A resposta
Exame normal não quer dizer que a dor não existe. Quer dizer que aquele exame não enxerga o mecanismo que está produzindo a sua dor pélvica crônica, e existem mecanismos que nenhuma imagem mostra.
Sair de uma consulta ouvindo que não tem nada tem um efeito próprio: a dor continua igual e some a explicação. Quem chega a este texto costuma já ter passado por isso mais de uma vez. O quadro que você tem é reconhecido, tem nome, tem orientações médicas escritas especificamente para ele e é objeto de pesquisa com centenas de mulheres na mesma situação. Nem sempre se chega a um diagnóstico, e nem sempre a dor acaba. O que segue é o que se sabe sobre por que ela acontece e o que costuma ajudar.
Por que dói, se o exame não mostra
A dor pode vir de três lugares diferentes, e eles se misturam.
O primeiro é a lesão: um foco de endometriose, um cisto, uma aderência. É o que os exames encontram, quando está lá.
O segundo é o nervo. Um nervo comprimido ou lesado dói, e nem sempre isso aparece em imagem.
O terceiro é o processamento da dor dentro do sistema nervoso. O corpo tem um freio natural para o sinal doloroso, e esse freio pode perder eficiência. A mesma pressão que antes não incomodava passa a doer, e a dor deixa de depender do que a começou. Ela se sustenta sozinha. Aqui está a explicação do laudo normal: o que mudou foi a forma de conduzir o sinal, não a anatomia.
Há sinal biológico disso. Estudos de genética encontraram características em comum entre dor pélvica, enxaqueca, dor lombar crônica e intestino irritável. Ter várias dores no corpo ao mesmo tempo não é coincidência nem exagero de percepção.
E há um gerador muito comum que quase nunca é procurado: a musculatura do assoalho pélvico em contração permanente. Os especialistas que estudaram o assunto estimam que ela esteja presente em cerca de oito de cada dez mulheres com dor pélvica crônica. É músculo, não órgão, e ultrassom não avalia músculo contraído. Só o exame físico dirigido encontra.
Vale repetir os exames?
Repetir o mesmo exame pelo terceiro ano seguido, procurando a mesma coisa, costuma render outro laudo normal. O que muda o rendimento é procurar coisa diferente.
| O que ainda vale investigar | Por que o exame anterior pode ter passado |
|---|---|
| Endometriose profunda | Precisa de preparo intestinal e de quem tem treino |
| Adenomiose | Precisa que o examinador procure os sinais dela |
| Assoalho pélvico contraído | Diagnóstico de exame físico, não de imagem |
| Dor que vem de um nervo | História dirigida e exame, não imagem de rotina |
| Veias da pelve | Ganhou orientação formal recente |
| Bexiga e intestino | Costumam andar junto com a dor pélvica |
| Mudança no processamento da dor | Não tem exame de imagem, tem avaliação clínica |
O que não vale é repetir cirurgia para procurar o que já não foi encontrado. Não é o primeiro caminho quando não há doença uterina identificada. Séries antigas descrevem melhora em muitas mulheres, e há a leitura atual, que prevê a dor permanecer quando o gerador não está no útero. Decidimos caso a caso.
Como se trata
O tratamento tem várias frentes ao mesmo tempo, e essa é a diferença em relação ao que provavelmente já foi tentado com você, que costuma ser uma coisa de cada vez.
A primeira frente é entender o mecanismo. Saber como a dor crônica se sustenta muda a forma de reagir a ela, e isso conta como parte do tratamento, não como conversa introdutória.
A segunda é a fisioterapia do assoalho pélvico, primeira escolha quando a musculatura está contraída, com concordância unânime entre os especialistas que estudaram o assunto.
A terceira é tratar a doença de base, quando existe uma: adenomiose, endometriose ou outra.
A quarta é a medicação que age sobre a dor de nervo e sobre a dor que se sustenta sozinha. Esse ponto tem texto próprio, porque as recomendações não são iguais para todo mundo.
