A resposta
O tratamento da adenomiose começa pelos remédios, e retirar o útero é uma das opções, não a primeira delas. Entre uma coisa e outra existem caminhos intermediários, e a escolha parte do sintoma que mais atrapalha a sua vida, não do que está escrito no laudo.
Talvez você tenha passado anos organizando o mês em volta de dois ou três dias de dor, ouvindo que cólica forte é assim mesmo. A adenomiose é uma causa concreta dela, e acontece quando o tecido que reveste o útero por dentro passa a crescer dentro da parede muscular do órgão. A parede fica infiltrada, inflamada e mais grossa, e é essa infiltração que transforma a menstruação em dor. Além da cólica, ela costuma dar sangramento intenso e prolongado, sensação de peso, dor durante a relação e, em parte dos casos, dificuldade para engravidar.
Por que a cólica é tão forte
São três coisas somadas, e por isso a dor costuma ser maior do que o exame faz supor.
A primeira é mecânica. O músculo do útero infiltrado contrai de forma desorganizada, e cada contração puxa tecido inflamado.
A segunda é a inflamação. O tecido que ficou dentro do músculo responde ao hormônio do ciclo, sangra em pequena quantidade e mantém inflamação local o mês inteiro, não só na menstruação.
A terceira é a mais esquecida. Dor intensa e repetida por anos muda a forma como o sistema nervoso processa o estímulo: o freio natural do sinal de dor perde eficiência, e o que antes não incomodava passa a doer. É por isso que a dor pode continuar mesmo depois de tratar o útero, ou não combinar com o tamanho da lesão. Não é exagero nem impressão sua.
Preciso tratar agora?
Tratamos sintoma, não laudo. Adenomiose vista num ultrassom de rotina, sem cólica que incapacita e sem sangramento excessivo, não obriga a nada.
O que muda a conversa é o impacto na sua vida: faltar ao trabalho, precisar de analgésico forte todo ciclo, ficar anêmica, evitar o sexo por dor, tentar engravidar e não conseguir.
O diagnóstico hoje é feito por imagem, e não pela retirada do útero, como já foi no passado. Um ultrassom transvaginal feito por quem procura os sinais certos costuma mostrar, e a ressonância entra quando é preciso detalhar. Um laudo que não menciona adenomiose não a exclui: pode ser que ninguém a tenha procurado.
Os caminhos de tratamento
| Caminho | O que costuma controlar | O útero continua |
|---|---|---|
| Remédios para a dor e para o fluxo | Cólica e sangramento, alívio pontual | Sim |
| Hormônios de uso contínuo | Cólica e sangramento enquanto usados | Sim |
| Procedimento por cateter, sem corte | Sangramento e tamanho do útero | Sim |
| Cirurgia que retira só a área doente | Dor e volume, quando a doença é concentrada | Sim |
| Retirada do útero | Os sintomas que vêm do útero | Não |
A ordem prática começa pelos remédios. Entre os hormônios, duas opções foram bastante estudadas na adenomiose: um dispositivo colocado dentro do útero e um comprimido de uso diário. As duas controlam o ciclo e reduzem o estímulo sobre o tecido infiltrado, e nenhuma das duas retira a doença. Uma tende a aliviar mais a dor, a outra tende a proteger mais contra o sangramento e a anemia. Por qual começar depende de qual desses dois problemas pesa mais na sua rotina.
Quando o remédio não resolve ou não é tolerado, entram as opções que mexem no útero. O procedimento por cateter reduz o sangue que chega à área doente, sem corte. A cirurgia que retira só a parte infiltrada funciona melhor quando a doença está concentrada numa região. A retirada do útero encerra o sintoma uterino e entra quando você já não deseja engravidar e as outras vias foram discutidas.
Em todas as opções que preservam o útero existe chance de a doença voltar e de ser preciso um segundo procedimento. Preservar o útero é uma escolha legítima, feita sabendo disso.
