Pular para o conteúdo
Sobre Equipe Hospitais Blog Contato Entre em Contato
Cisto e tumor de ovário

O que significa o laudo do ultrassom do ovário: O-RADS e IOTA traduzidos

No laudo do ultrassom de ovário, duas informações mandam: como a lesão é por dentro e o número de risco. Tamanho sozinho não classifica. Leia o seu com o guia.

Retrato do Dr. José Ricardo W. Ristow, médico ginecologista do Instituto de Ginecologia Avançada Dr. José Ricardo W. Ristow MÉDICO: CRM-SP 206.100 · Ginecologista: RQE 114.593 Publicado em 20 de agosto de 2026
Revisado em 18 de setembro de 2026 · 11 min de leitura

A resposta

No laudo do ultrassom do ovário, duas informações valem mais que todas as outras: como a lesão é feita por dentro, e o número de risco que o radiologista atribuiu a ela. Tamanho, sozinho, não classifica nada.

O laudo chega antes da consulta, quase sempre pelo celular, num fim de tarde. Ler "projeção papilar" e "componente sólido" sem ninguém por perto para traduzir produz uma noite ruim. Este texto existe para você ler o seu laudo com o vocabulário na mão.

Detalhes técnicos para profissionais da saúdeO mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes

Por que o laudo traz um número de risco

Antes das classificações atuais, dois radiologistas descreviam a mesma imagem com palavras diferentes, e o ginecologista recebia um texto que não dizia o que fazer. Dois grupos, um europeu e um americano, resolveram isso por caminhos diferentes, e hoje eles chegam a respostas parecidas: um vocabulário padronizado, um número de risco e uma conduta proposta para cada número.

Isso mudou o número de cirurgias feitas. Um levantamento reexaminou quase 400 lesões operadas antes de essa classificação existir: cerca de 4 em cada 10 cairiam hoje na categoria de risco quase nulo, e nela o câncer apareceu em menos de 1 em cada 150 mulheres.

Quando o ultrassom não basta

O ultrassom transvaginal é o exame de primeira linha e resolve a maioria dos casos. Quando a lesão fica indeterminada, principalmente se tem parte sólida, o exame que costuma completar a informação é a ressonância magnética da pelve.

O exame de sangue CA-125 não é exame de triagem para cisto. Ele sobe na endometriose, no mioma, na infecção pélvica, na gravidez e até na própria menstruação. Pedido isolado, em mulher que menstrua, gera mais ansiedade e mais cirurgia do que diagnóstico.

As palavras do laudo, traduzidas

Anecoico quer dizer preto na imagem, ou seja, líquido puro, sem nada dentro. É sinal tranquilizador. Unilocular é uma câmara só, sem divisórias. Multilocular são várias câmaras separadas por divisórias, como bolhas grudadas. Septo é a divisória interna, e o que importa nela é se é fina e lisa ou grossa e irregular.

Componente sólido quer dizer tecido, e não líquido: é o achado que mais pesa na classificação. Projeção papilar é uma saliência de tecido que cresce da parede para dentro da lesão, e quatro ou mais delas é um dos sinais de suspeita. Sombra acústica é a sombra atrás da lesão, costuma indicar gordura ou cálcio e conta a favor de ser benigna. Conteúdo espesso ou vidro fosco é o padrão frequente do cisto da endometriose. Escore de cor mede quanta circulação a lesão tem, de 1, nenhuma, a 4, intensa. Líquido livre em fundo de saco em pequena quantidade é normal; em volume grande, entra como sinal de suspeita. Lesão anexial quer dizer lesão na região do ovário e da trompa.

