A resposta
Tirar o útero entra na menopausa? Não, desde que os ovários fiquem. Quem entra em menopausa é o ovário, não o útero: o útero menstrua, e os ovários produzem estrogênio e progesterona. Retirar o útero e manter os dois ovários faz a menstruação parar no dia da cirurgia, e não faz os hormônios pararem.
Essa é a primeira pergunta que aparece quando alguém ouve a palavra histerectomia, e vem junto com o medo de virar outra pessoa. Esse medo merece a resposta inteira.
A resposta longa tem duas partes. Se os dois ovários saírem junto com o útero, a menopausa começa no mesmo dia, sem o período de transição que a natureza costuma oferecer. E mesmo quando eles ficam, a menopausa chega em média cerca de dois anos antes do que chegaria: em quatro anos de acompanhamento, cerca de 15 em cada 100 operadas já tinham parada da função do ovário, contra cerca de 8 em cada 100 das não operadas.
Isso não é motivo para deixar de operar. É motivo para você saber antes, e para o destino dos ovários ser decidido na consulta, e não no relatório que você lê depois.
Por que a menopausa chega um pouco antes
O ovário não vive isolado. Parte do sangue que chega até ele passa por vasos que correm junto ao útero, e a cirurgia mexe nesse território. A explicação mais aceita é uma redução de irrigação que o ovário sente com o tempo: o exame de sangue que mede a reserva do ovário caiu cerca de duas vezes mais nas operadas do que nas não operadas, em um ano.
Existe uma segunda explicação possível, reconhecida pelos próprios autores: talvez a doença que levou à cirurgia já sinalizasse um ovário diferente. Manter os ovários não provoca menopausa imediata, e antecipa um pouco a que viria.
Meus ovários vão ficar?
| O que é retirado | A menstruação | Os hormônios |
|---|---|---|
| Útero, com os dois ovários preservados | Para no dia da cirurgia | Continuam; a menopausa chega cerca de dois anos antes |
| Útero e um ovário | Para no dia da cirurgia | Continuam, com chance maior de parada precoce |
| Útero e os dois ovários | Para no dia da cirurgia | Cessam no dia da cirurgia, sem transição |
| Útero e trompas, com ovários preservados | Para no dia da cirurgia | Continuam, sem alteração pela retirada das trompas |
Retirar os dois ovários deixou de ser rotina. No estudo que mais pesou nessa mudança, com 28 anos de acompanhamento, morreram por qualquer causa cerca de 17 em cada 100 das que tiveram os ovários retirados, contra cerca de 13 em cada 100 das que os conservaram. A retirada reduziu a morte por câncer de ovário, que é raro, e não reduziu as mortes no total em nenhuma idade.
Por isso, em doença benigna, a conduta é conservar os ovários sem motivo específico para tirá-los. Os motivos são concretos: doença do próprio ovário, endometriose extensa no ovário, mutação genética de alto risco, câncer, ou dor que vem comprovadamente dali. Idade sozinha não é motivo.
As trompas são outro assunto. Costumam sair junto, porque o tipo mais comum de câncer de ovário começa na trompa, e retirá-la não altera os hormônios.
Como é a cirurgia
O útero pode sair por dentro da vagina, por laparoscopia, que são pequenos furos no abdome, ou por um corte na barriga. A via vaginal vem na frente da aberta quando é possível, e a laparoscopia vem na frente da aberta quando a vaginal não é. Decidem o tamanho do útero, as cirurgias que você já fez e o motivo da indicação.
Duas decisões acontecem dentro dessa mesma cirurgia e mudam a sua vida depois: o que fazer com os ovários, e como sustentar o topo da vagina.
O que muda no corpo depois
Com os ovários preservados, não há motivo fisiológico para ondas de calor, ressecamento vaginal ou insônia começarem por causa da cirurgia. Se aparecerem, merecem investigação, e não resignação. Sem menstruação, o sinal que avisaria a menopausa some, e a dosagem hormonal passa a valer.
Com os dois ovários retirados antes da idade em que a menopausa chegaria, os sintomas começam em dias e são mais intensos. A terapia hormonal entra em discussão conforme avaliação médica.
O ganho de peso é a queixa que mais chega, e a cirurgia responde mal por ela: a rotina parada do pós-operatório, a idade e a transição hormonal explicam melhor.
Há um dado que pesa nessa decisão. A histerectomia se associa a mais perda de urina nos dez primeiros anos e, depois de dez anos, a mais descida dos órgãos da pelve. Isso torna a decisão uma troca, com ganhos e custos, e não uma solução limpa. Acompanhar o assoalho pélvico depois faz parte do cuidado.
Perguntas frequentes
Tirar o útero e deixar os ovários é possível?
