A resposta
Na maioria dos casos, dá para tratar mioma sem tirar o útero. Retirar o útero é uma das opções disponíveis, e não o destino de quem tem mioma.
A pergunta "vou perder o útero?" costuma pesar mais do que o próprio nódulo, e quase sempre chega à consulta já respondida por alguém de fora da conversa. Ela merece ser respondida por quem viu o seu exame.
As alternativas que preservam o útero são quatro, e cada uma resolve um problema diferente. Uma retira o nódulo. Outra corta a irrigação de sangue que o alimenta. Uma terceira o destrói por calor, por dentro. E a quarta age só sobre o sangramento, com remédio ou com DIU hormonal, sem retirar nada. A escolha depende de onde o nódulo está, de qual sintoma mais incomoda e de você querer ou não engravidar.
Por que tirar o útero ainda parece a resposta pronta
Durante décadas foi o caminho mais curto, e continua sendo uma opção com resultado previsível para quem já não deseja engravidar. O que mudou foi o resto. As cirurgias por vídeo amadureceram, surgiram tratamentos que agem sem retirar o útero, e a orientação atual é escolher pelo sintoma e pelo seu plano de vida, não pelo diagnóstico isolado.
As comparações diretas entre essas opções ainda são poucas, e as técnicas mais novas quase não têm dados de longo prazo. Quem apresenta todas como equivalentes está indo além do que se sabe.
As opções que preservam o seu útero
| Opção | O que ela faz | Serve para quem quer engravidar |
|---|---|---|
| Retirada do nódulo | Tira o mioma e reconstrói a parede do útero | Sim, é a escolha preferida |
| Corte da irrigação do mioma | Um cateter fecha os vasos que alimentam o nódulo, sem corte na pele | Não é a escolha preferida, faltam dados |
| Destruição por calor | Uma agulha aquece o nódulo por dentro, guiada por ultrassom | Dados insuficientes |
| DIU hormonal | Reduz o sangramento, não trata o nódulo | Não, enquanto estiver em uso |
| Remédio que segura o sangramento | Diminui o fluxo enquanto você usa | Não, enquanto estiver em uso |
| Retirada do útero | Encerra o sangramento causado por mioma | Não, e é uma decisão sem volta |
Dois números ajudam a decidir entre retirar o nódulo e cortar a irrigação dele. Dois anos depois, a qualidade de vida relatada foi um pouco melhor em quem retirou o nódulo. Quatro anos depois, essa vantagem deixou de existir, e o que separou os dois grupos foi outra coisa: cerca de 1 em cada 4 mulheres do grupo que cortou a irrigação precisou de um novo procedimento, contra pouco mais de 1 em cada 10 das que retiraram o nódulo.
Sobre o tratamento com remédio, cerca de 7 em cada 10 mulheres melhoram do sangramento enquanto usam a medicação mais recente para mioma. Ao parar, o sintoma tende a voltar, porque o nódulo continua lá.
Como o útero é preservado
Quando o nódulo cresce para dentro da cavidade do útero, ele sai por histeroscopia: uma ótica fina entra pelo canal do colo e retira o mioma por dentro, sem corte na barriga.
Quando ele está na parede ou cresce para fora, a retirada é por vídeo, com furos de poucos milímetros. A etapa que mais decide o resultado não é tirar o nódulo, é costurar a parede do útero em camadas depois. É essa costura que vai segurar a distensão de uma gravidez futura. A cirurgia com corte maior fica para úteros muito volumosos.
O corte da irrigação é feito por um cateter que chega às artérias do útero pela virilha ou pelo punho, sem abrir a barriga. A destruição por calor é guiada por ultrassom.
Nas 134 cirurgias de mioma feitas desde 2024, o útero foi preservado como cada paciente queria, e em nenhuma foi preciso retirá-lo.
Quanto tempo até você voltar ao normal
A retirada por dentro do útero, sem corte, permite volta rápida à rotina. A cirurgia por vídeo pede algumas semanas sem esforço físico, e a cirurgia com corte maior pede mais tempo. Quem faz a destruição por calor costuma voltar ao trabalho em cerca de duas semanas. O corte da irrigação tem um detalhe que precisa ser combinado antes: as primeiras horas costumam vir com cólica forte, e o remédio para a dor é programado desde o começo, não pedido depois.
Riscos a conhecer antes de escolher: sangramento que pode exigir transfusão, infecção, aderências dentro da barriga, lesão de um órgão vizinho e, no corte da irrigação, eliminação de pedaço de mioma pela vagina nas semanas seguintes. Todos entram na conversa antes da escolha.
Perguntas frequentes
Mioma sempre tira o útero?
Não. A retirada do útero costuma ser reservada a quem não deseja engravidar e a situações em que as outras opções não resolvem o sintoma.