O que acontece depois
Tratamento com remédio pede reavaliação em três a seis meses, com conversa sobre dor, sangramento e efeito colateral. Nenhum hormônio é para ser usado no escuro.
Depois de um procedimento ou de uma cirurgia que preserva o útero, acompanhamos por sintoma e por imagem. Quando existe intenção de engravidar, a espera até liberar a tentativa depende do quanto da parede uterina foi manipulado.
Em todos os casos avaliamos a dor separada do útero. Se aquela terceira camada já estava instalada, ela pede tratamento próprio, com fisioterapia do assoalho pélvico e, em casos selecionados, medicação específica para dor de nervo.
Perguntas frequentes
Adenomiose tem cura?
É uma doença crônica, ligada ao ciclo hormonal. Os remédios controlam os sintomas enquanto são usados, as técnicas que preservam o útero reduzem a doença sem eliminar o risco de retorno, e a retirada do útero encerra o sintoma que vem dele.
Vou ter que tirar o útero?
Não como regra. A retirada do útero é uma entre várias opções, e a indicação depende dos seus sintomas, do desejo de engravidar e do que já foi tentado.
Adenomiose aparece no ultrassom comum?
Aparece no ultrassom transvaginal quando o examinador procura os sinais dela. Um laudo que não cita adenomiose não afasta o diagnóstico.
Adenomiose atrapalha engravidar?
Pode atrapalhar, e quando existe endometriose junto o cenário fica mais difícil. Por isso o plano de tratamento precisa saber da sua intenção de engravidar desde a primeira consulta.
Adenomiose e mioma são a mesma coisa?
Não. O mioma é um nódulo com limites definidos, que costuma poder ser retirado à parte. A adenomiose está espalhada pela parede, sem borda nítida, e isso torna a retirada cirúrgica mais delicada.
A dor pode continuar depois de tirar o útero?
Pode, quando existe endometriose fora do útero ou quando o sistema nervoso já mudou a forma de processar a dor. Por isso avaliamos a dor além do útero antes de indicar a cirurgia, e não depois dela.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que você já ouviu que cólica forte faz parte, e que talvez tenha passado anos ajustando a rotina em volta de dois ou três dias do mês. A adenomiose é uma causa concreta disso, tem nome e tem tratamento. Ela acontece quando tecido parecido com o endométrio, o revestimento interno do útero, cresce dentro da parede muscular uterina, o miométrio. A parede fica infiltrada, inflamada e mais espessa, e é essa infiltração que transforma a menstruação em dor.
O tratamento parte dos sintomas, não da imagem. A diretriz SOGC nº 437, de 2023 (Dason et al.), organiza as opções em três frentes: medicamentos, procedimento por cateter e cirurgia. Entre os medicamentos estão anti-inflamatórios, ácido tranexâmico, anticoncepcional combinado, o sistema intrauterino de levonorgestrel, o dienogeste, outros progestágenos e os análogos do GnRH. Fora dos medicamentos, existem a embolização das artérias uterinas, a ablação do endométrio, a retirada cirúrgica da área doente e a histerectomia. Tirar o útero é uma das opções, e não é a primeira.
Por que a cólica da adenomiose é tão forte
A dor tem três origens somadas, e por isso costuma ser desproporcional ao que o exame mostra. A primeira é mecânica: o músculo uterino infiltrado contrai de forma desorganizada, e cada contração puxa tecido inflamado. A segunda é inflamatória: o tecido endometrial dentro do músculo responde ao ciclo hormonal, sangra em pequena escala e mantém inflamação local o mês inteiro, não só na menstruação. A terceira é neurológica: dor intensa e repetida por anos altera a forma como o sistema nervoso processa o estímulo, um fenômeno chamado sensibilização central, que a diretriz SOGC nº 445, de 2024 (Allaire et al.), colocou no centro do manejo da dor pélvica crônica.
Essa terceira camada explica algo que incomoda muita mulher: a dor que continua mesmo depois de tratar o útero, ou a dor que não combina com o tamanho da lesão. Não é exagero nem impressão, é um mecanismo descrito, e ele tem tratamento próprio. Escrevemos sobre isso em dor pélvica crônica com exames normais.