Sim, e é a conduta padrão em doença benigna quando não existe motivo específico para retirá-los. A menstruação para, os hormônios continuam.
Tirar o útero engorda?
A cirurgia em si não faz ganhar peso. Pesam a redução de atividade no pós-operatório e a fase da vida em que a maioria das cirurgias acontece.
Vou continuar com tensão pré-menstrual depois?
Com os ovários preservados, sim: o ciclo hormonal continua, mesmo sem sangramento. Muitas mulheres percebem a variação de humor nos mesmos dias de antes.
Tirar o útero dá depressão?
Não existe relação de causa estabelecida. Tristeza e luto pelo órgão existem e são legítimos, e sintoma depressivo depois da cirurgia merece avaliação.
Se eu tirar os dois ovários, vou precisar de reposição hormonal?
Essa discussão entra quando a retirada acontece antes da idade em que a menopausa chegaria, e depende do motivo da cirurgia e dos seus antecedentes, conforme avaliação médica.
Como vou saber que entrei na menopausa sem menstruação para me avisar?
Pelos sintomas e pela dosagem hormonal. Combine isso já no retorno.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que essa é a primeira pergunta que aparece quando alguém ouve a palavra histerectomia, e que ela vem com o medo de virar outra pessoa. A resposta curta é não, desde que os ovários fiquem. Quem entra em menopausa é o ovário, não o útero. O útero é o órgão que menstrua; os ovários produzem estrogênio e progesterona. Retirar o útero e manter os dois ovários faz a menstruação parar no dia da cirurgia, e não faz os hormônios pararem.
A resposta inteira tem duas partes. Se os dois ovários forem retirados junto com o útero, a menopausa começa no mesmo dia da cirurgia, sem o período de transição que a natureza costuma oferecer. E mesmo quando os ovários ficam, a menopausa costuma chegar um pouco antes do que chegaria. No estudo prospectivo de Moorman e colaboradores (Obstetrics & Gynecology, 2011), com 406 mulheres operadas e 465 não operadas, o risco de falência ovariana foi quase o dobro depois da histerectomia (razão de risco 1,92), e continuou elevado mesmo entre as que mantiveram os dois ovários (1,74). Em quatro anos, 14,8% das operadas já tinham falência ovariana, contra 8,0% do grupo de comparação. Na análise seguinte do mesmo grupo, por Trabuco e colaboradores em 2016, a menopausa chegou em média 1,9 ano mais cedo.
Isso não é motivo para não operar. É motivo para você saber antes, e para os ovários serem uma decisão discutida na consulta, não um detalhe do relatório cirúrgico.
Por que a menopausa pode chegar antes mesmo com os ovários preservados
O ovário não vive isolado. Parte do sangue que chega até ele passa por vasos que correm junto ao útero, e a cirurgia mexe nesse território. A hipótese mais aceita para os achados de Moorman e de Trabuco é essa: uma redução de irrigação que o ovário sente com o tempo. No trabalho de 2016, a queda do hormônio antimülleriano, marcador laboratorial de reserva ovariana, foi de 40,7% em um ano nas operadas contra 20,9% nas não operadas.
Há uma segunda explicação possível, e os próprios autores a reconhecem: talvez a doença que levou à cirurgia já sinalizasse um ovário diferente. A literatura ainda não separou as duas coisas. O dado prático basta: a histerectomia com preservação dos ovários não provoca menopausa imediata, e antecipa um pouco a que viria.
Quando os ovários saem, e quando não
Retirar os dois ovários deixou de ser rotina. O estudo que mais pesou nessa mudança acompanhou 30.117 enfermeiras americanas operadas por doença benigna durante 28 anos (Parker e colaboradores, 2013). Morreram, por qualquer causa, 16,8% das que tiveram os ovários retirados contra 13,3% das que os conservaram. A retirada reduziu a morte por câncer de ovário, que é raro: quatro mortes contra quarenta e quatro. Em nenhuma faixa de idade ela se associou a menor mortalidade geral, e abaixo dos 50 anos o excesso de mortes se concentrou em quem nunca usou terapia hormonal. acrescentar a referência completa com revista, volume, páginas e DOI, ou retirar a atribuição nominal.
Por isso a conduta padrão em cirurgia por doença benigna é conservar os ovários quando não há motivo específico para tirá-los. Os motivos são concretos: doença do próprio ovário, endometriose ovariana extensa, mutação genética de alto risco como BRCA1 e BRCA2, câncer, ou dor que comprovadamente vem dali. Idade sozinha não é motivo, e "já que vai abrir, tira tudo" também não.
