A resposta
Na cirurgia ginecológica que não envolve câncer, a cirurgia robótica ainda não mostrou resultado melhor do que a laparoscopia comum naquilo que interessa a você: complicação, sangramento, chance de a cirurgia precisar virar aberta, dor e tempo de recuperação.
A palavra robô impressiona, e quando ela entra na conversa fica a impressão de que existe uma opção avançada e uma opção comum. Na doença benigna, o que separa as duas vias é menos do que o nome sugere, e quem decide a escolha é o seu caso.
Os estudos dizem isso com clareza. Em cirurgia de endometriose, as duas vias empataram em complicação durante e depois da cirurgia, em chance de virar cirurgia aberta, em sangramento e em tempo de internação, com o robô levando cerca de meia hora a mais de cirurgia. Na retirada do útero por doença benigna, todos os estudos que sortearam mulheres entre as duas vias, somados no mundo inteiro, reúnem menos de quatrocentas participantes, e a única diferença encontrada foi uma internação um pouco mais curta, algo em torno de meio dia. Na correção de prolapso, as duas entregaram resultado equivalente.
O que o robô muda, e para quem
A plataforma robótica é uma laparoscopia com outra interface. Os instrumentos continuam entrando por orifícios pequenos. O que muda fica do lado de quem opera: os braços têm articulação parecida com a do punho, a imagem é ampliada e em três dimensões, o tremor da mão é filtrado e a postura no console cansa menos em cirurgias longas.
Esses ganhos são reais, e são ganhos de quem está operando. O que ainda não se demonstrou é que eles cheguem até você em forma de resultado melhor. Uma interface mais confortável para o cirurgião não é, sozinha, um desfecho melhor para quem é operada.
Existe um ponto em que o robô aparece na frente. Em registros grandes de retirada do útero, a chance de a cirurgia precisar virar aberta foi menor com o robô, cerca de 1 em cada 100 contra cerca de 5 em cada 100. Só que esses registros não sorteiam quem vai para cada via, e a mesma vantagem some nos estudos com sorteio. É um sinal, e não uma prova. No mesmo levantamento apareceu outro dado, que pesa sozinho: quanto mais cirurgias desse tipo o cirurgião faz por ano, menos ele precisa mudar de via.
Quando indicamos o robô
Indicamos em situações específicas, e não por rotina: pelve muito complexa, aderências extensas de operações anteriores, procedimentos longos em que o cansaço de quem opera passa a afetar a precisão, e casos de obesidade importante em que a manipulação dos instrumentos comuns fica limitada.
Operamos em hospitais que dispõem da plataforma e, ainda assim, a maior parte da nossa cirurgia benigna é feita por laparoscopia comum ou pela vagina. A tecnologia disponível não é argumento de indicação.
Como escolhemos por onde operar
A escolha começa antes do robô, e começa pela via vaginal, que costuma ficar fora da conversa por não ter equipamento para anunciar. Quando é tecnicamente possível, a retirada do útero pela vagina é preferida à cirurgia com corte grande na barriga, porque devolve você à vida normal antes, tem menos infecção do corte e internação mais curta. Comparada à laparoscopia, ela empata nos desfechos principais, e não deixa nenhuma cicatriz no abdome.
| Via vaginal | Laparoscopia, com ou sem robô | |
|---|---|---|
| Cicatriz na barriga | Nenhuma | 2 a 5 cortes de 5 a 12 mm |
| Tempo de cirurgia | Menor | Maior, e maior ainda com o robô |
| Chance de virar cirurgia aberta | Rara | Cerca de 1 a 4 em cada 100 |
| Quando não dá | Útero muito grande, aderência, necessidade de ver a pelve toda | Aderência extrema, instabilidade na mesa |
Um ponto se confunde com frequência. Existe um estudo grande mostrando resultado pior da cirurgia por orifícios pequenos no câncer de colo do útero em fase inicial. Isso vale para câncer de colo. Não se transfere para mioma, endometriose, pólipo, cisto de ovário ou prolapso.
Como é a recuperação
A recuperação de uma cirurgia robótica é a de uma laparoscopia: os mesmos prazos, a mesma dor no ombro causada pelo gás e os mesmos cuidados com a parede da barriga.
Um percentual de sucesso cirúrgico isolado depende de quais casos entraram na conta, e por isso não ajuda a decidir.
Perguntas frequentes
Cirurgia robótica é mais segura?
Nos estudos que sortearam mulheres entre as duas vias em doença benigna, complicações e mudanças de via foram semelhantes. A base ainda é pequena, com menos de quatrocentas participantes no total em retirada do útero.
A cicatriz é menor com o robô?
Não. O robô costuma usar de três a cinco orifícios, alguns um pouco maiores que os da laparoscopia comum. A via vaginal é a única que não deixa cicatriz na barriga.
A recuperação é mais rápida?