A quinta é o cuidado psicológico, e ele não está aqui por a dor ser psicológica. Dor crônica altera sono, humor e atenção, e esses três alteram a dor de volta.
Como acompanhamos
O acompanhamento é por função, não por imagem. As perguntas de retorno são quantos dias do mês a dor limitou o que você faz, como está o sono, se voltou a ter relação sem dor, se o analgésico de resgate caiu de frequência.
Melhora em dor crônica costuma ser gradual e irregular, com semanas boas e semanas piores. Isso faz parte do curso e não significa que o tratamento fracassou.
Combinamos juntas o intervalo de reavaliação, em geral de dois a três meses no começo. Se nada mudou nesse intervalo, mudamos a estratégia em vez de repetir a mesma por mais tempo.
Perguntas frequentes
Exame normal quer dizer que a dor é psicológica?
Não. Quer dizer que aquele exame não encontrou lesão. A dor que nasce da mudança no processamento do estímulo é um mecanismo biológico descrito, com critérios e tratamento.
A cirurgia não achou nada e a dor continua. É comum?
É uma situação reconhecida a ponto de existir pesquisa dedicada a ela, feita com centenas de mulheres com dor pélvica e cirurgia sem achado.
Por que tenho dor pélvica, enxaqueca e intestino irritável juntos?
Existe base genética compartilhada entre esses quadros. A coexistência tem explicação biológica.
Tirar o útero resolve?
Não é o caminho quando não há doença uterina identificada. O gerador pode não estar no útero, e a dor tende a permanecer depois da cirurgia.
Fisioterapia pélvica funciona mesmo para dor?
É a primeira escolha quando a musculatura do assoalho está contraída, e foi avaliada também na dor associada à endometriose. Exige profissional com formação específica e continuidade.
Quanto tempo leva para melhorar?
Depende de quantos mecanismos estão envolvidos e de há quanto tempo a dor existe. Reavaliamos a cada dois ou três meses e trocamos de estratégia quando o intervalo passa sem mudança.
Dor pélvica crônica é rara?
Não é. Dependendo da definição usada, os levantamentos encontram entre 2 e 24 mulheres com dor pélvica crônica a cada 100.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Se você já saiu de uma consulta ouvindo que não tem nada, sabemos o efeito disso. A dor continua igual e some a explicação. Exame normal não significa ausência de dor, significa que aquele exame não enxerga o mecanismo que está produzindo a sua.
A medicina tem nome para esse quadro. Chama-se dor pélvica crônica, e a diretriz SOGC nº 445, de 2024 (Allaire et al.), foi escrita exatamente para ele. O documento organiza o manejo em torno de três ideias: a dor pode ter mais de um gerador ao mesmo tempo, o sistema nervoso participa da dor crônica por conta própria, e o tratamento eficaz costuma ser interdisciplinar, com educação sobre dor, fisioterapia e tratamento psicológico e médico caminhando juntos.
Há documento brasileiro que diz a mesma coisa em outras palavras, e ele resume bem o seu laudo normal. Em revisão publicada na Femina, revista da FEBRASGO, Ribeiro e colaboradores abrem lembrando que a dor pélvica crônica não é uma doença, e sim um quadro clínico que pode ser desencadeado por diferentes afecções. Um exame procura uma afecção de cada vez, e é por isso que ele volta normal enquanto a dor continua.
Existe até um ensaio clínico grande feito apenas com mulheres nessa situação. O GaPP2, publicado na Lancet em 2020 (Horne et al.), recrutou 306 mulheres com dor pélvica crônica e sem achado na laparoscopia. Elas não eram um caso perdido, eram uma população de pesquisa reconhecida.
