é igual nos dois: em consultório, de poucos minutos, com o colo alinhado por uma pinça e o dispositivo solto no fundo do útero por um aplicador fino.
Colocamos os dois tipos, e em número: mais de 300 desde 2024.
O que esperar nos primeiros meses
Conhecer o calendário de adaptação evita retirar o dispositivo por algo que ia passar. Com o hormonal, escapes e sangramento irregular são comuns até o terceiro mês, o padrão começa a se organizar entre o terceiro e o sexto, e a partir daí o fluxo fica reduzido, com escapes raros. Com o de cobre, o fluxo vem mais volumoso e mais longo nos primeiros meses e depois se acomoda num novo padrão. Nos dois, ao retirar, o ciclo que você tinha volta.
Complicações são infrequentes nos dois: perfuração do útero em cerca de 1 em cada 1.000 usuárias, infecção pélvica em cerca de 1 em cada 100 e expulsão em cerca de 4 em cada 100. Febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso pedem avaliação sem esperar o retorno.
Perguntas frequentes
Qual dos dois dura mais?
Os dois são de longa duração, com anos de uso documentados. O prazo que vale para você é o da bula do dispositivo colocado.
O DIU de cobre vai me deixar anêmica?
O fluxo aumenta cerca de metade, e a maioria das mulheres não perde reservas de ferro por causa disso. O ponto de atenção é quem já tem fluxo intenso, anemia ou ferro baixo antes de colocar: nesse caso dosamos o ferro antes e depois, e o de cobre costuma não ser a escolha.
DIU hormonal engorda ou dá espinha?
A liberação do hormônio é quase toda local, e a quantidade que circula no sangue é pequena. Queixas de pele e de peso aparecem em parte das usuárias e merecem ser avaliadas uma a uma, sem serem atribuídas ao dispositivo por automatismo nem descartadas de saída.
Tenho mioma, posso usar DIU?
Depende de onde ele está. Mioma que não deforma a cavidade em geral não impede. Mioma que cresce para dentro do útero pede avaliação da cavidade antes, e o ultrassom responde isso.
Posso trocar de um para o outro se não me adaptar?
Pode. A troca é feita em consultório, em geral no mesmo atendimento, e o que não funcionou orienta a escolha seguinte.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que essa escolha costuma travar em informação solta de internet, e que a pergunta real por trás dela quase nunca é sobre contracepção: é sobre o que vai acontecer com a sua menstruação. Os dois dispositivos estão na faixa mais eficaz de contracepção reconhecida pelos critérios de elegibilidade da Organização Mundial da Saúde, e é por isso que a decisão raramente se decide por eficácia. Ela se decide por três coisas: o que você quer que aconteça com o seu fluxo, se existe alguma condição que restrinja hormônio no seu caso, e por quanto tempo você quer ficar sem pensar nisso.
Em uma frase: o DIU hormonal tende a reduzir bastante o sangramento e é uma das opções quando o fluxo intenso é parte do problema, ao lado do ácido tranexâmico e da ablação; o DIU de cobre não tem hormônio nenhum e tende a aumentar o volume e a duração do fluxo. O resto deste texto é o detalhe de cada um.
Por que os dois funcionam de maneiras tão diferentes
O DIU de cobre atua pelo próprio metal. Os íons de cobre liberados na cavidade tornam o ambiente uterino hostil à sobrevivência e à movimentação dos espermatozoides, sem interferir no seu ciclo hormonal. Você continua ovulando, continua menstruando e continua sentindo as variações do ciclo, porque nada muda no seu eixo hormonal. O efeito colateral vem do mesmo mecanismo: a reação local no endométrio aumenta o sangramento. No estudo de Milsom e colaboradores (1995), que mediu a perda sanguínea pelo método da hematina alcalina, a duração média da menstruação subiu de 4,8 para 6,1 dias e a perda menstrual aumentou por volta de 55% ao longo de doze meses, sem alteração dos estoques de ferro nesse grupo pequeno. Outras séries descrevem queda de ferritina, e o ponto continua em discussão.