A única diferença encontrada foi uma internação um pouco mais curta, em torno de meio dia. Nos demais pontos da recuperação não houve diferença.
Por que alguns serviços indicam robô com frequência?
Existem indicações técnicas legítimas, como casos complexos e aderências extensas, e existe disponibilidade de equipamento. Quando a via for apresentada a você, o pedido é simples: peça o motivo clínico do seu caso.
Se o robô não é superior, por que ele existe?
Porque resolve um problema real de conforto e precisão para quem opera, principalmente em cirurgias longas, e porque em casos complexos pode evitar que a cirurgia precise virar aberta. O que ainda não se demonstrou é benefício de rotina.
Vi que a cirurgia por orifícios pequenos é pior no câncer. Isso vale para mim?
Vale para o câncer de colo do útero em fase inicial. Não se aplica a mioma, endometriose, pólipo, cisto de ovário ou prolapso.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que a palavra robô impressiona, e que ela deixa a impressão de que existe uma opção melhor e uma opção comum. Vamos ser diretos com você: em cirurgia ginecológica benigna, a robótica ainda não demonstrou superioridade clínica sobre a laparoscopia convencional.
É o que a literatura mostra nos desfechos que interessam a você: complicação, conversão, sangramento, dor e recuperação.
- Em cirurgia de endometriose, uma meta-análise de 13 estudos (Csirzó et al., Surgical Endoscopy, 2024) não encontrou diferença entre robótica e laparoscopia convencional em complicações durante e depois da cirurgia, conversões, internação, sangramento ou reinternação. A robótica foi inferior no tempo: cerca de 28 minutos a mais de cirurgia e 51 minutos a mais de sala.
- Em histerectomia por doença benigna, a única meta-análise construída só com ensaios randomizados e avaliada por GRADE (Mirza et al., Journal of Robotic Surgery, 2026) encontrou quatro ensaios, somando 375 mulheres no mundo inteiro. Não houve diferença em tempo de cirurgia, conversão, complicações, sangramento ou hematoma de cúpula. Houve internação mais curta com a robótica, de 0,64 dia em média, com certeza moderada.
- Na correção de prolapso apical por sacrocolpopexia, uma revisão de 5 ensaios randomizados e 24 estudos observacionais (Ferrari et al., BJOG, 2026) concluiu que as duas vias entregam resultados anatômicos e clínicos equivalentes, com morbidade semelhante.
A revisão Cochrane de 2023 (Pickett et al.) é mais dura: para robótica contra laparoscopia havia três ensaios randomizados e 296 mulheres, e nenhum deles mediu satisfação ou qualidade de vida.
Por que a robótica existe e o que ela muda na sala
A plataforma robótica é uma laparoscopia com outra interface. Os instrumentos continuam entrando por orifícios pequenos. O que muda é o lado do cirurgião: os braços têm articulação no punho, a visão é tridimensional e ampliada, o tremor é filtrado e a postura no console é mais confortável em cirurgias longas.
Esses ganhos são ergonômicos e técnicos. O que a evidência ainda não mostrou é que eles se convertam em desfecho melhor para você na doença benigna. Uma interface mais confortável para quem opera não é, por si, um resultado melhor para quem é operada.
Existe um ponto em que a robótica aparece com vantagem: em séries observacionais grandes, a chance de a cirurgia precisar virar aberta é menor com o robô. No banco de dados de 6.992 histerectomias laparoscópicas de Michigan (Lim et al., Obstetrics & Gynecology, 2016), o risco previsto de conversão foi de 0,8% com assistência robótica contra 5,4% na laparoscopia convencional. O mesmo estudo mostrou que o volume do cirurgião pesava sozinho: cirurgiões de alto volume converteram menos que os de volume baixo e médio. Esses são dados retrospectivos, sujeitos à escolha de quem opera o quê, e na meta-análise de Ferrari a vantagem de conversão apareceu nos estudos observacionais e sumiu nos ensaios randomizados. É um sinal, não uma prova.
A experiência brasileira publicada segue a mesma prudência. Numa série de 274 cirurgias ginecológicas robóticas realizadas ao longo de seis anos num hospital de São Paulo (Gomes et al., Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2018), a conversão para laparoscopia ou laparotomia ocorreu em 1,1% e as complicações perioperatórias em 0,8%, sem diferença entre os cirurgiões experientes e os iniciantes acompanhados por preceptor. É um estudo retrospectivo de um único serviço, e o que ele sustenta é um modelo de segurança para introduzir a técnica, não a superioridade dela.
Quando a robótica é indicada
Indicamos a plataforma robótica em situações específicas, e não por rotina: cirurgia pélvica muito complexa, aderências extensas de operações anteriores, procedimentos longos em que a ergonomia do cirurgião passa a afetar a precisão, e casos de obesidade importante em que a manipulação dos instrumentos convencionais fica limitada. A própria meta-análise de Ferrari conclui que a via robótica pode ser útil em casos complexos ou tecnicamente exigentes.