As trompas são outro assunto. Elas saem junto na maioria das histerectomias atuais, porque o carcinoma seroso de alto grau do ovário costuma começar na trompa, e retirá-la não altera a produção hormonal. É a salpingectomia oportunista, recomendada pelo consenso da ESGO no JAMA em 2026 (Piek e colaboradores) e explicada em Tirar as trompas previne câncer de ovário?.
| O que é retirado | A menstruação | Os hormônios | O que discutir na consulta |
|---|---|---|---|
| Útero, com os dois ovários preservados | Para no dia da cirurgia | Continuam sendo produzidos; menopausa em média 1,9 ano antes (Trabuco, 2016) | Como reconhecer a menopausa sem menstruação para avisar |
| Útero e um ovário | Para no dia da cirurgia | Continuam; risco de falência ovariana maior que com dois ovários (Moorman, 2011) | Por que o ovário precisou sair |
| Útero e os dois ovários | Para no dia da cirurgia | Cessam no dia da cirurgia, sem transição | Indicação do procedimento e terapia hormonal, se houver idade e perfil para ela |
| Útero, ovários preservados e trompas retiradas | Para no dia da cirurgia | Continuam, sem alteração pela retirada das trompas | Prevenção de câncer de ovário (ESGO, 2026) |
Como é feita a cirurgia
A retirada do útero pode ser feita por via vaginal, por laparoscopia ou por via abdominal aberta. A revisão Cochrane de 2023 (Pickett e colaboradores, 63 estudos, 6.811 mulheres) coloca a via vaginal na frente da abdominal, e a laparoscópica na frente da abdominal quando a vaginal não é possível. A escolha depende do tamanho do útero, de cirurgias anteriores e da indicação. A comparação completa está em Histerectomia: vias, recuperação e o que muda em cada uma.
Duas decisões acontecem dentro da mesma cirurgia e mudam a sua vida depois: o que fazer com os ovários, e como sustentar o topo da vagina.
Recuperação, e os sintomas que costumam ser atribuídos à cirurgia
Com os ovários preservados, não há motivo fisiológico para ondas de calor, ressecamento vaginal ou insônia começarem por causa da cirurgia. Se aparecerem, merecem investigação, não resignação. Sem menstruação, o sinal que avisaria a chegada da menopausa some, e a dosagem hormonal passa a ser o caminho. Com os dois ovários retirados antes da idade em que a menopausa chegaria, os sintomas começam em dias e costumam ser mais intensos. O Posicionamento FEBRASGO nº 2/2020 orienta terapia hormonal como conduta padrão antes dos 40 anos em quem não tem contraindicação.
O ganho de peso é a queixa que mais chega, e a cirurgia responde mal por ela: a rotina do pós-operatório, a idade e a transição hormonal explicam mais. Quem operou tem direito a ser investigada por um sintoma novo, não a ouvir que é normal.
Há um dado que pesa nessa decisão. A revisão sistemática de Chang e colaboradores (American Journal of Obstetrics and Gynecology, 2025), com 60 estudos e mais de 3,5 milhões de participantes, encontrou associação entre histerectomia e disfunção do assoalho pélvico: nos dez primeiros anos, mais incontinência urinária de todos os tipos; depois de dez anos, mais prolapso de órgãos pélvicos e mais perda de urina aos esforços. Isso transforma a decisão em uma troca, com ganhos e custos, e não em uma solução limpa. O prolapso está explicado em Sinto uma bola na vagina.
Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.
Cobertura pelo plano de saúde
A histerectomia por doença benigna consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e o pedido segue com relatório clínico, exames e os códigos do procedimento.
O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A cirurgia minimamente invasiva do Instituto de Ginecologia Avançada é conduzida por Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944), Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593) e Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844). Cada caso é discutido entre os médicos.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal recente, com o laudo completo
- Último preventivo e biópsia de endométrio, se já fez
- Relatório de cirurgias anteriores, inclusive cesárea
- Medicamentos e hormônios em uso, com as doses
- Anotação simples: idade da sua mãe na menopausa e há quanto tempo o sintoma começou
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu cirurgião
- Meus ovários vão ficar? Por quê?
- Se um ovário precisar sair no meio da cirurgia, qual é o critério?
- As trompas serão retiradas? O que isso muda para mim?
- Como vou saber que entrei na menopausa sem menstruação para me avisar?
- Existe tratamento que resolva sem retirar o útero?
- O que será feito para sustentar o topo da vagina?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Tirar o útero e deixar os ovários é possível?
Sim, e é a conduta padrão em doença benigna quando não existe motivo específico para retirá-los. A menstruação para, os hormônios continuam.
Tirar o útero engorda?