Além da cólica, a adenomiose costuma dar sangramento intenso e prolongado, sensação de peso, dor durante a relação e, em parte dos casos, dificuldade para engravidar.
Quando tratar, e quando dá para acompanhar
Tratamos sintoma, não laudo. Achado de adenomiose em ultrassom de rotina, sem cólica incapacitante e sem sangramento excessivo, não obriga a nenhuma conduta. O que muda a conversa é o impacto na sua vida: faltar ao trabalho, analgésico forte todo ciclo, anemia, dor que atrapalha o sexo, tentativa de gravidez que não engata.
O diagnóstico hoje é por imagem, não por peça cirúrgica. O consenso MUSA revisado de 2022 (Harmsen et al.) separou os sinais ultrassonográficos em diretos, que mostram tecido endometrial dentro do músculo, como cistos no miométrio e ilhas hiperecogênicas, e indiretos, como útero globoso e zona juncional irregular. Ultrassom transvaginal com operador treinado e ressonância magnética são os caminhos aceitos pela SOGC 437.
Adenomiose e endometriose andam juntas com frequência, e a revisão sistemática de Koroneos et al., publicada em 2026, se dedicou justamente a essa coexistência e ao efeito dela sobre fertilidade e gestação. Por isso investigamos as duas na mesma consulta. A diferença entre elas está em adenomiose ou endometriose.
Não há protocolo nem posicionamento da FEBRASGO dedicado à adenomiose. O documento brasileiro mais próximo é a revisão de dor pélvica crônica publicada por Ribeiro e colaboradores na Femina em 2020, que trata a dor pélvica crônica como quadro clínico com várias causas possíveis, e não como doença única. Por isso a referência de conduta aqui é a SOGC nº 437.
Como se trata, opção por opção
| Opção | Para qual sintoma | Preserva o útero | Compatível com tentar engravidar |
|---|---|---|---|
| Anti-inflamatório e ácido tranexâmico | Cólica e sangramento, alívio pontual | Sim | Sim |
| Anticoncepcional combinado | Cólica e sangramento | Sim | Não durante o uso |
| Sistema intrauterino de levonorgestrel | Sangramento intenso e cólica | Sim | Não durante o uso |
| Dienogeste e outros progestágenos | Dor, inclusive na relação | Sim | Não durante o uso |
| Análogos do GnRH | Dor intensa, uso por tempo limitado | Sim | Não durante o uso |
| Embolização das artérias uterinas | Sangramento e volume uterino | Sim | Decisão individual |
| Ablação do endométrio | Sangramento intenso | Sim | Não |
| Retirada cirúrgica da área doente | Dor e volume, doença localizada | Sim | Sim, após intervalo |
| Histerectomia | Todos, quando a prole está completa | Não | Não |
A ordem prática começa pelo tratamento clínico. O sistema intrauterino de levonorgestrel e o dienogeste são as opções hormonais mais estudadas: a metanálise de Akhigbe et al. (2024), com corrigenda publicada (PMID 40347859), comparou as duas, e a SOGC 437 não hierarquiza. Nenhuma retira a doença, ambas controlam o ciclo e reduzem o estímulo sobre o tecido infiltrado.
Quando o remédio não resolve, ou não é tolerado, entram as opções que mexem no útero. A embolização das artérias uterinas é feita por cateter, sem corte, e reduz o fluxo sanguíneo para a área doente. A retirada cirúrgica da adenomiose se aplica melhor quando a doença está concentrada em uma região. A histerectomia encerra o sintoma uterino e entra quando a prole está completa e as outras vias já foram discutidas com você.