Por que dói, se o exame não mostra
A dor tem três mecanismos possíveis, e eles se misturam. O primeiro é a dor nociceptiva, ou inflamatória, que vem de uma lesão visível: um endometrioma, um foco de endometriose, uma aderência. É a que os exames encontram. O segundo é a dor neuropática, que vem de um nervo lesado ou comprimido, e nem sempre aparece em imagem. O terceiro é a dor nociplástica, descrita em detalhe por Fitzcharles et al. na Lancet de 2021.
A dor nociplástica é gerada por mudanças no processamento do estímulo dentro do sistema nervoso. O mecanismo principal é a sensibilização central: o sistema que deveria frear o sinal doloroso perde eficácia, e a mesma pressão que antes não incomodava passa a doer. Aqui está o ponto que explica o seu laudo normal. Quando a sensibilização central já está instalada, a dor deixa de depender do gatilho que a iniciou. Ela se sustenta sozinha. Não há o que aparecer no ultrassom, porque o que mudou foi a modulação do sinal, não a anatomia.
Há sinal biológico disso. Rahmioglu et al., em Nature Genetics de 2023, mapearam a base genética da endometriose e encontraram variantes compartilhadas com enxaqueca, dor lombar crônica e síndrome do intestino irritável. Quem tem dor pélvica crônica costuma ter outras dores no corpo, e isso não é coincidência nem exagero de percepção.
E há um gerador muito comum que quase nunca é procurado: a musculatura do assoalho pélvico contraída. No algoritmo de tratamento publicado por Torosis et al. em 2024, o painel estima a disfunção de alto tônus em cerca de 80% das mulheres com dor pélvica crônica. É estimativa de consenso, não medida de prevalência. É músculo, não órgão, e ultrassom não avalia músculo em contração. Só o exame físico dirigido encontra.
Quando é indicado investigar de novo, e quando não é
Repetir exame pelo terceiro ano seguido, sem mudar o que se procura, costuma render outro laudo normal. O que muda o rendimento é procurar coisa diferente.
| O que ainda vale investigar | Por que o exame anterior pode ter passado |
|---|---|
| Endometriose profunda | Precisa de ultrassom com preparo intestinal e operador treinado |
| Adenomiose | Precisa que o examinador procure os critérios do consenso MUSA |
| Assoalho pélvico de alto tônus | Diagnóstico de exame físico, não de imagem |
| Dor de origem em nervo | História dirigida e exame, não imagem de rotina |
| Origem venosa pélvica | Ganhou documento formal da SIR em 2026 (Kaufman et al.) |
| Bexiga e intestino | Síndrome dolorosa vesical e intestino irritável coexistem com frequência |
| Componente nociplástico | Não tem exame de imagem, tem avaliação clínica |
Não vale repetir laparoscopia diagnóstica para procurar o que já não foi achado. A histerectomia por dor sem doença uterina divide a literatura: séries antigas descrevem melhora em boa parte das mulheres, e a leitura atual da dor nociplástica prevê que ela permaneça sem o órgão.
Como se trata
O tratamento tem várias frentes ao mesmo tempo, e essa é a diferença em relação ao que provavelmente já foi tentado com você, que costuma ser uma coisa de cada vez.
A primeira frente é entender o mecanismo. Saber o que é sensibilização central muda a forma como a pessoa reage à própria dor, e a SOGC 445 lista a educação sobre dor como parte do tratamento, não como conversa introdutória.
A segunda é a fisioterapia do assoalho pélvico. Torosis et al. registraram concordância unânime do painel de especialistas quanto à fisioterapia como primeira linha para o assoalho pélvico de alto tônus. Em dor associada à endometriose, a revisão sistemática com metanálise de Abril-Coello et al., de 2023, avaliou o benefício da fisioterapia sobre dor e qualidade de vida.
A terceira é o tratamento da doença de base, quando existe uma: adenomiose, endometriose ou outra. As opções estão em adenomiose: tratamentos e a diferença entre as duas doenças em adenomiose ou endometriose.