Operamos em hospitais que dispõem da plataforma e, mesmo assim, a maior parte da nossa cirurgia benigna é feita por laparoscopia convencional ou por via vaginal. A tecnologia disponível não é argumento de indicação.
Como escolhemos a via
A escolha começa antes do robô, e começa pela via vaginal, que costuma ficar fora da conversa por não ter equipamento para anunciar. O mapa completo das vias está em Cirurgia minimamente invasiva.
A Cochrane de 2023 é explícita: quando tecnicamente possível, a histerectomia deve ser vaginal em preferência à abdominal, porque devolve a paciente à vida normal antes, tem menos infecção de parede e internação mais curta. Na comparação entre laparoscopia e via vaginal, os desfechos principais não mostraram diferença, e as complicações foram raras nos dois grupos. A via vaginal não deixa cicatriz nenhuma no abdome.
A literatura brasileira diz o mesmo. A revisão de Pardini e colaboradores (Femina, 2020) mantém a via vaginal como a de escolha na histerectomia e registra que, na doença benigna, os resultados da robótica frente à laparoscopia convencional divergem entre revisões sistemáticas, com o custo da tecnologia e a ausência de sensação tátil entre as limitações apontadas.
| Via vaginal | Laparoscopia | Robótica | |
|---|---|---|---|
| Cicatriz abdominal | Nenhuma | 2 a 4 incisões de 5 a 12 mm | 3 a 5 incisões de 8 a 12 mm |
| Evidência em doença benigna | Superior à via aberta (Cochrane 2023) | Superior à via aberta (Cochrane 2023) | Equivalente à laparoscopia |
| Tempo de sala | Menor | Intermediário | Maior (Csirzó 2024) |
| Conversão para aberta | Rara | 0,7% a 3,9% conforme a série | Menor em séries observacionais |
| Quando não dá | Útero muito grande, aderência, necessidade de ver a pelve toda | Aderência extrema, instabilidade clínica | Mesmas limitações da laparoscopia |
| Custo para o sistema | Menor | Intermediário | Maior |
Uma advertência que circula distorcida: o ensaio LACC mostrou que a cirurgia minimamente invasiva teve resultado oncológico pior que a cirurgia aberta no câncer de colo do útero inicial, com sobrevida livre de doença de 85,0% contra 96,0% em 4,5 anos (Ramirez et al., JCO, 2024). Isso vale para câncer de colo. Não se transfere para doença benigna, e os dois cenários se confundem com frequência.
Recuperação
A recuperação de uma cirurgia robótica é a de uma laparoscopia, com os mesmos prazos, a mesma dor no ombro pelo gás e os mesmos cuidados com a parede abdominal. Os detalhes estão em Recuperação da videolaparoscopia e os prazos práticos em Quando dirigir e voltar à academia.
Um percentual de sucesso cirúrgico isolado depende inteiramente de quais casos entraram na conta, e por isso não ajuda a decidir. O que dá para conferir é a evidência publicada, com autor, ano e identificador.
Os prazos de afastamento por procedimento estão em Quantos dias de atestado.
Cobertura pelo plano de saúde
A histerectomia e a videolaparoscopia ginecológica por doença benigna constam no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costumam ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato. A via robótica tem regra de cobertura própria e nem sempre é autorizada em doença benigna, o que faz parte da conversa antes de marcar a cirurgia.
O passo a passo da autorização está em Cirurgia ginecológica pelo convênio, e o caminho médico diante de uma negativa em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A cirurgia minimamente invasiva do Instituto de Ginecologia Avançada é conduzida por Dra. Lorena Cerutti (CRM-SP 219.409, RQE 124.944), Dr. José Ricardo W. Ristow (CRM-SP 206.100, RQE 114.593) e Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844). Cada caso é discutido entre os médicos.
O que levar na primeira consulta
- Ultrassom transvaginal recente, com medida do útero, e a ressonância se já fez
- Relatório de cirurgias abdominais anteriores, inclusive cesárea
- Se já recebeu indicação de via cirúrgica, o relatório que descreve essa indicação
- Medicamentos em uso, com as doses
- Suas dúvidas anotadas, principalmente as que você achou que não valia perguntar
A lista completa está em O que levar na primeira consulta.
Perguntas que você deveria fazer ao seu cirurgião
- Qual via você indica no meu caso, e por qual motivo clínico?
- A via vaginal foi considerada? Se não é possível, por quê?
- Quantas cirurgias desse tipo você faz por ano?
- Se a robótica for indicada, o que ela muda no meu resultado, e não no conforto da equipe?
- Qual o plano se a via precisar mudar durante a cirurgia?
- A minha autorização cobre a via que estamos escolhendo?