Há um dado que vale conhecer antes de escolher: a revisão sistemática de Liu et al., publicada em Obstetrics & Gynecology em 2023, reuniu 42 estudos e 5.877 mulheres para medir recidiva e nova intervenção depois das técnicas que preservam o útero. O risco de a doença voltar existe em todas elas, e é maior depois da embolização do que depois da retirada cirúrgica ou da ablação térmica guiada por imagem. Os autores ponderam que as pacientes levadas à embolização tinham úteros maiores, o que pode explicar parte da diferença. Preservar o útero é uma escolha legítima, feita sabendo disso.
Acompanhamento depois do tratamento
Tratamento clínico exige reavaliação em três a seis meses, com conversa sobre dor, sangramento e efeito colateral. Nenhuma das opções hormonais é para ser usada no escuro.
Depois de embolização ou de cirurgia conservadora, o acompanhamento é por sintoma e por imagem. Quando a intenção é engravidar, o intervalo até liberar a tentativa depende do quanto da parede uterina foi manipulado. A revisão de Jiang et al., de 2023, reuniu os desfechos de gravidez depois de tratamento cirúrgico que preserva o útero.
Em todos os casos reavaliamos a dor de forma separada do útero: se a sensibilização central já estava instalada, ela precisa de tratamento próprio, com fisioterapia do assoalho pélvico e, em casos selecionados, medicação para dor de nervo, assunto de remédio para dor de nervo na dor pélvica.
Cobertura pelo plano de saúde
O tratamento cirúrgico da adenomiose, incluindo histerectomia e miomectomia por videolaparoscopia, consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato. Na solicitação costumam ser pedidos laudo com indicação, relatório sobre o tratamento clínico já tentado e exames de imagem recentes.
O passo a passo da autorização está em Cirurgia ginecológica pelo convênio, e o caminho médico diante de uma negativa em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema. A escolha do hospital considera a via cirúrgica indicada, a estrutura necessária e a sua rede de cobertura.
Quem faz
A avaliação e a cirurgia são conduzidas pela equipe de ginecologia cirúrgica do Instituto. Cada caso é discutido entre os médicos antes da indicação, e quem opera conhece você desde a primeira consulta.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal e ressonância magnética da pelve, se já tiver, com as imagens
- Hemograma e ferritina recentes
- Lista dos medicamentos hormonais já usados, com dose e tempo de uso
- Anotação de dois ou três ciclos: dias de dor, intensidade, quantos absorventes por dia
- Relatório de cirurgias ginecológicas anteriores
- Se está tentando engravidar, há quanto tempo
A lista completa está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de operar estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu médico
- A minha adenomiose está localizada em uma área ou espalhada pela parede?
- Tenho endometriose junto?
- Qual opção clínica você indica primeiro, e por quanto tempo antes de reavaliar?
- Se eu quiser preservar o útero, quais caminhos ficam abertos?
- Parte da minha dor já pode ser sensibilização central?
- Em quanto tempo posso tentar engravidar depois de cada opção?
O que perguntar sobre formação e registro está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Adenomiose tem cura?
A doença é crônica e ligada ao ciclo hormonal. Os tratamentos clínicos controlam os sintomas enquanto são usados, as técnicas que preservam o útero reduzem a doença sem eliminar o risco de retorno, e a retirada do útero encerra o sintoma uterino.
Adenomiose precisa tirar o útero?
Não como regra. A SOGC 437 lista a histerectomia entre várias opções, ao lado de medicamentos, embolização, ablação e retirada da área doente. A indicação depende dos seus sintomas, do desejo de gravidez e do que já foi tentado.
Adenomiose aparece no ultrassom comum?
Aparece no ultrassom transvaginal quando o examinador procura os sinais descritos no consenso MUSA revisado de 2022. Um laudo que não menciona adenomiose não a exclui.
DIU hormonal funciona para adenomiose?
O sistema intrauterino de levonorgestrel está entre as opções clínicas da SOGC 437 e foi comparado ao dienogeste em revisão sistemática de 2024. Controla principalmente o sangramento intenso e a cólica, e não retira a doença.
Adenomiose atrapalha engravidar?