O número de risco, e o que ele propõe

Número O que quer dizer O que costuma ser feito
0 Exame incompleto, sem dados para classificar Repetir o exame
1 Ovário normal, com folículo ou corpo lúteo Nada a fazer
2 Quase certamente benigno, câncer em menos de 1 em cada 100 Acompanhar por imagem, ou alta
3 Risco baixo, menos de 1 em cada 10 e mais de 1 em cada 100 Acompanhar por ultrassom quando a lesão não é retirada
4 Risco intermediário, entre 1 e 5 em cada 10 Ressonância, avaliação especializada ou cirurgia
5 Risco alto, metade ou mais Planejamento com cirurgião de câncer ginecológico desde o início

Um dado costuma aliviar quem recebeu um número alto: entre pouco mais de 200 lesões classificadas como 4 ou 5, cerca de 6 em cada 10 acabaram sendo benignas ao exame final, e quase metade delas era um tipo de tumor benigno que simplesmente tem parte sólida na imagem. O número descreve uma probabilidade, não um diagnóstico.

As classificações em uso hoje têm desempenho parecido entre si. O que importa é que o seu laudo use uma delas e diga qual.

O que acontece na consulta

O laudo é o começo da conversa. Na consulta cruzamos o que está escrito com a sua idade, a fase do ciclo em que o exame foi feito, seus sintomas, sua história familiar e os exames anteriores. É a comparação ao longo do tempo que muda condutas, e por isso pedimos as imagens, não apenas os laudos.

Um exame antigo que descreve a mesma lesão, do mesmo tamanho, três anos atrás, vale mais do que qualquer marcador de sangue. Estabilidade é informação.

Perguntas frequentes

Meu laudo veio com risco baixo. O que isso quer dizer?

Que a chance de câncer naquela lesão é menor que 1 em cada 10 e maior que 1 em cada 100. A orientação atual é acompanhar por ultrassom quando a lesão não é retirada.

Cisto anecoico e unilocular é bom sinal?

São dois dos descritores mais tranquilizadores, líquido puro e câmara única. Somados a paredes finas, costumam colocar a lesão nas categorias mais baixas.

Projeção papilar significa câncer?

Não por si. Quatro ou mais delas é um dos sinais de suspeita, e entra na conta junto com todos os outros achados.

CA-125 alterado significa câncer?

Não. Ele sobe em várias situações benignas, inclusive endometriose e menstruação. Isolado, em mulher que menstrua, tem pouco valor.

O laudo diz "lesão indeterminada". E agora?

É uma classificação legítima, não uma falha do exame. A conduta costuma ser ressonância magnética ou novo ultrassom com examinador experiente.

Meu laudo veio pior que o anterior. É urgência?

Mudança entre exames pede reavaliação, e nem toda mudança é piora. Leve os dois exames, com as imagens, para a consulta.

Número alto quer dizer que vou operar?

Quer dizer que a lesão sai do acompanhamento e entra em avaliação cirúrgica. O que se decide depois está em cisto no ovário precisa operar, e o risco real por categoria, em cisto no ovário pode ser câncer.

A partir daqui, a versão completa

O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes, para quem quer o detalhe. Cada seção tem link de volta para o resumo acima.

A resposta direta

Sabemos que o laudo chega antes da consulta, quase sempre pelo celular, e que a leitura solitária de palavras como "projeção papilar" e "componente sólido" produz uma noite ruim. Este texto existe para você ler o seu laudo com o vocabulário na mão.

Duas coisas importam mais que todas as outras nesse papel. A primeira é a morfologia: como a lesão é feita por dentro, se tem só líquido ou se tem parte sólida, se tem paredes lisas ou irregulares, se tem fluxo de sangue. A segunda é a categoria de risco, um número de 0 a 5 que o radiologista atribui e que já carrega uma conduta proposta. Tamanho, sozinho, não classifica nada.

Por que existe uma classificação, e o que ela mudou

Antes dos sistemas atuais, dois radiologistas podiam descrever a mesma imagem com palavras diferentes, e o ginecologista recebia um texto que não dizia o que fazer. Dois grupos resolveram isso por caminhos distintos, e hoje eles convergem.

