A resposta
Como é a cirurgia de pólipo no útero, em uma frase: uma ótica fina entra pelo canal do colo do útero, sem corte nenhum, e o pólipo é retirado enquanto está sendo visto numa tela. O nome é polipectomia histeroscópica. Dura em geral de quinze a trinta minutos, e a alta é no mesmo dia.
A palavra cirurgia pesa, e costuma chegar antes de qualquer explicação sobre o que vai acontecer. Este texto inverte essa ordem: descreve o dia inteiro, do jejum à conversa sobre o resultado.
A ótica tem o calibre de um lápis ou menos, e percorre o mesmo caminho por onde sai a menstruação. A cavidade do útero é aberta com soro, o pólipo aparece na tela, sai com a base incluída e todo o material vai para o laboratório.
Por que dá para tirar por dentro
O útero é um órgão oco e tem uma entrada natural. O pólipo cresce para dentro dessa cavidade, preso à camada interna, e por isso pode ser alcançado pelo caminho que já existe. Não é preciso abrir a barriga nem fazer furos no abdome.
A histeroscopia faz duas coisas na mesma sessão: mostra a cavidade inteira e trata o que for encontrado ali. É por isso que boa parte desses procedimentos pode ser feita fora do centro cirúrgico, em ambiente de consultório preparado para isso.
Vai ser no consultório ou no centro cirúrgico?
Essa é a pergunta prática que mais muda o seu dia, e ela tem critério.
Pólipos pequenos, com canal do colo que aceita bem a passagem da ótica, podem ser tratados em regime ambulatorial, com pouca ou nenhuma anestesia. Pólipos maiores, múltiplos, de base larga, ou quando o canal é estreito e a passagem dói, vão para o centro cirúrgico, com sedação ou anestesia.
A decisão de retirar ou acompanhar o pólipo vem antes dessa, e depende de sintoma, menopausa, tamanho e desejo de engravidar. As duas perguntas são diferentes e se respondem em ordem.
O passo a passo do dia
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| Chegada | Jejum conforme a orientação, e avaliação com o anestesista quando houver sedação |
| Passagem da ótica | Entrada pelo canal do colo, sem corte e, na maioria das vezes, sem forçar dilatação |
| Abertura da cavidade | Soro em fluxo controlado afasta as paredes e mostra o interior do útero |
| Inspeção | Toda a cavidade é percorrida, inclusive os cantos onde as trompas entram |
| Retirada | O pólipo sai sob visão direta, com a base |
| Revisão final | A cavidade é olhada de novo, para confirmar que nada ficou |
| Envio ao laboratório | Todo o material segue para exame |
| Alta | No mesmo dia, poucas horas depois |
Na etapa da retirada está a mudança de prática mais relevante do tema. Durante décadas, tirar pólipo por raspagem às cegas foi rotina, e no Brasil ainda é em muitos serviços. Sem imagem, esse procedimento trata de forma incompleta, enxerga menos e tem mais complicações, porque a cureta não alcança de modo confiável uma lesão pequena presa por um pé. A recomendação atual é substituir a raspagem pela histeroscopia sempre que for possível.
Quanto tempo até voltar ao normal, e quando sai a biópsia
A alta é no mesmo dia. Cólica leve a moderada é esperada por um a dois dias e costuma ceder com analgésico comum. O sangramento é do tipo escape ou borra de café e diminui ao longo de alguns dias. Esforço físico, relação sexual e piscina são liberados conforme avaliação médica, em geral depois que o sangramento cessa.
Sobre voltar ao trabalho, a faixa honesta é ampla: do dia seguinte até cerca de uma semana. Quem trabalha sentada, não recebeu sedação e passou bem costuma retomar já no dia seguinte. Quem recebeu sedação, sentiu mais cólica ou trabalha em pé, com peso ou dirigindo, costuma precisar de alguns dias a mais. O atestado sai depois da cirurgia, com o que foi realmente feito e com o prazo que o seu caso pediu, e não antes, com um número escolhido por hábito.
O prazo da biópsia não depende de nós nem de uma regra fixa. O tecido passa por fixação, processamento, corte e leitura, e cada etapa leva o seu tempo. Em geral são de poucos dias a algumas semanas, e o prazo se estende quando o patologista pede exames adicionais no material, o que costuma indicar cuidado a mais, e não má notícia.
Procure a equipe no mesmo dia se aparecer febre, sangramento maior que uma menstruação, dor que não cede com o analgésico prescrito ou corrimento com odor. Os riscos do procedimento são conversados com você antes, na consulta.
Perguntas frequentes
Como é a cirurgia para tirar pólipo do útero?