O DIU hormonal, o sistema intrauterino de levonorgestrel, libera uma quantidade pequena de progestágeno diretamente na cavidade. O efeito principal é local: o endométrio, a camada interna do útero que descama todo mês, fica fino e pouco reativo, e o muco do colo engrossa. É esse endométrio fino que explica os dois efeitos mais comentados, a redução do fluxo e a ausência de menstruação em parte das usuárias, assunto do artigo DIU faz parar de menstruar.
Quando cada um é indicado
| DIU hormonal (levonorgestrel 52 mg) | DIU de cobre | |
|---|---|---|
| Hormônio | Progestágeno liberado dentro do útero, com ação predominantemente local | Nenhum |
| Efeito esperado no fluxo | Redução importante do volume; amenorreia em parte das usuárias | Aumento do volume e da duração do fluxo |
| Serve como tratamento de sangramento intenso | Sim, é uma das opções estudadas para sangramento menstrual aumentado (Cochrane, 2020) | Não. Tende a piorar esse quadro |
| Duração com dados publicados | Eficácia e segurança documentadas por 8 anos de uso contínuo em dois estudos independentes (Creinin et al., 2022; Jensen et al., 2022) | Revisão sistemática sem gestações relatadas no uso prolongado do TCu380A nos anos 8 a 11, 8 a 12 e 11 a 16 (Guilbert et al., 2025) |
| Cólica menstrual | Costuma diminuir junto com o fluxo | Costuma aumentar, principalmente nos primeiros meses |
| Quem costuma preferir | Quem tem fluxo intenso, cólica forte ou quer menstruar pouco | Quem não quer ou não pode usar hormônio, ou quer manter o ciclo natural |
| Situação que exige avaliação específica | História pessoal de câncer de mama, com leitura pelos critérios da OMS (6ª edição, 2025) e pelo posicionamento FEBRASGO nº 2/2026 | Anemia por deficiência de ferro já instalada, ou fluxo já intenso antes do DIU |
Duas situações merecem nome próprio. A primeira é o sangramento menstrual aumentado: a revisão Cochrane de Bofill Rodriguez e colaboradores (2020) reuniu a evidência para essa queixa, e numa coorte de 1.513 mulheres com o sistema de 52 mg, 112 de 150 que tinham fluxo intenso antes já não o relatavam ao fim do primeiro ciclo (Chen et al., 2020).
Quando esse sangramento vem de mioma, a indicação virou política pública: a Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026, incorporou o dispositivo de levonorgestrel ao Sistema Único de Saúde para mulheres em idade reprodutiva com leiomioma e sangramento intenso, elegíveis à terapia hormonal. A FEBRASGO registrou a decisão na Femina (Soares et al., 2025).
A segunda é a história pessoal de câncer de mama, e a decisão passa pelos critérios médicos de elegibilidade da OMS, na 6ª edição de 2025, e pelo posicionamento que a FEBRASGO dedicou a esse tema específico em 2026 (Nadai et al., Femina). Leve esse ponto para a consulta se ele existir na sua história ou na da sua família.
Como é feita a escolha, e como é a colocação
A escolha começa por uma conversa sobre o seu padrão menstrual atual, em dias e em intensidade, e sobre o que você quer que mude. Segue com o ultrassom transvaginal, que mostra o tamanho e o formato da cavidade, a presença de mioma ou pólipo e a posição do útero. Mioma que deforma a cavidade muda a conversa, porque interfere tanto no encaixe do dispositivo quanto no risco de expulsão.
A colocação é igual para os dois: ambulatorial, de poucos minutos, com o colo alinhado por uma pinça e o dispositivo liberado no fundo do útero por um aplicador fino. O que dói, o que reduz a dor com evidência e o que mudou nas diretrizes de 2024 e 2025 estão no artigo colocar DIU dói.
Colocamos os dois tipos, e em volume: 54 em 2024, 105 em 2025 e 180 até setembro de 2026.