O grupo IOTA, na Europa, derivou regras simples a partir de 1.066 pacientes e 1.233 tumores (Timmerman et al., Ultrasound in Obstetrics and Gynecology, 2008). O Colégio Americano de Radiologia criou o O-RADS, publicado por Andreotti et al. em 2020 e atualizado na versão v2022, publicada por Strachowski et al. em 2023, que usa um léxico padronizado, atribui uma categoria de risco e propõe conduta para cada uma.

Esse vocabulário já tem tradução brasileira publicada. Barra, Jorge e Condé escreveram na Femina de 2021 um artigo dedicado à descrição e à interpretação ultrassonográfica das massas anexiais pelos termos do IOTA, que são os mesmos que aparecem no seu laudo.

Isso mudou o número de cirurgias. Shen et al., na Radiology de 2024, reclassificaram 377 lesões operadas antes de o O-RADS existir: 42% delas seriam hoje categoria 2, de risco quase nulo, e apenas uma em 157 dessas era maligna.

Quando o exame pede complemento

O ultrassom transvaginal é o exame de primeira linha, e resolve a maioria dos casos. Quando a lesão fica indeterminada, sobretudo se tem componente sólido, o ACR, no documento de critérios de adequação para massa anexial atualizado em 2023, coloca a ressonância magnética de pelve como o complemento adequado. A versão de 2022 do O-RADS reforça a mesma orientação para lesões sólidas.

O CA-125 não é um exame de triagem para cisto. Ele sobe em endometriose, mioma, infecção pélvica, gravidez e até na própria menstruação. Um valor alterado isolado, em mulher que menstrua, gera mais ansiedade e mais cirurgia do que diagnóstico.

Como ler o laudo, palavra por palavra

O que está escrito O que significa
Anecoico Preto na imagem, ou seja, líquido puro sem nada dentro. Sinal tranquilizador
Unilocular Uma única câmara, sem divisórias internas
Multilocular Várias câmaras separadas por septos, como bolhas grudadas
Septo Divisória interna. Importa se é fina e lisa ou espessa e irregular
Componente sólido Tecido, não líquido. É o achado que mais pesa na classificação
Projeção papilar Saliência de tecido que cresce para dentro da lesão a partir da parede. Quatro ou mais é um dos critérios de suspeita do IOTA
Sombra acústica Sombra atrás da lesão. Costuma indicar gordura ou cálcio, comum no dermoide, e é um critério de benignidade
Conteúdo espesso, vidro fosco Padrão frequente do endometrioma, o cisto da endometriose
Color score, escore de cor Quanta circulação a lesão tem ao Doppler, de 1, ausente, a 4, intensa
Líquido livre em fundo de saco Pequena quantidade é fisiológica. Ascite, em volume maior, é critério de suspeita
Lesão anexial Lesão na região do ovário e da trompa

As dez regras do IOTA descritas por Timmerman e colaboradores em 2008 são estas. Cinco apontam para benignidade: cisto unilocular; componente sólido cujo maior diâmetro é menor que 7 mm; sombra acústica; tumor multilocular liso menor que 100 mm; ausência de fluxo ao Doppler. Cinco apontam para malignidade: tumor sólido irregular; ascite; quatro ou mais projeções papilares; tumor multilocular e sólido irregular com pelo menos 100 mm; conteúdo vascular muito intenso ao Doppler. Quando só um grupo se aplica, a leitura é direta. Quando os dois aparecem, ou nenhum, o caso é considerado indeterminado e vai para avaliação de examinador experiente ou para a ressonância.