A cirurgia em si não faz ganhar peso. Pesam a redução de atividade no pós-operatório e a fase de vida em que a maioria das cirurgias acontece. Quando os dois ovários saem, a mudança hormonal também entra na conta.
Vou continuar com TPM depois de tirar o útero?
Com os ovários preservados, sim: o ciclo hormonal continua acontecendo, mesmo sem sangramento. Muitas mulheres percebem a variação de humor nos mesmos dias de antes.
Tirar o útero dá depressão?
Não existe relação causal estabelecida. Tristeza e luto pelo órgão existem e são legítimos, e sintoma depressivo depois da cirurgia merece avaliação como qualquer outro.
Se eu tirar os dois ovários, vou precisar de reposição hormonal?
Essa discussão entra quando a retirada acontece antes da idade em que a menopausa chegaria, e depende do motivo da cirurgia e dos seus antecedentes, conforme avaliação médica.
Tirar o útero muda o corpo da mulher?
A vagina, a vulva, o clitóris e os ovários continuam onde estavam. A meta-análise de Dedden e colaboradores (2023) não encontrou mudança significativa na função sexual global depois da histerectomia, assunto de Sexo depois de tirar o útero.
Ainda preciso fazer preventivo depois?
Depende de o colo ter sido retirado e do motivo da cirurgia: Preventivo depois de tirar o útero.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de cirurgia ginecológica. A consulta define se existe alternativa sem retirar o útero, o que acontece com os seus ovários e o que muda na sua vida depois.
Referências
- Moorman PG, Myers ER, Schildkraut JM, Iversen ES, Wang F, Warren N. Effect of hysterectomy with ovarian preservation on ovarian function. Obstetrics & Gynecology. 2011;118(6):1271-1279. DOI 10.1097/AOG.0b013e318236fd12 · PMID 22067716
- Trabuco EC, Moorman PG, Algeciras-Schimnich A, Weaver AL, Cliby WA. Association of Ovary-Sparing Hysterectomy With Ovarian Reserve. Obstetrics & Gynecology. 2016;127(5):819-827. DOI 10.1097/AOG.0000000000001398 · PMID 27054925
- Parker WH, Feskanich D, Broder MS, Chang E, Shoupe D, Farquhar CM, Berek JS, Manson JE. Long-term mortality associated with oophorectomy compared with ovarian conservation in the Nurses' Health Study. Obstetrics & Gynecology. 2013;121(4):709-716. DOI 10.1097/AOG.0b013e3182864350 · PMID 23635669
- Pickett CM, Seeratan DD, Mol BWJ, Nieboer TE, Johnson N, Bonestroo T, Aarts JW. Surgical approach to hysterectomy for benign gynaecological disease. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2023;8(8):CD003677. DOI 10.1002/14651858.CD003677.pub6 · PMID 37642285
- Chang OH, Saldanha IJ, Encalada-Soto D, et al. Associations between hysterectomy and pelvic floor disorders: a systematic review and meta-analysis. American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2025;233(3):141-151.e6. DOI 10.1016/j.ajog.2025.03.018 · PMID 40120730
- Piek JM, Schauwaert J, Ellis LB, et al. Opportunistic Salpingectomy for Prevention of Tubo-Ovarian Carcinoma: The European Society of Gynaecological Oncology Consensus Statements. JAMA. 2026;335(10):894-902. DOI 10.1001/jama.2025.24510 · PMID 41627806
- Dedden SJ, Werner MA, Steinweg J, et al. Hysterectomy and sexual function: a systematic review and meta-analysis. The Journal of Sexual Medicine. 2023;20(4):447-466. DOI 10.1093/jsxmed/qdac051 · PMID 36857309
- Benetti-Pinto CL, Soares JM, Maciel GA, et al. Insuficiência ovariana prematura: foco no tratamento hormonal. Posicionamento FEBRASGO nº 2, agosto de 2020. Femina. 2020;48(8):487-495. DOI 10.61622/0100-7254488202004
Outros textos sobre histerectomia
Histerectomia total ou parcial: a diferença, as três vias e a recuperação de cada uma
12 minPreventivo depois de tirar o útero: quem para, quem continua e por quê
12 minSexo depois de tirar o útero: o que os estudos mostram, e a promessa que não se confirmou
12 minTirar as trompas previne câncer de ovário? O que mudou entre 2024 e 2026
12 min- Uroginecologia
- Endometriose
- Mioma
- Histeroscopia
- Pólipo endometrial
- Histerectomia
- Cirurgia minimamente invasiva
- DIU
- Cisto e tumor de ovário
- Sangramento uterino
- Dor pélvica
- Antes e depois da cirurgia
Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dra. Vanessa M. Sargaço, MÉDICA: CRM-SP 199.937 · Ginecologista: RQE 116.516, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