Recuperação e adaptação: o que esperar em cada um
A adaptação tem calendário diferente nos dois, e conhecer esse calendário evita a retirada precoce por algo que ia passar.
| Período | DIU hormonal | DIU de cobre |
|---|---|---|
| Primeiras horas | Cólica que cede em minutos a poucas horas | Igual |
| Primeiro ao terceiro mês | Escapes e sangramento irregular são comuns | Fluxo tende a vir mais volumoso e mais longo |
| Terceiro ao sexto mês | O padrão começa a estabilizar, com fluxo menor | O aumento do fluxo costuma se acomodar em um novo padrão |
| A partir do sexto mês | Fluxo reduzido, escapes raros, amenorreia em parte das usuárias | Ciclo mantido, em geral mais volumoso do que antes |
| Retirada | Retorno do ciclo prévio, em geral rápido | Retorno do ciclo prévio |
Complicações existem nos dois e são infrequentes. No maior seguimento publicado do sistema de 52 mg, com 1.751 participantes, houve perfuração uterina em 0,1%, infecção pélvica em 0,9% e expulsão em 4,1% ao longo de todo o período (Creinin et al., 2022). A revisão de Guilbert e colaboradores (2025) registra que o risco de expulsão persiste também no uso prolongado do DIU de cobre. Febre, dor pélvica que piora, corrimento com odor ou sangramento muito volumoso pedem avaliação sem esperar o retorno.
Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.
Cobertura pelo plano de saúde
A inserção do DIU consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e o dispositivo segue via de análise própria. O caminho do pedido está detalhado em DIU pelo plano de saúde.
O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A avaliação, a colocação e a retirada de DIU ficam com Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593), Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844) e Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944). Cada caso é discutido entre os médicos quando há mioma, pólipo ou cavidade alterada.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal recente
- Anotação do seu ciclo: dias de fluxo, intensidade e cólica
- Hemograma e ferritina, se já tiver, principalmente se o fluxo é intenso
- Métodos contraceptivos que você já usou e por que parou
- História pessoal e familiar de câncer de mama
- Medicamentos em uso
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu médico
- Pelo meu padrão de fluxo, qual dos dois tende a me atender melhor?
- Meu ultrassom mostra alguma coisa que atrapalhe o encaixe do dispositivo?
- O que eu devo esperar do meu sangramento nos primeiros seis meses?
- Existe alguma condição na minha história que restrinja o DIU hormonal?
- Em quanto tempo é o primeiro retorno, e o que será avaliado nele?
- Se eu não me adaptar, qual é o plano seguinte?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Qual dos dois dura mais?
Os dois são de longa duração. O sistema de levonorgestrel de 52 mg tem eficácia e segurança documentadas por 8 anos de uso contínuo em dois estudos independentes publicados em 2022, e o DIU de cobre TCu380A foi avaliado em uso prolongado sem gestações relatadas nos anos 8 a 11, 8 a 12 e 11 a 16 na revisão de Guilbert e colaboradores (2025). O prazo que vale para você é o da bula do dispositivo colocado, combinado na consulta.
O DIU de cobre vai me deixar anêmica?
O aumento do fluxo existe e está medido: por volta de 55% em doze meses, no estudo de Milsom e colaboradores (1995), que não viu alteração nos estoques de ferro. Outras séries descrevem queda de ferritina em usuárias de cobre, e as duas leituras convivem. O ponto de atenção é quem já tem fluxo intenso ou anemia antes de colocar, situação em que o de cobre costuma não ser a escolha.
DIU hormonal engorda ou dá espinha?
A liberação do progestágeno é predominantemente local, e a quantidade que circula é pequena. Queixas de pele e de variação de peso aparecem em parte das usuárias e merecem ser avaliadas individualmente, sem serem atribuídas ao dispositivo por automatismo nem descartadas.
Tenho mioma, posso usar DIU?
Depende de onde o mioma está. Mioma que não deforma a cavidade em geral não impede, e mioma submucoso, que ocupa o interior do útero, muda a conversa e pede avaliação da cavidade antes. O ultrassom responde isso.
Nunca tive filho. Algum dos dois é mais indicado para mim?
Nenhum dos dois é vetado por isso, e o mito de que DIU não serve para quem não teve filho está desmontado com fonte em colocar DIU sem ter tido filho.