A escala de risco, e o que cada número propõe

Categoria O-RADS Leitura Conduta habitual
0 Exame incompleto, sem dados para classificar Repetir o exame
1 Ovário normal, com folículo ou corpo lúteo Nada a fazer
2 Quase certamente benigno Acompanhamento por imagem ou alta, conforme o caso
3 Risco baixo Na versão de 2022, seguimento por ultrassom quando a lesão não é retirada
4 Risco intermediário, de 10% a menos de 50% de malignidade Avaliação especializada, ressonância ou cirurgia
5 Risco alto, de 50% ou mais Encaminhamento com ginecologista oncológico no planejamento

Os percentuais das categorias 4 e 5 estão descritos por Jha et al. na Radiology de 2026. No mesmo estudo há um dado que costuma aliviar quem recebeu um desses números: entre 219 lesões classificadas como 4 ou 5, 135 eram benignas ao final, e quase metade delas eram cistadenomas ou cistadenofibromas, tumores benignos. Categoria alta descreve uma probabilidade, não um diagnóstico.

Os três sistemas têm desempenho parecido. Em metanálise de nove estudos com 3.924 mulheres, Almeida et al., em 2025, não encontraram diferença significativa entre O-RADS, regras simples do IOTA e modelo ADNEX. Han et al. chegaram ao mesmo achado em 13 estudos, em 2024. O que importa é que o seu laudo use um deles e diga qual.

Depois do laudo: o que acontece na consulta

O laudo é o começo da conversa, não o fim. Na consulta, cruzamos o que está escrito com a sua idade, a fase do ciclo em que o exame foi feito, seus sintomas, sua história familiar e os exames anteriores. É a comparação ao longo do tempo que muda condutas, e por isso pedimos as imagens, não apenas os laudos.

Um laudo antigo que descreve a mesma lesão, do mesmo tamanho, três anos atrás, vale mais do que qualquer marcador de sangue. Estabilidade é informação.

Cobertura pelo plano

Ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética de pelve constam no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costumam ter cobertura pelos planos de saúde. A autorização depende de cada contrato, e a ressonância em geral exige pedido com justificativa clínica, que nossa equipe emite e acompanha.

Em quais hospitais operamos

Quando a leitura do laudo leva à cirurgia, atuamos no Samaritano Paulista, Samaritano Higienópolis, Blanc, Leforte Liberdade, São Luiz Alphaville, São Luiz Morumbi e Alvorada Moema.

Quem faz

A interpretação do laudo e a definição de conduta são feitas por cirurgiões com registro de especialista em ginecologia e formação em cirurgia minimamente invasiva. Diante de categoria alta, o ginecologista oncológico entra desde o planejamento, porque a primeira cirurgia é a que define o caminho.

O que levar na primeira consulta

  • Todos os ultrassons, com as imagens em mídia ou no aplicativo do serviço
  • Ressonância magnética de pelve, se tiver, também com as imagens
  • Em qual dia do ciclo cada exame foi feito
  • Dosagens de CA-125 ou de outros marcadores, com as datas
  • História familiar de câncer de mama, ovário, intestino ou útero
  • Medicamentos em uso, com atenção a hormônios

A lista completa, que vale para qualquer consulta cirúrgica, está em O que levar na primeira consulta.

Os exames pedidos antes de uma cirurgia ginecológica, e por que cada um é pedido, estão em Exames antes de uma cirurgia ginecológica.

Perguntas que você deveria fazer ao seu cirurgião

  • Qual categoria de risco o meu laudo atribuiu, e por qual sistema?
  • Quais achados do laudo levaram a essa categoria?
  • O exame foi feito em um bom momento do ciclo, ou vale repetir?
  • Faz sentido uma ressonância no meu caso?
  • O que muda se eu repetir o ultrassom daqui a três meses?
  • Se for para operar, a categoria muda quem participa da cirurgia?

O que perguntar sobre formação, registro e volume de quem vai operar está em Como escolher o cirurgião.

Perguntas frequentes

O que é O-RADS 3 no meu laudo?

É a categoria de risco baixo. Desde a atualização de 2022, a orientação é acompanhar por ultrassom quando a lesão não é retirada.

Cisto anecoico unilocular é bom sinal?

São dois dos descritores mais tranquilizadores: líquido puro, câmara única. Combinados com paredes finas, costumam colocar a lesão nas categorias mais baixas.

Projeção papilar significa câncer?