A quarta é a medicação que age sobre a dor de nervo e a nociplástica. É o ponto de maior divergência: a FEBRASGO recomenda em 2025, uma revisão da UERJ considerou a evidência insuficiente em 2022. Tem artigo próprio: remédio para dor de nervo na dor pélvica.
A quinta é o cuidado psicológico, e ele não está aqui por a dor ser psicológica. Dor crônica altera sono, humor e atenção, e esses três alteram a dor de volta. O consenso francês do CNGOF e do Convergences PP, publicado em 2025 (Fritel et al.), organiza a abordagem das dores pélvicas nessa mesma lógica multidisciplinar.
Acompanhamento
O acompanhamento é por função, não por imagem. As perguntas de retorno são quantos dias do mês a dor limitou o que você faz, como está o sono, se voltou a ter relação sem dor, se o analgésico de resgate caiu de frequência. Melhora em dor crônica costuma ser gradual e irregular, com semanas boas e semanas piores, e isso faz parte do curso, não é fracasso do tratamento.
Definimos junto o intervalo de reavaliação, em geral de dois a três meses no começo. Se nada mudou nesse intervalo, mudamos a estratégia em vez de repetir a mesma por mais tempo.
Cobertura pelo plano de saúde
Consultas, exames de imagem e sessões de fisioterapia pélvica constam no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costumam ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e o número de sessões liberadas por vez costuma ser limitado, o que exige relatório de renovação.
O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema. Boa parte do tratamento da dor pélvica crônica é feita fora do centro cirúrgico, e a cirurgia entra quando há doença que a justifique.
Quem faz
A avaliação é conduzida pela equipe de ginecologia cirúrgica do Instituto, em conjunto com fisioterapia pélvica e, quando indicado, com profissionais de dor e de saúde mental. Cada caso é discutido entre os médicos.
O que levar na primeira consulta
- Todos os exames anteriores, inclusive os normais, com as imagens
- Relatório de cirurgias e laparoscopias já realizadas
- Lista dos medicamentos já tentados, com dose e por quanto tempo
- Diário de duas a quatro semanas: dias com dor, intensidade, o que piorou e o que aliviou
- Anotação sobre intestino, bexiga, sono e relação sexual
- Outras dores do corpo, mesmo que pareçam sem relação
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu médico
- Minha dor tem componente nociplástico ou de nervo?
- Meu assoalho pélvico foi examinado especificamente?
- Algum exame ainda vale repetir, e procurando o quê?
- Qual é o plano se a dor não melhorar em três meses?
- Existe indicação de cirurgia no meu caso, e com qual objetivo?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Exame normal quer dizer que a dor é psicológica?
Não. Quer dizer que aquele exame não encontrou lesão. Dor nociplástica é um mecanismo neurobiológico descrito na literatura, com nome, critérios e tratamento, e não um diagnóstico de exclusão emocional.
A laparoscopia não achou nada, e a dor continua. É comum?
É uma situação reconhecida a ponto de existir ensaio clínico dedicado a ela. O GaPP2, de 2020, recrutou 306 mulheres com dor pélvica crônica e laparoscopia sem achado.
Por que tenho dor pélvica, enxaqueca e intestino irritável juntos?
Rahmioglu et al., em 2023, encontraram base genética compartilhada entre endometriose, enxaqueca, dor lombar crônica e síndrome do intestino irritável. A coexistência tem explicação biológica.
Tirar o útero resolve dor pélvica crônica sem causa definida?
Não é o primeiro caminho sem doença uterina identificada. Séries antigas descrevem melhora em muitas mulheres, e a dor pode permanecer quando o gerador não está no útero. Decidimos caso a caso.
Fisioterapia pélvica funciona mesmo para dor?
É primeira linha para o assoalho pélvico de alto tônus, com concordância unânime do painel de Torosis et al. em 2024, e foi avaliada em dor associada à endometriose por Abril-Coello et al. em 2023. Exige profissional com formação específica e continuidade.
Quanto tempo leva para melhorar?