Pode atrapalhar, e a coexistência com endometriose piora esse cenário, conforme a revisão sistemática de Koroneos et al. de 2026. O plano de tratamento precisa ser montado com essa informação desde a primeira consulta.
Adenomiose e mioma são a mesma coisa?
Não. O mioma é um nódulo de músculo com limites definidos, que costuma poder ser removido separadamente. A adenomiose é uma infiltração difusa na parede, sem borda nítida, e é isso que torna a retirada cirúrgica mais delicada.
A dor continua depois de tirar o útero, é possível?
É possível quando existe sensibilização central ou endometriose fora do útero. Por isso avaliamos a dor além do útero antes de indicar a cirurgia, e não depois dela.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de ginecologia cirúrgica. A consulta define se o que você tem é adenomiose, se há endometriose junto e qual opção cabe no seu momento de vida. Caminhamos ao seu lado nessa decisão, e ela é sua.
Referências
- Dason ES, Maxim M, Sanders A, Papillon-Smith J, Ng D, Chan C, Sobel M. Guideline No. 437: Diagnosis and Management of Adenomyosis. J Obstet Gynaecol Can. 2023;45(6):417-429.e1. DOI 10.1016/j.jogc.2023.04.008
- Harmsen MJ, Van den Bosch T, de Leeuw RA, et al. Consensus on revised definitions of Morphological Uterus Sonographic Assessment (MUSA) features of adenomyosis: results of modified Delphi procedure. Ultrasound Obstet Gynecol. 2022;60(1):118-131. DOI 10.1002/uog.24786
- Akhigbe RE, et al. Comparison of the effectiveness of levonorgestrel intrauterine system and dienogest in the management of adenomyosis: A systematic review and meta-analysis. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2024;300:230-239. DOI 10.1016/j.ejogrb.2024.07.038 · PMID 39032312
- Liu L, Tian H, Lin D, Zhao L, Wang H, Hao Y. Risk of Recurrence and Reintervention After Uterine-Sparing Interventions for Symptomatic Adenomyosis: A Systematic Review and Meta-Analysis. Obstet Gynecol. 2023;141(4):711-723. DOI 10.1097/AOG.0000000000005080
- Jiang L, et al. Pregnancy Outcomes after Uterus-sparing Operative Treatment for Adenomyosis: A Systematic Review and Meta-analysis. J Minim Invasive Gynecol. 2023;30(7):543-554. DOI 10.1016/j.jmig.2023.03.015 · PMID 36972750
- Allaire C, Yong PJ, Bajzak K, et al. Guideline No. 445: Management of Chronic Pelvic Pain. J Obstet Gynaecol Can. 2024;46(1):102283. DOI 10.1016/j.jogc.2023.102283
- Koroneos Z, Cao M, Mooney S, Tyson K, Holdsworth-Carson S. Comorbidity of endometriosis and adenomyosis: A systematic review examining the impact of co-morbid disease on fertility and pregnancy outcomes. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2026;322:115094. DOI 10.1016/j.ejogrb.2026.115094 · PMID 41996904
- Ribeiro PA, Abdalla-Ribeiro HS, Eras A. Dor pélvica crônica. Femina. 2020;48(5):262-276. DOI 10.61622/0100-7254485202001
Outros textos sobre dor pélvica
Adenomiose ou endometriose: qual é a diferença e como saber o que você tem
12 minDor na relação sexual: as causas mais comuns e quando investigar
13 minDor pélvica crônica com exames normais: o que explica a dor quando o laudo não mostra nada
13 minRemédio para dor de nervo na dor pélvica: o que diz o estudo inglês e o que diz a FEBRASGO
13 min- Uroginecologia
- Endometriose
- Mioma
- Histeroscopia
- Pólipo endometrial
- Histerectomia
- Cirurgia minimamente invasiva
- DIU
- Cisto e tumor de ovário
- Sangramento uterino
- Dor pélvica
- Antes e depois da cirurgia
Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. Lucas G. S. Baptista, MÉDICO: CRM-SP 184.500 · Ginecologista: RQE 104.283, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