Não por si. Quatro ou mais projeções papilares é um dos cinco critérios de suspeita do IOTA, e entra na conta junto com os outros achados.

CA-125 alterado significa câncer?

Não. Ele sobe em várias situações benignas, inclusive endometriose e menstruação. Isolado, em mulher que menstrua, tem pouco valor diagnóstico.

O laudo diz "lesão indeterminada". E agora?

É uma classificação legítima, não uma falha do exame. A conduta costuma ser ressonância magnética ou novo ultrassom com examinador experiente.

Meu laudo veio pior que o anterior. Isso é urgência?

Mudança entre exames pede reavaliação, e nem toda mudança é progressão. Leve os dois exames, com as imagens, à consulta.

Categoria alta quer dizer que vou operar?

Quer dizer que a lesão sai do acompanhamento e entra em avaliação cirúrgica. O que se decide depois está em cisto no ovário precisa operar, e o risco real por categoria, em cisto no ovário pode ser câncer.

Próximo passo

Agende uma avaliação com nossa equipe de cirurgia ginecológica e leve o laudo com as imagens. Lemos o exame com você, linha por linha, e saímos da consulta com uma conduta definida: acompanhar com data marcada, complementar com outro exame, ou operar. Se você quiser saber quanto tempo dá para esperar, escrevemos sobre isso em cisto no ovário some sozinho.

Referências

  1. Andreotti RF, Timmerman D, Strachowski LM, et al. O-RADS US Risk Stratification and Management System: A Consensus Guideline from the ACR Ovarian-Adnexal Reporting and Data System Committee. Radiology. 2020;294(1):168-185. DOI 10.1148/radiol.2019191150
  2. Strachowski LM, Jha P, Phillips CH, et al. O-RADS US v2022: An Update from the American College of Radiology's Ovarian-Adnexal Reporting and Data System US Committee. Radiology. 2023;308(3):e230685. DOI 10.1148/radiol.230685
  3. Timmerman D, Testa AC, Bourne T, et al. Simple ultrasound-based rules for the diagnosis of ovarian cancer. Ultrasound Obstet Gynecol. 2008;31(6):681-690. DOI 10.1002/uog.5365
  4. Almeida G, et al. Comparison of the Diagnostic Performance of Ovarian Adnexal Reporting Data System (O-RADS) With IOTA Simple Rules and ADNEX Model for Classifying Adnexal Masses: A Head-To-Head Meta-Analysis. J Clin Ultrasound. 2025. DOI 10.1002/jcu.24048
  5. Han J, Wen L, Hu Y. Comparison of O-RADS with the ADNEX model and IOTA SR for risk stratification of adnexal lesions: a systematic review and meta-analysis. Front Oncol. 2024;14:1354837. DOI 10.3389/fonc.2024.1354837
  6. Shen L, Sadowski EA, Gupta A, et al. The Ovarian-Adnexal Reporting and Data System (O-RADS) US Score Effect on Surgical Resection Rate. Radiology. 2024;313(1):e240044. DOI 10.1148/radiol.240044
  7. Jha P, Sadowski EA, Gupta A, et al. Benign Lesions Scored as O-RADS US v2022 4 and 5 Categories: Prevalence and Morphologic Analysis. Radiology. 2026;319(2):e252310. DOI 10.1148/radiol.252310
  8. Patel-Lippmann KK, Wasnik AP, Akin EA, et al. ACR Appropriateness Criteria Clinically Suspected Adnexal Mass, No Acute Symptoms: 2023 Update. J Am Coll Radiol. 2024;21(6):S79-S99. DOI 10.1016/j.jacr.2024.02.017
  9. Barra DA, Jorge NG, Condé EF. Massas anexiais: descrição e interpretação ultrassonográfica por IOTA. Femina. 2021;49(1):6-11. DOI 10.61622/0100-7254491202101

Outros textos sobre cisto e tumor de ovário

Ver o tema completo

Ficou com dúvida sobre o seu caso?

Agende uma avaliação