O que perguntar sobre formação e registro está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Cirurgia robótica é mais segura?
Nos estudos randomizados disponíveis em doença benigna, complicações e conversões foram semelhantes às da laparoscopia convencional. A base de ensaios ainda é pequena: quatro ensaios e 375 mulheres em histerectomia benigna.
A cicatriz é menor com o robô?
Não. A robótica costuma usar de três a cinco orifícios, alguns um pouco maiores que os da laparoscopia convencional. A via vaginal é a única que não deixa cicatriz no abdome.
A recuperação é mais rápida?
Em histerectomia benigna, a meta-análise de ensaios randomizados encontrou internação mais curta em 0,64 dia. Nos demais desfechos de recuperação não houve diferença.
Por que alguns serviços indicam robô com frequência?
Existem indicações técnicas legítimas, como casos complexos e aderências extensas, e existe disponibilidade de equipamento. Quando a via for apresentada como argumento, o pedido é simples: peça o motivo clínico do seu caso específico.
A robótica é coberta pelo plano de saúde?
A cobertura da via robótica segue regra própria e nem sempre é concedida em doença benigna. Isso precisa ser confirmado antes de marcar.
Se o robô não é superior, por que ele existe?
Porque resolve um problema real de ergonomia e precisão para quem opera, principalmente em cirurgias longas. Em casos complexos, séries observacionais mostram menos conversão para cirurgia aberta, e os ensaios randomizados não confirmaram essa vantagem. O que ainda não se demonstrou é benefício de rotina na doença benigna.
Vi que a cirurgia minimamente invasiva é pior no câncer. Isso vale para mim?
Vale para o câncer de colo do útero inicial, cenário do ensaio LACC. Não se aplica a mioma, endometriose, pólipo, cisto de ovário ou prolapso.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de cirurgia ginecológica. A consulta define qual via se aplica ao seu caso e por quê, com o motivo dito em palavras que você possa repetir para outra pessoa. Segunda opinião também é consulta, e ela cabe quando a indicação que você recebeu não ficou clara.
Referências
- Csirzó Á, Kovács DP, Szabó A, et al. Robot-assisted laparoscopy does not have demonstrable advantages over conventional laparoscopy in endometriosis surgery: a systematic review and meta-analysis. Surg Endosc. 2024;38(2):529-539. DOI 10.1007/s00464-023-10587-9
- Ferrari A, Borrelli M, Moretti G, et al. Laparoscopic Versus Robot-Assisted Sacrocolpopexy: A Systematic Review and Meta-Analysis. BJOG. 2026;133(8):1529-1538. DOI 10.1111/1471-0528.70218
- Mirza W, Noor F, Afridi M, Khan ME, Iqbal H, Khan A. Robotic versus conventional laparoscopic total hysterectomy for benign gynecologic disease: an RCT-only, GRADE-assessed systematic review and meta-analysis of operative outcomes and perioperative morbidity. J Robot Surg. 2026;20(1):171. DOI 10.1007/s11701-026-03142-w
- Pickett CM, Seeratan DD, Mol BWJ, Nieboer TE, Johnson N, Bonestroo T, Aarts JW. Surgical approach to hysterectomy for benign gynaecological disease. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2023;8:CD003677. DOI 10.1002/14651858.CD003677.pub6
- Lim CS, Mowers EL, Mahnert N, et al. Risk Factors and Outcomes for Conversion to Laparotomy of Laparoscopic Hysterectomy in Benign Gynecology. Obstet Gynecol. 2016;128(6):1295-1305. DOI 10.1097/AOG.0000000000001743
- Ramirez PT, Robledo KP, Frumovitz M, et al. LACC Trial: Final Analysis on Overall Survival Comparing Open Versus Minimally Invasive Radical Hysterectomy for Early-Stage Cervical Cancer. J Clin Oncol. 2024;42(23):2741-2746. DOI 10.1200/JCO.23.02335
- Gomes MTV, Costa Porto BT, Parise Filho JP, Vasconcelos AL, Bottura BF, Marques RM. Safety Model for the Introduction of Robotic Surgery in Gynecology. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(7):397-402. DOI 10.1055/s-0038-1655746 · PMID 29775973
- Pardini T, Arruda B, Moura M, Silva Filho AL, Cândido EB. Cirurgia robótica em ginecologia: atualidade e perspectivas. Femina. 2020;48(1):43-48. DOI 10.61622/0100-7254481202005
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- Endometriose
- Mioma
- Histeroscopia
- Pólipo endometrial
- Histerectomia
- Cirurgia minimamente invasiva
- DIU
- Cisto e tumor de ovário
- Sangramento uterino
- Dor pélvica
- Antes e depois da cirurgia
Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dra. Lorena Cerutti, MÉDICA: CRM-SP 219.409 · Ginecologista: RQE 124.944, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