Posso trocar de um para o outro se não me adaptar?
Pode. A troca é feita em consultório, em geral no mesmo atendimento, e a avaliação do que não funcionou orienta a escolha seguinte.
O DIU de cobre protege contra infecção sexualmente transmissível?
Nenhum dos dois protege. A proteção contra infecções continua sendo do preservativo, e os dois métodos convivem sem problema.
O DIU aumenta o risco de gravidez ectópica?
Em números absolutos, não. O DIU reduz a chance de qualquer gravidez, ectópica inclusive. A conta muda quando a gravidez acontece mesmo com o dispositivo: nessa situação, a proporção de gestações fora do útero é maior. Por isso tratamos todo atraso menstrual com DIU como pedido de teste e avaliação.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de ginecologia cirúrgica. A consulta cruza o seu padrão menstrual, o seu ultrassom e a sua história clínica para definir qual dos dois dispositivos faz sentido no seu caso, e o que esperar dos primeiros meses.
Referências
- Creinin MD, Schreiber CA, Turok DK, Cwiak C, Chen BA, Olariu AI. Levonorgestrel 52 mg intrauterine system efficacy and safety through 8 years of use. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):871.e1-871.e7. DOI 10.1016/j.ajog.2022.05.022 · PMID 35569516
- Jensen JT, Lukkari-Lax E, Schulze A, Wahdan Y, Serrani M, Kroll R. Contraceptive efficacy and safety of the 52-mg levonorgestrel intrauterine system for up to 8 years: findings from the Mirena Extension Trial. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):873.e1-873.e12. DOI 10.1016/j.ajog.2022.09.007 · PMID 36096186
- Guilbert E, Arguin H, Bélanger M. Extended duration of use of long-acting reversible contraceptives: Systematic review. Can Fam Physician. 2025;71(2):e35-e52. DOI 10.46747/cfp.7102e35 · PMID 39965971
- Bofill Rodriguez M, Lethaby A, Jordan V. Progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2020;6(6):CD002126. DOI 10.1002/14651858.CD002126.pub4 · PMID 32529637
- Milsom I, Andersson K, Jonasson K, Lindstedt G, Rybo G. The influence of the Gyne-T 380S IUD on menstrual blood loss and iron status. Contraception. 1995;52(3):175-179. DOI 10.1016/0010-7824(95)00163-5 · PMID 7587189
- Chen BA, Eisenberg DL, Schreiber CA, Turok DK, Olariu AI, Creinin MD. Bleeding changes after levonorgestrel 52-mg intrauterine system insertion for contraception in women with self-reported heavy menstrual bleeding. Am J Obstet Gynecol. 2020;222(4S):S888.e1-S888.e6. DOI 10.1016/j.ajog.2019.11.1288 · PMID 31866516
- Nadai MN, Oliveira CS, Guazzelli CF, Brito M, Di Bella ZIKJ, Monteiro IMU. DIU-LNG e câncer de mama. Posicionamento FEBRASGO nº 2/2026. Femina. 2026;54(2):107-110. DOI 10.61622/0100-7254542202604
- World Health Organization. Medical eligibility criteria for contraceptive use. 6th ed. Geneva: World Health Organization; 2025. PMID 41325508
- Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Relatório de Recomendação nº 1.066: ácido tranexâmico e dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel (DIU-LNG) para pacientes com leiomioma de útero com sangramento uterino intenso. Brasília: Ministério da Saúde; dezembro de 2025. gov.br/conitec
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026. Diário Oficial da União, nº 7, Seção 1, 12 jan. 2026, p. 66. Publicada como nº 101 e retificada para nº 7.
- Soares Júnior JM, Sartori MGF, Damásio LCVC, Wender MCO. Conitec aprova incorporação do ácido tranexâmico e do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel ao SUS para tratamento de leiomiomas uterinos. Femina. 2025;53(10):1165-1167. DOI 10.61622/0100-72545310202503
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Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. Kevin F. A. Oliveira, MÉDICO: CRM-SP 196.633 · Ginecologista: RQE 110.796, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