Cortar a irrigação ou retirar o nódulo, qual escolher?
Depende do objetivo. Para quem quer engravidar, a retirada do nódulo é a escolha preferida. Para quem não quer, o ponto que mais separa as duas é a chance de precisar de um novo procedimento, maior no corte da irrigação.
Mioma e DIU hormonal, pode usar?
Pode, quando a cavidade do útero está preservada. Ele reduz o sangramento e não trata o nódulo, e a informação disponível nesse cenário ainda é de qualidade baixa.
Cirurgia de mioma sem cortar a barriga existe?
Existe para o nódulo que cresce para dentro do útero, retirado pelo canal do colo. Nas outras posições, o caminho usa furos de poucos milímetros.
O mioma volta depois do corte da irrigação?
Pode ser preciso um novo procedimento. Quatro anos depois, isso aconteceu com cerca de 1 em cada 4 mulheres desse grupo.
Remédio resolve sem operar?
Reduz o sangramento enquanto é usado, e o sintoma tende a voltar quando você para. Serve bem como ponte até a cirurgia ou até a menopausa.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que, para muita mulher, a pergunta "vou perder o útero?" pesa mais do que o próprio mioma, e que ela costuma chegar à consulta já respondida por alguém de fora. Então vamos direto: na maioria dos casos, dá para tratar o mioma preservando o útero. A histerectomia é uma das opções disponíveis, não o destino obrigatório de quem tem mioma.
As alternativas que preservam o útero são quatro, e cada uma resolve um problema diferente. A miomectomia retira o nódulo. A embolização das artérias uterinas corta a irrigação dele. A ablação por radiofrequência o destrói por calor, por dentro. E o tratamento clínico, com antagonista oral do GnRH ou com sistema intrauterino de levonorgestrel, atua sobre o sangramento sem retirar nada. A escolha depende do tipo do mioma, do sintoma que mais incomoda e de você querer ou não engravidar. O raciocínio completo da indicação está em mioma precisa operar.
Por que a histerectomia ainda aparece como resposta automática
Durante décadas ela foi o caminho mais curto, e é um procedimento com resultado previsível para quem já não deseja gestação. O que mudou foi o resto: as vias minimamente invasivas amadureceram, surgiram tratamentos que atuam sem retirar o útero, e a diretriz SOGC 461, de 2025 (Chen et al.), passou a orientar a escolha pelo sintoma e pelo objetivo reprodutivo, e não pelo diagnóstico isolado.
Também mudou o que se conhece sobre a comparação entre elas. A revisão publicada no Lancet em 2025 (de Smit et al.) é honesta ao dizer o que ainda falta: comparações diretas com o tratamento padrão são escassas, e dados de longo prazo das técnicas mais novas quase não existem. Quem apresenta qualquer uma dessas opções como equivalente às outras está indo além do que a literatura sustenta.
Quando cada opção é indicada
| Opção | O que faz | Preserva o útero | Compatível com gestação futura | O que a evidência mostra | Limite |
|---|---|---|---|---|---|
| Miomectomia | Retira o nódulo, por histeroscopia, laparoscopia ou laparotomia | Sim | Sim, é a via de escolha para quem quer engravidar | No ensaio FEMME, aos 2 anos, escore de qualidade de vida de 84,6 contra 80,0 da embolização (Manyonda et al., 2020) | Novos nódulos podem surgir; cicatriz no útero exige conduta no parto |
| Embolização das artérias uterinas | Bloqueia a irrigação dos miomas por cateter, sem corte | Sim | Não é a indicação preferencial | Aos 4 anos a diferença de qualidade de vida deixou de ser significativa, mas a reintervenção acumulada foi de 24% contra 13% da miomectomia (Daniels et al., 2022) | Dados de fertilidade insuficientes; dor no pós-imediato |
| Ablação por radiofrequência | Destrói o nódulo por calor, guiada por ultrassom | Sim | Dados insuficientes | Redução de 46,0% do volume em 3 meses e 65,4% em 12 meses; retorno às atividades em até 2 semanas na maioria dos estudos (Chen et al., AAGL, 2025) | Poucos estudos comparativos e seguimento curto |
| Sistema intrauterino de levonorgestrel | Reduz o sangramento; não trata o nódulo | Sim | Não, enquanto estiver em uso | Evidência de qualidade muito baixa para mioma: 4 ensaios, 221 mulheres (Sangkomkamhang et al., Cochrane, 2020) | Exige cavidade uterina preservada |
| Antagonista oral do GnRH com terapia associada | Reduz o sangramento enquanto usado | Sim | Não, enquanto estiver em uso | Resposta de 73% e 71% contra 19% e 15% do placebo nos ensaios LIBERTY (Al-Hendy et al., 2021) | Sintoma tende a voltar ao suspender |
| Histerectomia | Retira o útero | Não | Não | Encerra o sangramento por mioma de forma definitiva | Decisão sem volta; reservada a quem não deseja gestação |
Duas leituras dessa tabela merecem atenção. A primeira é que o ensaio FEMME, randomizado e publicado no New England Journal of Medicine, desfez a narrativa de equivalência entre embolização e miomectomia: aos 2 anos a miomectomia esteve à frente em qualidade de vida, com diferença ajustada de 8,0 pontos. As complicações no período foram semelhantes nos dois grupos. A segunda é que aos 4 anos essa vantagem perdeu significância estatística, e o que separou os grupos foi a necessidade de novo procedimento. Isso é informação para decidir, não propaganda de técnica.