Depende de quantos mecanismos estão envolvidos e de quanto tempo a dor existe. Reavaliamos a cada dois ou três meses e mudamos de estratégia quando o intervalo passa sem mudança.
Dor pélvica crônica é rara?
Não é. O GaPP2 abre citando que a dor pélvica crônica atinge de 2% a 24% das mulheres, a depender da definição e da população estudada.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de ginecologia cirúrgica. Traga os exames normais também, porque eles fazem parte da história e mostram o que já foi procurado. O nosso trabalho começa por nomear o mecanismo da sua dor, e seguimos daí com você.
Referências
- Allaire C, Yong PJ, Bajzak K, Jarrell J, Lemos N, Miller C, Morin M, Nasr-Esfahani M, Singh SS, Chen I. Guideline No. 445: Management of Chronic Pelvic Pain. J Obstet Gynaecol Can. 2024;46(1):102283. DOI 10.1016/j.jogc.2023.102283
- Fitzcharles MA, Cohen SP, Clauw DJ, Littlejohn G, Usui C, Häuser W. Nociplastic pain: towards an understanding of prevalent pain conditions. Lancet. 2021;397(10289):2098-2110. DOI 10.1016/S0140-6736(21)00392-5
- Horne AW, Vincent K, Hewitt CA, Middleton LJ, Koscielniak M, Szubert W, Doust AM, Daniels JP. Gabapentin for chronic pelvic pain in women (GaPP2): a multicentre, randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet. 2020;396(10255):909-917. DOI 10.1016/S0140-6736(20)31693-7
- Rahmioglu N, et al. The genetic basis of endometriosis and comorbidity with other pain and inflammatory conditions. Nat Genet. 2023;55(3):423-436. DOI 10.1038/s41588-023-01323-z · PMID 36914876
- Torosis M, Carey E, Christensen K, et al. A Treatment Algorithm for High-Tone Pelvic Floor Dysfunction. Obstet Gynecol. 2024;143(4):595-602. DOI 10.1097/AOG.0000000000005536
- Abril-Coello R, et al. Benefits of physical therapy in improving quality of life and pain associated with endometriosis: A systematic review and meta-analysis. Int J Gynaecol Obstet. 2023;162(1):233-243. DOI 10.1002/ijgo.14645 · PMID 36571475
- Fritel X, et al. Douleurs pelviennes associées à l'endométriose, conseils pour la pratique clinique. Un consensus formalisé d'experts par le CNGOF & Convergences PP. Gynecol Obstet Fertil Senol. 2025;53(11):536-547. DOI 10.1016/j.gofs.2025.06.003
- Kaufman CS, et al. The Society of Interventional Radiology Practice Guidance Document on Venous-Origin Chronic Pelvic Pain in Women. J Vasc Interv Radiol. 2026;37(6):107954. DOI 10.1016/j.jvir.2025.107954 · PMID 41786126
- Ribeiro PA, Abdalla-Ribeiro HS, Eras A. Dor pélvica crônica. Femina. 2020;48(5):262-276. DOI 10.61622/0100-7254485202001
Outros textos sobre dor pélvica
Adenomiose ou endometriose: qual é a diferença e como saber o que você tem
12 minAdenomiose: por que a cólica é tão forte e quais são os tratamentos
13 minDor na relação sexual: as causas mais comuns e quando investigar
13 minRemédio para dor de nervo na dor pélvica: o que diz o estudo inglês e o que diz a FEBRASGO
13 min- Uroginecologia
- Endometriose
- Mioma
- Histeroscopia
- Pólipo endometrial
- Histerectomia
- Cirurgia minimamente invasiva
- DIU
- Cisto e tumor de ovário
- Sangramento uterino
- Dor pélvica
- Antes e depois da cirurgia
Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. Kevin F. A. Oliveira, MÉDICO: CRM-SP 196.633 · Ginecologista: RQE 110.796, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