Pelo caminho natural, sem corte. A ótica entra pelo canal do colo, a cavidade é aberta com soro, o pólipo sai sob visão direta com a base e todo o material vai para exame. Dura de quinze a trinta minutos.
Cirurgia de pólipo uterino dói?
Depende do ambiente. Em regime ambulatorial há desconforto parecido com cólica menstrual, e o manejo da dor faz parte do preparo. Com sedação ou anestesia não há dor durante o procedimento. Cólica leve a moderada por um a dois dias depois é esperada.
Quantos dias de atestado depois da polipectomia?
De um dia até cerca de uma semana, conforme o seu trabalho e a sedação usada. O documento é emitido depois da cirurgia, com o que foi realmente feito.
A biópsia do pólipo demora quanto tempo?
O prazo é do laboratório e vai de poucos dias a algumas semanas, conforme o processamento e a necessidade de exames adicionais. A data do retorno é combinada na alta.
Precisa de raspagem para tirar pólipo?
A recomendação atual caminha no sentido oposto, e orienta substituir os procedimentos feitos às cegas pela histeroscopia sempre que for possível.
Preciso ficar internada?
Na maioria dos casos, não. É procedimento de mesmo dia, e boa parte pode ser feita em regime ambulatorial.
O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.
A resposta direta
Sabemos que a palavra cirurgia pesa, e que ela veio antes de qualquer explicação sobre o que exatamente vai acontecer. A retirada de um pólipo endometrial se chama polipectomia histeroscópica, e não tem corte nenhum.
Uma ótica fina, do calibre de um lápis ou menor, entra pelo canal do colo do útero, o mesmo caminho por onde sai a menstruação. A cavidade uterina é aberta com soro, o pólipo aparece na tela e é retirado enquanto está sendo visto, com a base incluída. Todo o material vai para o laboratório. É procedimento de curta duração, em geral de quinze a trinta minutos, com alta no mesmo dia.
Há um ponto que muda a conversa e que ainda não chegou à rotina de muitos serviços brasileiros: a curetagem às cegas para retirar pólipo está sendo aposentada. Está na parte de como é feita.
Por que o pólipo é retirado por dentro, e não por fora
O útero é um órgão oco com uma entrada natural. O pólipo cresce para dentro dessa cavidade, preso ao endométrio, e por isso pode ser alcançado pelo caminho que já existe. Não há necessidade de abrir o abdome nem de fazer furos na barriga.
A histeroscopia faz duas coisas ao mesmo tempo: mostra a cavidade inteira e permite tratar o que foi encontrado, na mesma sessão. É o que a literatura chama de "ver e tratar". O consenso conjunto FIGO-GCH de 2025 (Villegas-Echeverri et al.) registra que essa abordagem permite realizar perto de 90% dos procedimentos em ambiente ambulatorial.
Quando é indicado o procedimento, e quando ele é ambulatorial
A indicação de retirar o pólipo está detalhada no Pólipo endometrial precisa tirar?, e depende de sintoma, status menopausal, tamanho e desejo de gestação.
Escolhido o caminho cirúrgico, a decisão seguinte é o ambiente. Pólipos pequenos, com canal cervical favorável e boa tolerância, podem ser tratados em regime ambulatorial, com pouca ou nenhuma anestesia. Pólipos maiores, múltiplos, de base larga, ou quando o canal é estreito e a passagem é difícil, costumam ser tratados em centro cirúrgico, com sedação ou anestesia. A diretriz RCOG Green-top nº 59, de 2024 (De Silva et al.), dedicada à histeroscopia ambulatorial, é o documento de referência para essa escolha.
Como é feita, passo a passo, e o que a curetagem tem a ver com isso
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| Chegada | Jejum conforme orientação, avaliação pré-anestésica quando houver sedação |
| Passagem da ótica | Entrada pelo canal do colo, sem corte e sem dilatação forçada na maioria dos casos |
| Distensão da cavidade | Soro em fluxo controlado, o que afasta as paredes e mostra o interior |
| Inspeção | Toda a cavidade é percorrida, incluindo os cornos uterinos, os cantos de acesso difícil |
| Retirada | O pólipo é removido sob visão direta, com a base, por instrumento mecânico ou com energia |
| Revisão final | A cavidade é reinspecionada para confirmar que nada ficou |
| Envio ao laboratório | Todo o material segue para exame anatomopatológico |
| Alta | No mesmo dia, poucas horas depois |
A etapa da retirada é onde entra a mudança de prática mais relevante do tema.