Sobre o tratamento clínico, o ponto que muitos sites brasileiros ainda erram: o acetato de ulipristal deixou de ser primeira linha depois de restrições por hepatotoxicidade. Pela orientação FIGO de 2025 (Diaz, Lumsden e Zeppernick), os antagonistas orais do GnRH são hoje os únicos medicamentos aprovados especificamente para mioma nos Estados Unidos e na Europa. Contraceptivo combinado, progestagênio oral, sistema intrauterino e ácido tranexâmico entram como recursos para reduzir o sangramento, sem aprovação específica.
Dois desses recursos viraram política pública no Brasil, e isso é recente. Em 8 de dezembro de 2025, a Conitec recomendou por unanimidade a incorporação ao SUS do ácido tranexâmico e do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel para leiomioma com sangramento uterino intenso, no Relatório de Recomendação nº 1.066: o ácido tranexâmico para quem é inelegível ou refratária ao tratamento hormonal, e o dispositivo para quem é elegível a ele. A decisão foi publicada na Portaria SCTIE/MS nº 101, de 8 de janeiro de 2026. Em editorial da Femina, Soares Júnior e colaboradores leem a medida como deslocamento do eixo do tratamento, que era centrado em miomectomia e histerectomia, para opções menos invasivas. Vale registrar que o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Leiomioma de Útero, do Ministério da Saúde, segue sendo o de 2017, e que a versão que acomoda esses dois recursos está em consulta pública desde abril de 2026.
Como é feita a preservação do útero
Na miomectomia por histeroscopia, a ótica entra pelo colo e o nódulo submucoso é ressecado por dentro, sem incisão na barriga. Na miomectomia por videolaparoscopia, incisões de poucos milímetros dão acesso à cavidade abdominal, o nódulo é retirado da parede do útero e a parede é suturada em camadas: essa sutura é o que sustenta uma gestação futura, e é a parte técnica que mais diferencia o resultado. A laparotomia fica para úteros muito volumosos.
A embolização é feita por radiologia intervencionista, com cateter que chega às artérias uterinas pela virilha ou pelo punho. A ablação por radiofrequência é guiada por ultrassom, por via laparoscópica ou pelo colo do útero.
Não existe um percentual de sucesso único: ele muda conforme o tipo do mioma, a via e o tempo de seguimento. O que se aplica ao seu caso é discutido na consulta.
Nas 134 miomectomias realizadas desde 2024 o desejo de preservar o útero foi respeitado, e nenhuma delas precisou terminar em histerectomia.
Recuperação
A histeroscopia costuma permitir retorno rápido, porque não há corte na parede abdominal. A laparoscopia exige restrição de esforço por semanas, e a laparotomia, mais tempo. Para a radiofrequência, a revisão da AAGL de 2025 registra retorno ao trabalho e às atividades normais em até duas semanas na maioria dos estudos. A embolização tem pós-imediato marcado por cólica intensa nas primeiras horas, que exige analgesia programada.
Riscos a conhecer antes: sangramento com necessidade de transfusão, infecção, aderências, lesão de órgão vizinho e, na embolização, dor pós-procedimento e eliminação de fragmento de mioma pela vagina.
Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.
Cobertura pelo plano
Miomectomia, histerectomia e embolização de mioma constam no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costumam ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e o pedido segue com relatório clínico, imagem e os códigos do procedimento.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi, Alvorada Moema.
Quem faz
A cirurgia de mioma no Instituto de Ginecologia Avançada é conduzida por Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944), Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593) e Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844). Cada caso é discutido entre os médicos antes de qualquer decisão.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal recente, com laudo completo
- Ressonância de pelve, se já tiver feito
- Hemograma e ferritina
- Medicamentos em uso
- Anotação de três ciclos: dias de sangramento, absorventes por dia, coágulos
- Se deseja engravidar, e em que prazo
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu cirurgião
- No meu caso, quais opções preservam o útero?
- Se eu quiser engravidar, qual delas você indicaria, e por quê?
- Qual a chance de eu precisar de um segundo procedimento?
- Em que situação você mudaria de conduta durante a cirurgia?
- Se for indicada histerectomia, por que as outras opções não se aplicam a mim?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Mioma sempre tira o útero?