Durante décadas, tirar pólipo por dilatação e curetagem, o raspado às cegas, foi rotina. O consenso FIGO-GCH de 2025 examinou essa prática e descreveu o que ela custa: sem visualização direta, os procedimentos às cegas têm limitação diagnóstica, tratamento incompleto e mais complicações. O documento recomenda a substituição gradual desses procedimentos pela histeroscopia sempre que for viável. Pólipo retirado às cegas costuma ficar para trás, porque a cureta não alcança de forma confiável uma lesão localizada, presa por um pé.
A diretriz conjunta AAGL-ESGE-GCH de 2026 chegou ao mesmo lugar por outro caminho, revisando a acurácia diagnóstica. A histeroscopia, com ou sem coleta associada, teve acurácia maior do que a biópsia endometrial às cegas para detectar e para excluir câncer de endométrio, neoplasia intraepitelial, hiperplasia com e sem atipia, pólipo e mioma submucoso. A recomendação é que, havendo indicação de avaliar o tecido, a coleta seja feita junto com a histeroscopia, com biópsia dirigida pela visão preferida à coleta às cegas.
O protocolo brasileiro sustenta dois pontos desse passo a passo. No documento da FEBRASGO sobre pólipo uterino (Lasmar e colaboradores, 2020), o envio de todo o material para estudo anatomopatológico é mandatório, mesmo sendo rara a malignização, e o que define se o procedimento cabe no ambulatório é o tamanho da base da lesão, somado ao limiar de dor, que o texto descreve como muito variável e que precisa ser respeitado.
No Brasil, a curetagem segue sendo rotina em muitos serviços, e esse descompasso entre a recomendação e a prática está tratado em curetagem ainda se faz.
Recuperação e o prazo da biópsia
| Marco | O que esperar |
|---|---|
| Alta | No mesmo dia, poucas horas depois do procedimento |
| Cólica | Leve a moderada, em geral por 24 a 48 horas, controlada com analgésico comum |
| Sangramento | Escape ou tipo borra de café, diminuindo ao longo de alguns dias |
| Rotina e trabalho sedentário | Em geral no dia seguinte quando foi ambulatorial. Com sedação damos de 2 a 7 dias de atestado |
| Esforço físico e academia | Liberados conforme avaliação médica |
| Relação sexual e piscina | Liberadas conforme avaliação médica, depois de cessado o sangramento |
| Resultado da biópsia | Prazo definido pelo laboratório, informado na alta e discutido no retorno |
Sobre o prazo da biópsia, com honestidade: ele não depende de nós nem de uma regra fixa. O tecido passa por fixação, processamento, corte e leitura pelo patologista, e cada etapa tem seu tempo. Em geral são poucos dias a algumas semanas, e o prazo pode se estender quando o patologista decide fazer exames complementares no material, o que costuma ser sinal de cuidado adicional, não de má notícia. A data do retorno é combinada já na alta, e a equipe avisa quando o laudo chega.
Sinais que pedem contato imediato: febre, sangramento maior que uma menstruação, dor que não cede com analgésico ou corrimento com odor. Os riscos do procedimento são conversados com você antes, na consulta, com o seu caso na mesa.
Os prazos de afastamento por procedimento estão reunidos em Quantos dias de atestado depois de uma cirurgia ginecológica.
Cobertura pelo plano de saúde
A polipectomia histeroscópica e o exame anatomopatológico do material constam no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costumam ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e o pedido segue com relatório clínico, laudo de imagem e os códigos do procedimento.
O passo a passo da autorização, do pedido à resposta da operadora, está em Cirurgia ginecológica pelo convênio. Se o pedido for negado, o caminho médico está em Meu convênio negou a cirurgia.
Em quais hospitais operamos
Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.
Quem faz
A endoscopia ginecológica do Instituto de Ginecologia Avançada é conduzida por Dr. Carlos Guilherme Del Roy (CRM-SP 216.943, RQE 128.844), com a equipe de cirurgia minimamente invasiva. Cada caso é discutido entre os médicos antes de qualquer decisão.
O que levar na primeira consulta
- Laudo e imagens do ultrassom transvaginal, de preferência em mídia
- Exames pré-operatórios recentes, se já foram solicitados
- Lista de medicamentos em uso, com atenção a anticoagulante e antiagregante
- Alergias conhecidas, inclusive a anestésicos e a látex
- Relato de cirurgias anteriores no útero ou no colo, inclusive conização e cesárea
- Data da última menstruação
A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.
Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.
Perguntas que você deveria fazer ao seu cirurgião
- O meu pólipo será retirado sob visão direta, com a base?
- Vai ser em regime ambulatorial ou em centro cirúrgico, e por quê?
- Que tipo de anestesia está prevista no meu caso?
- Todo o material vai para exame, ou só uma parte?
- Em quanto tempo o laudo costuma ficar pronto no laboratório que vocês usam?