Não. A retirada do útero é uma das opções e costuma ser reservada a quem não deseja gestação e a situações em que as alternativas não resolvem.
Embolização ou cirurgia de mioma, qual escolher?
Depende do objetivo. No FEMME, a miomectomia teve qualidade de vida superior aos 2 anos, e aos 4 anos a diferença deixou de ser significativa, com menos reintervenções no grupo operado. Para quem deseja engravidar, a miomectomia é a via preferencial.
Mioma e DIU hormonal, pode usar?
Pode, quando a cavidade uterina está preservada, e serve para reduzir o sangramento. A revisão Cochrane de 2020 classificou a evidência nesse cenário como de qualidade muito baixa: é uma opção razoável, não uma certeza.
Cirurgia de mioma sem cortar a barriga existe?
Existe para os miomas submucosos, retirados por histeroscopia pelo canal do colo. Para os demais, a via minimamente invasiva usa incisões de poucos milímetros.
O mioma volta depois da embolização?
Pode haver necessidade de novo procedimento: no seguimento de 4 anos do FEMME, 24% no grupo da embolização e 13% no da miomectomia.
Remédio resolve sem operar?
Reduz o sangramento enquanto é usado. Nos ensaios LIBERTY, 73% e 71% responderam ao antagonista oral do GnRH combinado. Suspenso o medicamento, o sintoma tende a retornar.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de cirurgia ginecológica. A consulta define quais opções se aplicam ao seu tipo de mioma e ao seu plano de vida, com as vantagens e os limites de cada uma na mesa.
Referências
- Manyonda I, Belli AM, Lumsden MA, et al. Uterine-Artery Embolization or Myomectomy for Uterine Fibroids. N Engl J Med. 2020;383(5):440-451. DOI 10.1056/NEJMoa1914735
- Daniels J, Middleton LJ, Cheed V, et al. Uterine artery embolization or myomectomy for women with uterine fibroids: Four-year follow-up of a randomised controlled trial. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol X. 2022;13:100139. DOI 10.1016/j.eurox.2021.100139
- Diaz I, Lumsden MA, Zeppernick M. Medical treatment of fibroids: FIGO best practice guidance. Int J Gynaecol Obstet. 2025;171(2):507-512. DOI 10.1002/ijgo.70497
- Al-Hendy A, Lukes AS, Poindexter AN 3rd, et al. Treatment of Uterine Fibroid Symptoms with Relugolix Combination Therapy. N Engl J Med. 2021;384(7):630-642. DOI 10.1056/NEJMoa2008283
- Sangkomkamhang US, Lumbiganon P, Pattanittum P. Progestogens or progestogen-releasing intrauterine systems for uterine fibroids (other than preoperative medical therapy). Cochrane Database Syst Rev. 2020;11:CD008994. DOI 10.1002/14651858.CD008994.pub3
- Chen I, Berman JM, Balk EM, et al. Radiofrequency Ablation for the Treatment of Uterine Fibroids: A Systematic Review and Meta-Analysis by the AAGL Practice Committee. J Minim Invasive Gynecol. 2025;32(1):74-91. DOI 10.1016/j.jmig.2024.09.011
- de Smit NS, de Lange ME, Boomsma MF, Huirne JAF, Hehenkamp WJK. Current treatment for symptomatic uterine fibroids: available evidence and therapeutic dilemmas. Lancet. 2025;406(10498):91-102. DOI 10.1016/S0140-6736(25)00728-7
- Chen I, Kives S, Randle E, Rattray D, Sanders A, Vilos G. Guideline No. 461: The Management of Uterine Fibroids. J Obstet Gynaecol Can. 2025;47(8):102970. DOI 10.1016/j.jogc.2025.102970
- Brasil. Ministério da Saúde. Portaria SCTIE/MS nº 101, de 8 de janeiro de 2026. Torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do SUS, o ácido tranexâmico e o dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel para pessoas em idade reprodutiva com leiomioma de útero que apresentam sangramento uterino intenso. Diário Oficial da União, nº 7, 12 jan. 2026, seção 1. gov.br/conitec
- Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Relatório de Recomendação nº 1.066: ácido tranexâmico e dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel (DIU-LNG) para pacientes com leiomioma de útero com sangramento uterino intenso. Brasília: Ministério da Saúde; dezembro de 2025. gov.br/conitec
- Soares Júnior JM, Sartori MGF, Damásio LCVC, Wender MCO. Conitec aprova incorporação do ácido tranexâmico e do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel ao SUS para tratamento de leiomiomas uterinos. Femina. 2025;53(10):1165-1167. DOI 10.61622/0100-72545310202503
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Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. José Ricardo W. Ristow, MÉDICO: CRM-SP 206.100 · Ginecologista: RQE 114.593, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