- Se a cavidade tiver outra alteração além do pólipo, o que é feito na mesma sessão?
O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.
Perguntas frequentes
Como é a cirurgia para tirar pólipo do útero?
Por via natural, sem corte. Uma ótica entra pelo canal do colo, a cavidade é distendida com soro, o pólipo é retirado sob visão direta com a base e todo o material vai para exame. Dura em geral de quinze a trinta minutos, com alta no mesmo dia.
Cirurgia de pólipo uterino dói?
Depende do ambiente e do caso. Em regime ambulatorial há desconforto semelhante a cólica menstrual, e a diretriz RCOG Green-top nº 59, de 2024, orienta o manejo da dor nesse cenário. Com sedação ou anestesia, não há dor durante o procedimento. Cólica leve a moderada por um a dois dias depois é esperada.
A biópsia do pólipo demora quanto tempo?
O prazo é do laboratório, e varia de poucos dias a algumas semanas conforme o processamento e a necessidade de exames complementares no material. A data do retorno é combinada na alta.
Precisa de curetagem para tirar pólipo?
A recomendação atual caminha no sentido oposto. O consenso FIGO-GCH de 2025 recomenda a substituição gradual dos procedimentos às cegas pela histeroscopia, e a diretriz AAGL-ESGE-GCH de 2026 prefere a biópsia dirigida pela visão à coleta às cegas.
Quantos dias de repouso depois da polipectomia?
A volta ao trabalho sedentário costuma acontecer no dia seguinte quando o procedimento foi ambulatorial. Com sedação, o atestado que damos é de 2 a 7 dias. Esforço físico, relação sexual e piscina são liberados conforme avaliação médica, em geral depois que o sangramento cessa.
Preciso ficar internada?
Na maioria dos casos, não. É procedimento de mesmo dia, e boa parte pode ser feita em regime ambulatorial (FIGO-GCH, 2025).
Vou precisar repetir a cirurgia?
Uma parcela dos pólipos volta, e o que se sabe sobre isso, inclusive o efeito da técnica usada, está em pólipo volta depois de tirar.
Posso fazer se estiver tentando engravidar?
Pode, e em alguns cenários a retirada é feita justamente para melhorar a chance de gestação. O tema tem artigo próprio em pólipo endometrial e engravidar.
Próximo passo
Agende uma avaliação com nossa equipe de cirurgia ginecológica. Leve o laudo e as imagens: a consulta define o ambiente, o tipo de anestesia e a técnica, e explica cada etapa antes de qualquer marcação.
Referências
- Joint Society Practice Guideline from AAGL-ESGE-GCH. Visually Directed Hysteroscopic Biopsy in the Evaluation of Abnormal Uterine Bleeding and Postmenopausal Bleeding: A Joint Society Practice Guideline. J Minim Invasive Gynecol. 2026;33(8):1027-1040. DOI 10.1016/j.jmig.2026.06.018 · PMID 42336133
- Villegas-Echeverri JD, Pope R, Robert M, Meinhold-Heerlein I, Haimovich S, Carugno J, Pacheco LA, Sardo ADS. FIGO-GCH joint consensus statement on the current status and recommendations for the use of blind intrauterine procedures in the evaluation and management of women with suspected intrauterine pathologies. Int J Gynaecol Obstet. 2025;168(2):493-496. DOI 10.1002/ijgo.16078 · PMID 39644179
- De Silva PM, Smith PP, Cooper NAM, Clark TJ; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists. Outpatient Hysteroscopy (Green-top Guideline No. 59). BJOG. 2024;131(13):e86-e110. DOI 10.1111/1471-0528.17907 · PMID 39160077
- Bougie O, Randle E, Thurston J, Magee B, Warshafsky C, Rittenberg D. Guideline No. 447: Diagnosis and Management of Endometrial Polyps. J Obstet Gynaecol Can. 2024;46(3):102402. DOI 10.1016/j.jogc.2024.102402 · PMID 38325734
- Lasmar RB, Lasmar BP, Zagury DBR, Bruno R, Cardeman L. Pólipo uterino. Protocolo FEBRASGO. Femina. 2020;48(1):54-58. DOI 10.61622/0100-7254481202007
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- Histeroscopia
- Pólipo endometrial
- Histerectomia
- Cirurgia minimamente invasiva
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- Cisto e tumor de ovário
- Sangramento uterino
- Dor pélvica
- Antes e depois da cirurgia
Ficou com dúvida sobre o seu caso?
Agende uma avaliaçãoAssinado por Dr. Carlos Guilherme Del Roy, MÉDICO: CRM-SP 216.943 · Ginecologista: RQE 128.844, e revisado em 18/09/2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.
